sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Ator José de Abreu vai ter que devolver 300 000 reais captados na lei Rouanet



Fonte: VEJA
Saiu publicado no Diário Oficial uma portaria do Ministério da Cultura solicitando a devolução de recursos da lei Rouanet. De acordo com o texto, o ator José de Abreu terá de devolver 300 000 reais captados para a turnê do espetáculo Fala, Zé pelo Sudeste
A Orquestra Sinfônica Brasileira também está na lista. Terá de devolver 2 milhões de reais.

Comentário do postador:
Para quem não lembra, este cidadão foi aquele que em abril último, cuspiu em um casal, em um restaurante de São Paulo, porque o casal defendia o impeachment da ex-presidente Dilma. O fato foi noticiado pelas televisões. Depois, no Programa do Faustão, ele soltou as macacas, dizendo que quem apoiava o impeachment era golpista, porque os governos do PT sempre tinha agido com honestidade, ética, e transparência.Agora tá explicado a razão de tantas “loas” e defesas aos governos lulopetistas...

A esperança que vem do céu: Seminário São José de Crato celebrará missa na intenção de um bom inverno


Fonte: Site da Diocese de Crato
– Em oração, rogando a Deus por intercessão de São José, a Santa Missa está marcada para as 19h, deste sábado, no Seminário.
O Seminário São José, em Crato, tem a tradição de celebrar, todo dia 19, exercícios espirituais em louvor ao esposo da Virgem Maria, seguido de Santa Missa e bênção do Santíssimo Sacramento.
Este mês, a tradição carrega um significado especial para o sertanejo. É que a “Hora da Graça”, como também é chamada, será celebrada na intenção de um bom inverno, de modo garantir safra e mesa farta para o povo de Deus que convive com o semiárido.
O Missal Romano (Ed. Paulus, 6ª edição), inclusive, traz o rito de várias Missas “em diversas circunstâncias da vida pública”, entre elas para pedir “as chuvas necessárias”.
Na tradição católica, o dia de São José é de súplica. O santo, pai de Jesus Cristo, era carpinteiro, mas acredita-se que em épocas de plantio e colheita ele também trabalhava na agricultura.
Por marcar, então, a chegada de um período mais chuvoso, o dia 19 de março foi simbolicamente escolhido para celebrar o santo, que virou patrono dos agricultores e declarado pelo papa Bento XV como patrono da justiça social.


"Um lobo sempre gera outro lobo" (provérbio árabe)


O furúnculo explodiu – por Ruy Castro

O Brasil parece em guerra contra o Brasil. Segundo estatísticas relativas a 2015, a cada nove minutos alguém no país foi vítima de algum tipo de assassinato — homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, assalto com morte ou morte decorrente de ação policial. Significa que, em um ano, 58.492 pessoas sofreram morte violenta. Em termos de violência contra a mulher, os números são ainda mais espantosos: houve 45.460 estupros, ou 125 por dia — apenas entre as ocorrências registradas. E sabe-se lá quantas agressões a homossexuais, negros, índios, mendigos e animais.

Essa brutalidade tem seu equivalente na área institucional. Políticos insultam juízes. Senadores chamam-se uns aos outros de canalhas e engolem o insulto. E a desmoralização do setor público, flagrante há anos, rebaixou a atuação política à pancadaria — a ordem é, primeiro, ocupar, agredir e depredar; depois, alegar que o poder não aceita discutir. Mas como discutir entre palavras de ordem, socos e pontapés? Ninguém mais pode se fazer somente de vítima — os bandos que incendeiam pneus, infernizam as cidades, invadem as câmaras e as assembleias e destroem patrimônio público e privado cobrem agora todo o espectro político.

Repórteres são ofendidos e atacados em manifestações, ao vivo, por ativistas de rosto coberto. A tragédia de Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes, morto pelas costas por um rojão lançado por dois black blocs, ameaça se repetir.

