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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


terça-feira, 22 de maio de 2018

086 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Vista aéria de Várzea-Alegre, fruto da criatividade do prefeito João Francisco.

Várzea-Alegre é muito rica de humor, cultura e folclore. Considerada a cidade do povo mais alegre e feliz do Brasil pelo programa da Rede Globo sua boa e bem humorada gente não perde oportunidade de fazer graça. E, coincidência ou não os fatos teimam em se repetirem para o deleito de seus habitantes.

Na década de 70 do século passado, um São João na Cachoeira Dantas tinha todas as razões para ser uma grande festa. Bodas de ouro do casal, 15 anos da filha caçula e casamento da filha do meio.

Perdeu-se a conta do que foi abatido: galinha, porco, bode e carneiro.

Lá pras quatro da manhã quando a rela bucho terminou, Zefinha, a caçula sentiu-se mal. Você sabe como é perigoso comida leve - buchada, fussura e sarapatel em excesso altas horas da noite.

Resolveram levá-la ao médico. Meio de transporte uma rede num pau de porteira com um caboclo na frente e outro atrás. Na passavam da bodega de Raimundo Sabino ele perguntou:

Quem está doente?

O pai respondeu - minha filha.

E o que foi?

Foi comida!

Raimundo encerrou com outra pergunta : "Pegaro o caba".

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