segunda-feira, 10 de junho de 2019

A humanidade se alimenta de informações - Antônio Alves de Morais.


O pouco que conheço da história e memória, do passado de Várzea-Alegre, provem de conversas com pessoas mais velhas conhecedoras de informações e da leitura de livros editados por iniciativa  de pessoas ligadas ao estudo da genealogia e da verve do povo. 

Povo sem passado é povo sem futuro. O primeiro livro  editado por um  varzealegrense foi "O Passado no presente" da autoria  do senhor Pedro Gonçalves de Morais, o conhecido Pedro Tenente. "Editado em 1933, pela Editora Ramos e Pouchain - Fortaleza – Ceará”.

Depois vários autores editaram trabalhos os mais diversos. Até eu me "astrevi" escrever as historinhas do meu pai para distribuir com os afilhados dele, mesmo sabendo do crime de lesa literatura que  estava cometendo.

Por último tivemos a publicação de "O tropeirismo Nosso", obra do escritor, pesquisador e historiador Antônio Gonçalo de Sousa, foto.

Tropeirismo é um segmento que está esquecido, poucas pessoas conhecem atualmente, sua utilização está em desuso.

Meus cumprimentos ao meu amigo  e camarada Antônio Gonçalo de Sousa  por resgatar e não permitir que uma atividade dos tempos de antanho seja esquecida. 

Quando o tempo passar, o futuro chegar  recorreremos  ao seu livro como fonte de informações pra todo aquele  que precisar  conhecer a história.

Quem envergonha o Brasil é Lula - José Newmanne Pinto.


“Esse governo está destruindo o País, envergonhando o País”, disse Lula, em entrevista da cela de Estado-Maior no DPF de Curitiba, a DCM e Tucameia. 

Mentira. 

A verdade é que o Brasil em destroços foi destruído pela roubalheira e má gestão de seus dois governos e na gestão e meia de sua lambe-botas Dilma com complemento do ex-sócio Temer. 

Eles exportaram corrupção pelo mundo afora, promovendo o despudor além das fronteiras. E paralisando nossa economia com a permanência por cinco anos de depressão com 13,2 milhões de pobres desempregados e famintos.

ORÇAMENTO IMPOSITIVO DÁ CANETA AO CONGRESSO - Por Claudio Humberto.


Vai custar caro ao Brasil a aprovação vapt-vupt da regra, pela Câmara, que tornou impositivas as “emendas de bancada”. Os parlamentares definem quanto querem gastar e o governo é obrigado a pagar, simples assim. 

Hoje, cada deputado e senador dispõe de R$15,4 milhões para torrar em sua base eleitoral como quiser. E o céu virou o limite para o “cheque especial” das emendas bancadas pelo pagador de impostos. Gastos são vinculados a toda Receita Corrente Líquida (RCL) do Brasil.

Primeiro, parlamentares fixaram R$9,2 bilhões (1,2% da RCL) em “emendas individuais” só para 2019. São impositivas desde 2015.

Há também emendas de bancada (são 27, uma para cada unidade da federação), que em 2020 vão aumentar quase 50% para R$6,7 bilhões.


MESSI - Wilton Bezerra, comentarista esportivo.



A família de Messi era pobre e teve que se transferir para a Espanha em busca de melhores dias.
Frágil, o craque tomou hormônios na adolescência para ganhar força física e o Barcelona foi o seu porto seguro na caminhada em busca de condições ideais para jogar futebol.
Portanto, de origem humilde, Messi nunca exalou ressentimento social.
Dentro de campo, além do magnífico futebol que exibe, é um exemplo de honestidade.
Se tentam impedí-lo de desenvolver uma jogada, com o recurso da falta, procura se livrar e seguir em frente.
Derrubado, não reclama e nunca foi flagrado com simulações. O cai-cai nunca combinou com a sua genialidade.
Tem uma frase a respeito disso que considero genial: “Pedir para Messi simular quedas, é como pedir para Camôes usar gírias”.
Casou-se com uma garota do interior da Argentina, seu amor de adolescência, e despreza ostentações.
Bases de sustentação, moral e espiritual, do maior jogador do mundo.

domingo, 9 de junho de 2019

Fatos da História do Brasil não divulgados nas escolas e universidades públicas


O retorno do herdeiro da Princesa Isabel ao Brasil




    Após o golpe de Estado de 15 de novembro de 1889, que instaurou a República no Brasil, sem a participação do povo e até contra a vontade popular, o ilegítimo governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca forçou a Família Imperial Brasileira ao exílio na Europa. Toda a Família Imperial teve um coagido embarque, feito na madrugada de 17 de novembro, pois os republicanos temiam, e com razão, que tamanha injustiça causaria uma revolta popular, se feita à plena luz do dia.