Em Goiânia (GO), um pai matou a tiros o filho de 20 anos, por não aceitar suas posições políticas, e se matou em seguida. Não foi um rompante, mas o clímax de um processo que devia ser uma fonte diária, de parte a parte, de suplício familiar. Quantas outras famílias não estarão vivendo esse suplício?
O furúnculo nacional finalmente explodiu.
(Publicado na “Folha de S.Paulo”, edição de 18-11-2016)

Coisas da República: dois pesos e duas medidas



Pega na mentira (por Cristina Rocha Azevedo)
O Ministro da Defesa, Raul Jugmann,  espera punição exemplar para os invasores da Câmara dos Deputados  e a Polícia Federal abre inquérito para investigar invasores do Congresso. Poderíamos pensar que este é um país onde impera a ordem. Mentira!
Polícia e Ministério Público são exemplares na hora de punir 50 cidadãos que protestaram na Câmara dos Deputados, mas  são incapazes de fazer os invasores das escolas e universidades  públicas  desocuparem os prédios para que a maioria possa ter aulas. Polícia e Ministério Público são incapazes também de coibir as ações criminosas da CUT, do MST e do MTST, que infernizam a vida dos cidadãos de bem. Essa gente faz o que bem entende sem que ministros ou a Polícia Federal sequer pensem em identificá-los.
E-mail: crisrochazevedo@hotmail.com
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Iguais perante a lei?  (por Humberto Schuwartz Soares)
Os manifestantes quebraram uma porta de vidro, invadiram a Câmara dos Deputados, foram presos e estão sujeitos a pena de reclusão de dois a seis anos. Já o MST e o MTST, nas suas inúmeras manifestações, com tumultos e danos materiais, nunca foram responsabilizados e jamais sequer se cogitou de penas de reclusão. Embora conste na Constituição da República que todos são iguais perante a lei...
E-mail: hs-soares@uol.com.br

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Agora é caso de polícia...  (por Frederico Foutoura Leinz)
Como sempre, o exemplo veio de cima. Enquanto invadiam e depredavam o patrimônio das escolas, universidades, fazendas, interditavam ruas, avenidas e rodovias com pneus em chamas, o governo federal achava normal e nenhuma atitude tomou. Ao contrário, deixou a bandalheira correr solta. Agora, quando atinge diretamente os políticos, aí, sim, é caso de Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia do Congresso Nacional, prendendo e fichando todos os “ocupantes” para que paguem uma porta de vidro quebrada. É o País descendo a ladeira em alta velocidade!
E-mail fredy1943@gmail.com

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

"Tropeirismo Nosso" - Antônio Alves de Morais.


Recebi um exemplar da Edição de "Tropeirismo Nosso", da autoria de Antônio Gonçalo de Souza, varzealegrense  do Sanharol radicado em Fortaleza analista da Central de Credito do Banco do Nordeste do Brasil S/A.

Li de um fôlego. Leitura prazerosa que nos faz reviver os bons tempos de menino no Sanharol. O autor  mostra todo seu amor por sua ascendência e, descreve com esmero  e precisão  a  magnifica história de vida e de exemplo  de seu pai  Mundinho e seu Avô Antônio de Gonçalo.

Os meus  parabéns pela  bela obra literária recomendo a leitura.

Grande abraço a todos da família Gonçalo Araripe do Sanharol.

Para adquiri  a preciosa obra:

1) Em Fortaleza – CE.

a) LER LIVRARIA (a empresa dispõe de lojas nos Shoppings ALDEOTA, PÁTIO DOM LUÍS, NORTE SHOPPING e SHOPPING PARANGABA e ainda nas Ruas Germano Franck, nº 300 e Lineu Machado, nº 419  );
b) Banca de revista “O CABEÇA” (Av. senador Virgílio Távora, nº 617 – Meireles – Fortaleza – CE);
c) Banca de revista “TACIANA” (Rua Pereira Valente, nº 995 – Meireles – Fortaleza – CE).

2) Várzea Alegre – CE:
a) Loja Shalon
b) Jane Papelaria

3) Crato – CE:
a) Banca de revista da Praça São Vicente – Centro – Crato – CE.


