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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


domingo, 30 de julho de 2023

ICONOCLASTIA - Por Wiltom Bezerra, comentarista generalista.

Com os campeonatos virando provas de resistência, jogar futebol não é atividade para os fracos.

Jogar bem e bonito tem prazos de validade cada vez mais reduzidos.

O Fluminense, de Fernando Diniz, e o Palmeiras, de Abel Ferreira, são exemplos disso.

O Botafogo impõe uma alta rotação de jogo e tem sustentado a onda de forma admirável.

Mas, as apostas do seu declínio já estão sendo feitas pelos "especialistas" do fracasso.

Considerado "fogo de palha", a princípio, o time da estrela solitária continua firme na liderança isolada do Brasileirão.

Quando clamamos por grandes  times jogando um futebol de alto nível, existe uma corrente que se diverte mais com a decadência.

São desejos iconoclastas de derrubar o líder, o grande time, a boa escola de futebol.

É impressionante a necessidade de assistir a destruição de quem se tornou forte.

Como se isso fosse a essência do futebol.

Depois de constatada uma queda, a necessidade de internalizar outra. Segue a insatisfação.

Isso não é torcer futebol. É outra coisa.

Um comentário:

  1. Num campeonato de pontos corridos quando uma equipe coloca mais de dez pontos à frente dos demais é muito difícil superá-la.

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