quarta-feira, 22 de julho de 2026

*A INFÂNCIA DO FUTEBOL* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Se as ruas de terra ou calçamentos eram ruins para carros e transeuntes, para o futebol da garotada serviam muito bem.

Não havia coisa mais importante na nossa infância do que o futebol.

Tão natural como acordar e escovar os dentes.

Mas, tinha a escola. De fato, tinha a escola.

Mas, na escola mesmo, nos 15 minutos de recreio, escondidos dos olhares dos diretores, se improvisava uma pelada com uma bola de papel.

Quando da escola retornávamos, o destino era a bola e a rua.

Aí, começava o aprendizado. Educava-se o corpo para chutar, driblar, "matar a bola" no peito e na coxa, do jeito que ela chegasse.

Não é mais assim que a garotada de hoje se inicia no futebol.

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