     Foi o exílio político mais longo de nossa história, que durou por trinta e um anos, até que, em 1920, o então Presidente da República, Doutor Epitácio Pessoa, revogou a chamada “Lei do Banimento”, feita pelos golpistas de 15 de novembro de 1889. No ano seguinte, o Conde d’Eu veio ao Brasil, escoltando – de volta ao Brasil – os restos mortais de seus sogros, o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Dona Teresa Cristina, falecidos longe da Pátria. E em 1922, novamente a Família Imperial veio ao Brasil, a fim de participar das celebrações do Centenário da Independência, atendendo a convite oficial do Presidente Epitácio Pessoa.

    Entretanto, o retorno definitivo se daria apenas em 1945, quando o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil entre 1921 e 1981, conseguiu finalmente reunir as condições necessárias para se transferir para o nosso País, trazendo consigo sua esposa, a Princesa Consorte do Brasil, Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, e os quatro primeiros filhos pequenos (estes nascidos no exílio). Os outros oito Príncipes e Princesas, filhos de Dom Pedro Henrique da Princesa Dona Maria da Baviera, nasceriam no Brasil, ao longo dos catorze anos seguintes.

   Foi uma viagem difícil, com a Europa completamente devastada pela Segunda Guerra Mundial. A Família Imperial deixou a França, onde vivera exilada por cinquenta e seis anos, e atravessou a Espanha do Generalíssimo Francisco Franco em trem fechado, sem autorização para descer. Chegando a Lisboa, capital de Portugal, no final do mês de julho, passaram seis dias hospedados na casa de amigos, antes de embarcarem, no fim de julho ou no início de agosto, a bordo do navio português Serpa Pinto, com destino ao Rio de Janeiro.

      Após passar pela Ilha da Madeira, o navio precisou desviar seu rumo para em direção a Curaçau, nas Antilhas Holandesas, a fim de reabastecer, pois ainda havia um forte racionamento de combustível, resultado da guerra. No meio da travessia, chegou a notícia da rendição do Japão, no dia 2 de setembro, e todos a bordo comemoraram o fim definitivo da Segunda Guerra. Finalmente, após algumas semanas de viagem, o Serpa Pinto adentrava a Baía de Guanabara; sobre este momento, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, então menino de sete anos de idade, narra em suas memórias ainda inéditas:

“A névoa cobria a Baía de Guanabara na manhã de nossa chegada, e por isso nós só pudemos ver nesgas da maravilhosa paisagem: um pouco do Pão de Açúcar e, de vez em quando, o Cristo Redentor aparecia entre as nuvens, como para nos dar as boas-vindas e nos abençoar. 

“Entretanto, mais uma coisa me impressionou profundamente nesse dia: foi o modo como os monarquistas brasileiros, que tinham vindo a bordo para nos receber, cumprimentavam meus Pais e a nós, crianças. Havia algo de respeito, de veneração e de esperança, mais nos seus gestos que nas suas palavras, que me fez sentir claramente que eu tinha, do mesmo modo que meu Pai, uma missão, um dever para com o País que eu via pela primeira vez. 

“Creio que, para mim, foi uma graça de Deus o fato de que o Rio de Janeiro estivesse coberto de névoa quando chegamos, pois é possível que o panorama da Guanabara, à luz de um belo dia de sol, de tal maneira me deslumbrasse, que eu não teria percebido algo de muito mais alto, que eram as almas dos brasileiros que nos acolhiam e o dever que isso significava para mim.”