Novo abalo na República: Preso hoje, ex-governador Sérgio Cabral chefiou esquema de propina de R$ 224 milhões, diz Ministério Público Federal

Em nova fase da Lava Jato, PF investiga o desvio de recursos federais em obras realizadas pelo governo do Rio na gestão do peemedebista
Segundo a Lava Jato, 'foi identificado que integrantes da organização criminosa de Sérgio Cabral amealharam e lavaram fortuna imensa, inclusive mediante a aquisição de bens de luxo, assim como a prestação de serviços de consultoria fictícios'
O Ministério Público Federal afirmou em nota nesta quinta-feira, 17, que a Operação Calicute, nova fase da Lava Jato, foi deflagrada para ‘aprofundar investigações sobre organização criminosa chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral – dedicada à prática de atos de corrupção e lavagem de dinheiro, composta por dirigentes de empreiteiras e políticos do alto escalão do seu Governo do Estado do Rio de Janeiro’. Segundo a Procuradoria da República, o ‘esquema envolvia o pagamento de propinas para a realização de obras públicas no Estado e posterior ocultação desses valores’.


Partido dos Trabalhadores - Coronel Ustra.


O PT chegou ao poder e, em vez de governar, resolveu tomar o estado. Ocupou milhares de cargos, levantando muitos milhões de reais em dinheiro publico roubado de estatais,  de fundos de pensão, de superfaturamento combinado com grandes empresas, com empréstimos falsos em bancos privados e públicos, em jogadas com agencias de publicidades fajutas. 

O PT/governo usou valérios e delúbios para distribuir essa grana grana para comprar políticos e fazer um gigantesca caixa dois para reeleger Lula e eleger Dirceu em 2010.

Esses revolucionários da corrupção não imaginavam, contudo, que um personagem rabelaisiano como Jefferson pusesse tudo a perder. 

Se Jeff não abrisse a caverna de Ali Babá, seriamos enganados até o fim dessa revolução ridícula.

Esta é a única verdade. Não adianta investigar mais, apenas conferir denúncias, cruzar dados, pois as próprias investigações podem virar tapadeiras e rota de fugas.

Esta verdade pode ser sufocada por milhares de meias verdades secundárias, moralismo, alegações jurídicas, regimentais, que sobral na justiça.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Para meditar - Olavo de Carvalho.


A incapacidade de um povo para perceber os perigos que o amaçam é um dos sinais mais fortes da depressão auto destrutiva que prenuncia as grandes derrotas sociais.

A apatia,  a indiferença ante o próprio destino, a concentração das atenções em assuntos secundários acompanhados de total negligencia ante os temas essenciais e urgentes, o torpor da vitima que, antevendo um golpe mais forte do que  poderar suportar, se prepara, mediante um reflexo anestésico, para se entregar  inerme e semi desmaiado nas mãos do carrasco, como o carneiro que oferece o pescoço a lâmina.

Mas quando o torpor não invade somente a alma do povo, quando toma também a mente dos intelectuais e a voz dos melhores, já não se ergue senão para fazer coro a cantilena hipnótica, então se apaga a ultima esperança de um redespertar da consciência.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

15 de novembro: Desordem e retrocesso

Fonte: Pró Monarquia
Nesta data, há 127 anos, um golpe de Estado derrubou a Monarquia Constitucional e impôs a República Presidencialista.
Naquela manhã de 15 de novembro de 1889, no Campo de Santana, o Marechal Deodoro da Fonseca - tendo sob seu comando 600 homens e 16 canhões - cercava o Quartel-General do Exército, onde estava o Visconde de Ouro Preto, Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro), quando bradou: "Viva o Imperador!". Pela força das armas, depôs-se o Gabinete. O líder militar, que na madrugada anterior estivera à beira da morte por conta de uma crise de dispneia, queria ele mesmo levar ao Imperador uma lista de nomes para compor o novo Gabinete.

Entre os revolucionários, havia uma profunda insatisfação com o Ministério, devido a uma série de desentendimentos entre políticos e militares. Ademais, o positivismo, com sua doutrina antimonárquica, pululava nos quartéis.
Até então, não se pretendia a mudança de forma de governo. O Marechal Deodoro era um monarquista convicto! Um ano antes, em carta ao seu sobrinho, alertava: "República no Brasil é coisa impossível, porque será uma verdadeira desgraça. Os brasileiros estão e estarão muito mal educados para republicanos. O único sustentáculo do nosso Brasil é a Monarquia; se mal com ela, pior sem ela."

O que o convenceu a assumir a causa dos republicanos foi a nomeação do senador gaúcho Gaspar Silveira Martins para sucessor do Visconde de Ouro Preto. Silveira Martins era arqui-inimigo do Marechal Deodoro, por terem, no passado, disputado o afeto da Baronesa do Triunfo, que acabou casando-se com o político. O fator decisivo para que se instaurasse a República foi o rancor por um amor não correspondido.

