quarta-feira, 3 de abril de 2024

Economia - Por Roberto Campos.



 O bem que o estado pode fazer é limitado. O mal é infinito. O que ele pode nos dá é sempre menos do que nos pode tirar.

DIGRESSÕES - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Só há emoção com o drama.

Só há a comédia com o ridículo humano.

Não há a tragédia sem a grandiosidade, só farsa.

Liberemos os desejos reprimidos.

Nossas ações são as melhores interpretações dos nossos pensamentos.

É preciso fugir do lugar comum. Sejamos instigantes.

Todo dia é dia de viver. O futuro é hoje ou "daqui a pouco".

Nenhum tipo de cálculo pode mensurar o valor de uma vida.

Quando o inverno da existência chegar, não podemos passar frio.

O tempo que passou é tão imprevisto quanto o que está por vir.

"É preciso algo mais do que inteligência para agir com inteligência."Dostoiévski.

Uma verdade que merece aplauso - Antônio Alves de Morais.

 


Ana Paula do Vôlei.

As pessoas sempre me perguntam o que faz diferença no bom funcionamento da sociedade americana.

Pra mim uma das mais importantes engrenagens dos Estados Unidos da América é o império da lei, a lei acima de todos.

Um país que não aplica duramente as suas leis, flerta sempre com o caos.

Saiba - Antônio Alves de Morais.

Para ser invejado não é preciso ter bens, fama ou dinheiro, basta um sorriso no rosto para muita gente te odiar.

Croniqueta - Antônio Alves de Morais.

 


Um  dia você aprende a sutil  diferença.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. 

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Quando você não for mais amigo de alguém respeite os segredos que ele partilhou com  você.

O nome disso é integridade.

Croniqueta - Antônio Alves de Morais.

 


Se tudo na vida fosse só alegria não daríamos valor a felicidade.

As vezes, é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir. É preciso sentir saudades para sabermos o quanto gostamos de alguém.

Quando temos tudo na vida, nada parece ter valor. Por isso viva hoje, esqueça o ontem e deixa Deus decidi o amanhã.  

Nhá Chica e a republica brasileira – por Armando Lopes Rafael

 

       Para quem que ainda não ouviu falar na Beata Nhá Chica, informo que este era um apelido dado a Sra. Francisca Paula de Jesus, filha e neta de escravos. Dona Francisca de Paula de Jesus – mais conhecida por Nhá Chica –, foi beatificada pela Igreja Católica em 2013. Nascida em Minas Gerais, em 1808, num distrito do município de São João del Rey, aos dez anos, em 1818, ela acompanhou sua mãe que se mudou para a vila de Baependi. Nesta última cidade, Nhá Chica viveu toda a sua vida, vindo a falecer – em odor de santidade – em 14 de junho de 1895. Ficou órfã de mãe aos dez anos de idade. E a partir daí viveu sozinha. Dizia Nhá Chica que “cresceu e viveu sob os cuidados de Nossa Senhora”. Nunca aceitou propostas para casamento.

      Nhá Chica era analfabeta. Na infância aprendeu com a mãe a amar a Deus e fazer caridade às pessoas, sem distinção. Tinha profunda devoção a Virgem Maria. Venerava, no seu humilde lar, uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição. Em frente a essa estatueta rezava por horas seguidas... E nesses colóquios recebia orientações para ajudar a quem a procurava. Ganhou fama de uma mulher santa, visionária, que sempre acertava nas profecias anunciadas.

        Quando de sua beatificação, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança escreveu: “Durante muito tempo o Brasil católico — a Terra de Santa Cruz — sentiu a ausência de santos brasileiros reconhecidos. Afortunadamente eles vêm chegando, como a manifestar o desvelo da Providência em que nossa Nação conte, nessa quadra histórica, com mais intercessores. E Nhá Chica é muito genuína e caracteristicamente brasileira, por suas origens, seu temperamento, sua bondade, sua Fé singela e íntegra.” 

            Mas voltemos ao título e assunto deste artigo. Com fama de vidente, Nhá Chica foi procurada, em 1889, por um grupelho de “republicanos” de Baependi, torcedores da derrubada do Imperador Dom Pedro II do Trono Brasileiro e da implantação do regime republicano na nossa pátria. No livro “Nhá Chica, perfume de rosa – Vida de Francisca de Paula de Jesus”, o escritor italiano Gaetano Passarelli, narra o fato: “Um deles saiu-se com o seguinte pedido: “Dona Francisca, reze para o Senhor ajudar a mandar embora o Imperador”. A anciã o fitou e ficou impassível. A essa altura, ela perguntou: “Por quê? é uma ingratidão com relação ao Imperador, ele é o pai de todos nós”.

              Desconsolados, eles pediram então que ela fizesse pelo menos a previsão de quem venceria a disputa: se os monarquistas ou os republicanos. Nhá Chica disse que iria rezar diante da imagem de Nossa Senhora da Conceição e voltaria com a resposta. Retirou-se. Depois de algum tempo voltou e disse: “Podem gritar: República”. Entretanto, em 1895, pouco antes de falecer, Nhá Chica teve uma longa conversa com o médico Henrique Monat. Este deixou escrito detalhes do encontro. Durante o diálogo com Monat, Nhá Chica deu seu veredito sobre os rumos do regime republicano no Brasil: “Estou vendo a República como uma coisa sem consolo nem sossego”.

                 A profecia de Nhá Chica, feita há 125 anos, não poderia ser mais exata...

