O contrário do jornalista covarde é o jornalista honrado, que não se vende.
Mário Sabino dedicou sua coluna na Crusoé a um exemplo de honradez: Rodrigo Rangel.
Eu, Diogo, me associo a ele. Rodrigo Rangel encarna o que a imprensa tem de melhor.
Ainda existe jornalismo sério, independente e que não se vende. Muito raro, mas existe.
Ainda existe jornalismo sério, independente e que não se vende. Muito raro, mas existe.
ResponderExcluir