Foto: Suas Altezas Imperiais e Reais o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, sua esposa, a Princesa Consorte do Brasil, Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, e seus cinco filhos mais velhos, Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Luiz de Orleans e Bragança, e Suas Altezas Reais os Príncipes Dom Eudes, Dom Bertrand e Dom Pedro de Alcântara e a Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, em Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, entre o final de 1945 e o início de 1946.

(Matéria publicada no Facebook da “Pró Monarquia e postado por Armando Lopes Rafael)

Tradição e monarquia no apoio a Bolsonaro


Fontes: excertos a partir do Site “The intercept Brasil” e edição do “Estadão” de 09-06- 2019.


Monarquistas homenageiam o Imperador Dom  Pedro II, em sessão solene na Câmara dos Deputados (11/12/2017, durante o governo de Michel Temer). Foto: Gilmar Feliz/Câmara dos Deputados

“O movimento monárquico está mais vivo do que nunca”, disse o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, em entrevista ao programa "The Noite", de Danilo Gentili (SBT). E é verdade. Cento e trinta anos após a proclamação da República, o movimento nunca esteve tão forte no Brasil e hoje, como toda fauna extremista de direita, se encontra embutido no bolsonarismo. A vitória de Bolsonaro é também uma vitória dos monarquistas.

       Para Olavo de Carvalho, um dos mandachuvas do governo, Dom Bertrand é “o brasileiro mais patriota” que já viu na vida", “o sujeito que mais estudou os problemas do Brasil, que mais busca soluções”. Assim como Olavo e o atual ministro do Meio Ambiente, Dom Bertrand é um antiambientalista que nega o inegável aquecimento global. Ele é autor do livro “Psicose Ambientalista – Os Bastidores do Ecoterrorismo para implantar uma Religião Ecológica Igualitária e Anticristã”. É também dirigente do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, uma associação ultracatólica criada para defender o legado e os valores da TFP. O site do Instituto Plínio Correa de Oliveira  diz que sua missão é “mobilizar a sociedade civil e preservar a Civilização Cristã, ameaçada pela Revolução anticristã”. O príncipe Dom Bertrand também compartilha a homofobia do atual Presidente da República: “Eu vejo o homossexualismo como um defeito”. (Site:“The intercept Brasil”)

       Já conforme a matéria do "Estadão" deste domingo:  “Era dia de manifestar apoio à pauta conservadora do governo de Jair Bolsonaro. O príncipe Dom Bertrand se encontrou com o engenheiro Adolpho Lindemberg na quarta-feira (05 de maio) no casarão que abriga a sede do Instituto em Higienópolis, no centro de São Paulo. Defendem que a fé cristã seja ensinada às tribos indígenas como forma de levar a civilização a esses povos. A outra agenda era a da “reconstrução do Brasil”. “A obra do PT nesses anos todos tinha um denominador comum: “a destruição do que restava de cristandade no País”.

          “Temos de tomar cuidado, pois estão querendo lançar uma discórdia entre os conservadores e nós devemos evitar isso. O momento é de reconstrução nacional, pois o País foi saqueado”, afirmou Dom Bertrand. O príncipe se encontrou com Adolpho Lindemberg na quarta-feira. A pauta conservadora do governo agrada aos dois. Eles aplaudem os compromissos da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, com a vida “desde sua concepção até a morte”, com a família tradicional formada por homem e mulher e com o direito sagrado de os pais educarem seus filhos. Também apoiam a luta travada pelo governo contra o que chamam de ecoterrorismo, o ambientalismo no qual enxergam a “insidiosa transformação de vermelhos em verdes”. Para o príncipe, “Deus criou a natureza para nós, homens”. “O homem é o jardineiro de Deus. E eles (ambientalistas) acham que o homem é o grande predador.”

         Como Bolsonaro, os dois criticam a política indigenista dos governos anteriores. Defendem que a fé cristã seja ensinada às tribos como forma de levar a civilização a esses povos. Tanto um quanto outro também compartilham das ressalvas do presidente ao “movimento negro”, a quem acusam de fomentar o racismo. “Todos temos sangue negro em nossas famílias. Até na minha. Uma pesquisa encontrou um negro chamado Ludovico Moro”, revelou o Príncipe Dom Bertrand. Seu colega concordou. “Essa insistência do movimento negro cria o problema racial no Brasil, problema que nunca houve.”
 (Estadão, 09-05-2019).
Postado por Armando Lopes Rafael

RELATÓRIO DA REFORMA SERÁ VOTADO PRÓXIMO DIA 18 - Por Claudio Humberto.