Fonte de Consulta: PASSARELLI, Gaetano. Nhá Chica, perfume de rosa – Vida de Francisca de Paulo de Jesus. Edições Paulinas. São Paulo, 2013. Páginas 151,152 e 171.   


Vamos falar de história e como a justiça no Brasil protege criminosos e corruptos - Por Armando Schneider da Silva.

Senador Arnon de Melo.

Sabe o Fernando Collor? O ex-presidente que hoje é senador? Pois é, a história politica dele é longa, vem de família.

O pai dele, Arnon de Mello, também foi senador, nutria uma guerra politica contra outros senadores e tinha uma rivalidade gigante com Silvestre Péricles de Góes Monteiro, que também era senador por Alagoas.

Em 4 de dezembro de 1963, Arnon, conhecido pelo temperamento dificil de lidar, como o filho, abriu os trabalhos com a seguinte frase: “Senhor presidente, com a permissão de Vossa Excelência, falarei de frente para o senador Silvestre Péricles de Góes Monteiro, que me ameaçou de morte”.

Silvestre, que era metido a "coroné" também, não aceitou o desaforo e atacou verbalmente Arnon, que em pleno Senado Federal, sacou um revólver e disparou várias vezes.

Nenhum dos tiros atingiu Silvestre, que também estava armado. Dois tiros, acertaram José Kairala, de 39 anos, que era senador pelo PSD do Acre.

Kairala, de 39 anos, era suplente. Eram suas últimas horas como senador, devolveria o cargo no dia seguinte ao titular. Ele foi baleado no abdômen e mesmo socorrido, Kailara morreu no mesmo dia, poucas horas depois.

Pressionados pela população, os demais parlamentares aprovaram, por 44 votos a 4, a prisão dos dois colegas atiradores.

Apesar do flagrante, assim como ocorre hoje, os outros senadores precisavam dar o aval para que Arnon e Silvestre fossem detidos.

Não demorou para serem soltos e em 1964 foram declarados inocentes pelo Tribunal do Júri de Brasília. O mais bizarro dessa história, é que a mídia na época, tratou os dois como vitimas do "estresse causado por discussões democraticas".

Depois de deixar a prisão, Arnon foi nomeado novamente em 1970 para o mesmo cargo que ocupara antes. Ou seja, matou um senador, foi inocentado, e ainda se reelegeu ao cargo!

E, quando faleceu, em 1983, ainda representava o estado de Alagoas no Senado. Agora me diz, existe justiça no Brasil?

terça-feira, 2 de abril de 2024

UM JOGO DE AUSÊNCIAS - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Fortaleza e Ceará sentiram a ausência de meias capazes de encontrar os melhores caminhos dentro do jogo.

Foi flagrante o jogo de "bate e volta" pelaausência de criatividade.

Sofreram os dois times pela ausência de alas com a capacidade de apoiar melhor as manobras para o ataque.

A ausência de um maior número de finalizações produziu um clássico sem emoção.

O Ceará, com Pulga, num deserto de boas chances, teve a melhor oportunidade.

Pela ausência de categoria, Saulo jogou em cima de João Ricardo a outra oportunidade do Ceará.

Na segunda fase, a finalização mais perigosa do Fortaleza se deu com Dudu.

Como vou invocar no comentário, os esquemas táticos se esquemas não jogam sozinhos?

Até parece que os times fizeram um esforço para que o clássico terminasse empatado.

Há momentos no futebol em que, quando dois gigantes lutam quem sofre é a grama.

Uma palavra amiga - AntônioAlves de Morais.



A vaidade tem sido a causa de muitas de nossas decepções. Cremos que somos melhores, mais competentes e superiores àqueles que estão ao nosso redor.

Achamos defeito em tudo e em todos, concluindo, logo a seguir, que poderíamos fazer o mesmo de maneira muito melhor.

Quando somos humildes em nossas atitudes, os aplausos e elogios nos enchem de felicidade. Quando somos arrogantes e orgulhosos, muitas vezes os aplausos não aparecem e mergulhamos em profunda decepção e angústia.

É melhor não esperar nada e receber tudo do que esperar tudo e não receber nada.

A vida - Por Mário Quintana.


A vida são deveres que nós trazemos para  fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas. Quando se vê, já é sexta-feira. Quando se vê, já terminou o ano. Quando se vê, já se passaram 50 anos. E agora é tarde demais para ser aprovado. 

Se me fosse dada, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente, e iria jogando pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Dessa forma eu digo : Não deixa de fazer algo que gosta devido a falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não volta mais.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

ABSORTO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Como tem gente absorta nesse mundo.

Dias atrás, um absorto me surpreendeu pela pergunta instigante: "Deus existe, meu prezado?".

Reagi, em cima da pinta: "Descubra você, meu amigo".

Vejam como o momento é grave. 

Ao distraído, não ocorre sequer imaginar que a sua existência se deve a Deus.

E de nós, pobres 

comentaristas, caçadores das certezas do futebol, exige  resposta sobre questão tão

complexa.

Como se fosse um esforço quixotesco se aluir.

A memória tem força arrebatadora. Acorda, homem de pouca fé. Estás esquecendo o que esqueceu?

Para que serve essa cabeçorra? Já tem ogros demais empesteando o ambiente.

Enxerga a centelha de esperança, escapa do alheamento, enquanto é tempo.

domingo, 31 de março de 2024

CAMINHOS - Antônio Alves de Morais.


Na estrada da vida, oportunizam-se vários caminhos. Convém-nos escolher o certo, o da solidariedade, da amizade, e, em especial, o do respeito e do amor ao próximo. 

Não jogue espinhos na estrada da vida. Na volta você poderá estar descalço.