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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quinta-feira, 25 de junho de 2020

Sérgio Moro - Por Antônio Morais.



Eu, como uma grande parcela da população brasileira, defendi a candidatura do Bolsonaro e votei a seu favor por entender que ele propunha e vendia uma postura no combate a corrupção assemelhada com a do juiz da "Lava Jato" Sergio Moro.

Depois de eleito Bolsonaro usou o prestigio do Sergio Moro para se promover. Iludiu, seduziu da forma mais vil e covarde bem do seu estilo. 

Anunciou em rede de televisão nacional, como um trunfo do seu governo, concedendo-lhe "Carta Branca" para ser Ministro da Justiça. Depois tratou de destruí-lo e o transformou a pó. 

Nunca vi tanta covardia quando na presença de todos os componentes do governo de um homem só, onde todos precisam ser subservientes, Bolsonaro teve a cara de pau de afirmar que Moro teria dito que aceitaria a demissão do "Diretor da Policial Federal" depois que fosse nomeado para o STF.

Uma mentira com requintes bolsonarinos. No outro dia, Sergio Moro mostrou para o pais que foi o Bolsonaro quem propôs, através da desqualificada Deputada Carla Zambele a proposta indecente.

Na minha humildade e singeleza entendo que o maior prejudicado nesse episódio foi o Brasil, depois Sergio Moro, Bolsonaro nada tem a perder, está no lucro. Visto que tudo que sobrar para um canalha é lucro.

Um comentário:

  1. Bolsonaro negocia as futuras vagas do STF como quem negocia farinha na feira. Já prometeu para muita gente. Sergio Moro é sério a proposta dele era outra, era o combate a corrupção, a de Bolsonaro é proteger corrupto a começar pelos filhos.

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