Desde aquele fatídico dia, o Brasil passou por 37 Presidentes, 6 Constituições (ou 7, para alguns constitucionalistas), golpes de Estado, diferentes moedas... A República tem sido marcada pela instabilidade política e econômica.
Mais uma vez, vivemos um momento turbulento de nossa História. Em meio a este cenário conturbado, surge um caminho de saída: a Monarquia Parlamentarista. Uma mudança de regime e forma de governo, adaptando à atualidade o modelo que teve tanto sucesso no passado.
   
          

Coisas da República: Projeto acaba com feriado da proclamação da República


Proposta em tramitação na Câmara dos Deputados acaba com o feriado de 15 de Novembro, instituído em comemoração ao dia da Proclamação da República. A proposta altera a Lei 662/49, que definiu os feriados nacionais.
O deputado Newton Cardoso (PMDB-MG), autor do Projeto de Lei 6757/13, argumenta que, ao contrário do feriado de 7 de Setembro, que marca a independência do Brasil, a proclamação não teve participação popular e, portanto, não gerou na sociedade o sentimento cívico que há em outras celebrações.
O autor cita informações do livro “1889”, do jornalista Laurentino Gomes, para embasar seus argumentos. “Laurentino Gomes tem completa razão em afirmar que o feriado da Proclamação da República é um feriado sem reconhecimento e apoio do povo brasileiro, uma vez que é aproveitado apenas para mais um dia de descanso”, afirma.
De acordo com o livro, “o feriado da Proclamação da República é uma festa tímida, geralmente ignorada pela maioria das pessoas”.
O deputado destaca ainda que algumas celebrações regionais, como o 2 de julho na Bahia (que marca a luta do estado pela independência do Brasil) e o 20 de setembro no Rio Grande do Sul (que celebra o início da Revolução Farroupilha), têm mais apelo popular do que o feriado nacional de 15 de Novembro.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Você sabia? Projetos apresentados para a Bandeira da "República dos Estados Unidos do Brasil"

Felizmente ficamos com o arcabouço da Bandeira do Império do Brasil, projetada pelo pintor Debret, sob inspiração do Imperador Dom  Pedro I. Tiraram apenas o belo brasão da Monarquia e colocaram a esfera azul da noite estrelada (eles dizem que é da manhã, quem já viu manhã com estrelas?) de 15 de novembro de 1889.
Menos mal.
Mas abaixo reproduzimos as sugestões dos golpistas republicanos para uma nova bandeira no início da República. Nenhuma foi aproveitada. Alias são todas feias..

Em 1888:
Em 1889:
Em 1890:
Em 1890:
Em 1892:
(Postado por Armando Lopes Rafael)


15 de novembro de 1889 – As verdades que a República esconde (Parte I)

Site: Veja
Como a República foi implantada por um golpe militar
 O marechal Deodoro da Fonseca, no Campo de Santana, no Rio, reúne 600 militares e uns poucos civis para destituir a Monarquia brasileira, sem derramar uma gota de sangue. Em cerimônia improvisada na Câmara Municipal carioca, a República é proclamada. Chegado o momento das comemorações, constata-se que não há símbolos para celebrar a mudança de regime. Canta-se "A Marselhesa", hino da França, e é hasteada uma bandeira com desenho semelhante à americana nas cores verde e amarelo. É urgente, percebem os republicanos, substituir os símbolos do regime.

Como narram os jornais da época, o povo brasileiro mal entendia o que se passava. Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva, Silva Jardim, protagonistas do movimento republicano que Brasil, eram pouco conhecidos dos brasileiros. "Ninguém parecia muito entusiasmado", anotou o correspondente do New York Times. "O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que aquilo significava", escreveu Aristides Lobo no Diário Popular.

Na tentativa de conquistar o apoio da população até então alheia a troca de regime, os republicanos esforçaram-se nos meses seguintes para criar e difundir marcas da República – e apagar vestígios do Império de Dom Pedro II. Cidades se encheram de estátuas e outros monumentos à República. Ruas, praças e repartições com referências à monarquia mudaram de nome. Mas as grandes apostas de exaltação da República seriam: uma nova bandeira, um novo hino e um novo herói – ou quase isso.