A vida de D. Pedro II foi o raro exercício de poder que, em vez de buscar tronos de ouro, cultivou bibliotecas e jardins, provando que a verdadeira realeza se mede não pela coroa, mas pela serenidade da sabedoria e pela dignidade do silêncio.
Pois em sua existência descobre-se que a maior herança de um soberano não é o império que governa, mas o espírito que eleva uma nação além do tempo.
Nunca vi tantas verdades. Há uma grande diferente daquele que governa com serenidade, sabedoria e grandeza humana para os que exercem pela falta destas virtudes.
ResponderExcluir"Na solidão estrangeira, Pedro e Teresa Cristina, unidos pelo infortúnio e pela ternura, fizeram do exílio não um desterro, mas um altar silencioso, onde a dignidade da coroa se transmutava em saudade e amor conjugal, mais duradouros que o próprio trono perdido".
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