Em meados da década de 50 do seculo passado, exatamente em 1956, foram acertadas duas partidas de futebol entre as equipes de Varzea-Alegre e Lavras de Mangabeira. Ficou acertado que o jogo de ida seria em Lavras e que o juiz seria Anildo Batista, importado de Crato, com todo o poder e decisão para que não houvesse interveniencia do poder local. Contrato firmado e assinado por Luiz Otacilio Correia prefeito de Varzea-Alegre e pelo Coronel Raimundo Augusto reprersentante de Lavras da Mangabeira.
O Jogo transcorria normalmente até 40 minutos do segundo tempo quando um zageiro de Lavras segurou o atacante de Varzea-Alegre Nenên de Canuta pela cintura dentro da pequena área. O juiz marcou penalte. Começou o sururu, o cu de boi. Foi não foi. Bate não bate. Chamaram o Coronel Raimundo Augusto que do alto de sua sabedoria e disciplina chamou o juiz da partida e disse: O senhor é quem conhece a regra. Marcou tá marcado. Mande bater. Bateram o penalti e converteram em gol. Terminada a comemoração o Coronel Raimundo Augusto chamou o Juiz e determinou: Agora mande bater dois do outro lado.
Penaltis batidos, convertidos em gols e resultado revertido. 2 x 1 para o Coronel.
Dedicado ao pessoal do Futebol Master de Vàrzea-Alegre.

muito bom este caso,e aquele ditado, Manda quem pode obedece quem tem juizo.Essa foi boa.
ResponderExcluirÉ ISSO MESMO VALDO CONCORDO COM VOCÊ; A DE HAVER PESSOAS que não acreditam em um caso desse contado pelo Moraes. pode ri os que quiserem pois desse tipo eu tenho certeza que Moraes tem muito pra contar todos verdadeiros.
ResponderExcluirValdoester e Claudio.
ResponderExcluirvejam a habilidade do Coronel Raimundo Augusto. Deixou bater o penalti e, determinou a cobrança de dois do outro lado. Acabou o fuzuê sem brigar com ninguem. E ganhou o jogo.
Dar um mote:
Se Raimundo Augusto botou Lampião pra correr,
Um juizinho qualquer ia deixar de atender.
Abraço para os dois.
ffMorais, a história foi ótima! Mas, peraí, vamo arrumar esse mote. O mote tá pobre, mas também você num é pueta. É até de se entender. Acho que temos que ajustar a contagem métrica e a rima está muito pobre, e pobresa respeitável só na vida real.
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