O governo trabalha com a data limite de 18 de junho para a votação da proposta de Emenda à Constituição da reforma da Previdência na comissão especial que analisa o texto na Câmara. 
A partir dessa votação na comissão, a estimativa é de que em até um mês, até 18 de julho, a PEC seja analisada no Plenário da Câmara. 
Ao contrário de outras propostas do governo, a articulação da reforma da Previdência está sendo conduzida pela equipe técnica do Ministério da Economia.
Segundo estimativas do próprio governo federal, já existem votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência na Câmara.
O governo estima ter entre 320 e 330 votos na Câmara dos Deputados a favor da reforma da Previdência. Há estimativas até mais folgadas.

sábado, 8 de junho de 2019

Newmar indesejável - Por Wilton Bezerra, comentarista esportivo.

Há poucos dias, nesse espaço, falei sobre as celebridades e seus comportamentos difíceis.
O que nos causa espécie é a falta de instinto de autopreservação desses ídolos que são arquétipos, heróis para as pessoas.
O exemplo maior do desvio de conduta de uma figura inspiradora em sua arte foi o argentino Maradona, um dos maiores jogadores do mundo.
Cheirou cocaína, foi para Cuba, tirou fotos com Fidel Castro, peronista e falastrão, se gabava de ter feito um gol de mão numa Copa. Para completar, foi flagrado, também durante uma Copa, usando preparo químico para jogar.
Outras figuras notáveis, como Messi, fazem o contraponto: são anódinas em suas declarações e preferem posições seguras no comportamento.
É chato dizer, infelizmente, que Neymar, nosso maior jogador, por pouco não se transforma numa espécie de “lixo atômico”, que ninguém quer por perto por receio de contaminação.
Antes da contusão nos ligamentos do tornozelo, uma emissora carioca anunciava na última terça-feira, um possível afastamento do jogador das disputas da Copa América, em função do escândalo de suposto estupro praticado por Neymar.

A falta de espírito esportivo do craque é pública e notória, como resultado de um processo protetor e bajulatório na sua formação.
E Neymar não para de criar problemas e o ambiente da seleção brasileira, às portas de uma Copa América, iria sofrer com isso.
Não é a primeira vez que o craque deixa o escrete na mão.

Maioria do STF diz que venda de subsidiária não precisa de lei específica - O Antagonista.



Já existe maioria de 6 votos entre os 11 ministros do STF para dispensar a necessidade de lei específica para a venda de cada subsidiária de uma estatal.

Basta que a lei que autorizou a criação da empresa pública preveja a possibilidade de desinvestimentos — como é o caso da Petrobras.

Ainda não há clareza no julgamento quanto à necessidade de licitação, nos moldes previstos pela Lei de Licitações, válida para todos os órgãos públicos.

Mas quase todos dizem que deve haver algum tipo de processo competitivo para a compra das ações, quando o negócio levar à perda do controle acionário pelo Estado.

Informação desvirtuada - Antônio Alves de Morais.


85% dos pais desaprovam o fim da multa para quem transportar criança sem cadeirinha. Logo se conclui que eles usam para não serem multados e não na segurança das crianças.

A lei continua igual era, não desobriga ninguém de usar a cadeirinha, apenas não multa quem não faz uso. 

Os responsáveis é que devem saber o valor de suas crianças.


Um monstro - Antônio Alves de Morais.


Há poucos anos o treinador Renê Simões disse que o Brasil estava criando um monstro. Referia-se ao jogador Newmar.

Hoje o monstro está a mostra, pronto para consumo. O dinheiro é muito, serve a toda falta de honradez, decência e caráter. Contaminado pelo segmento futebol que já é podre e os demais envolvidos.

Vê advogados de uma cliente se reunindo com os defensores e o pai do acusado só num pais dominado pela corrupção e fraude como o Brasil. Onde já se viu, quanto deve ter custado ao acusado a desistência do advogado de sua acusadora?

Até quando a OAB vai ampará desmandos de advogados acusados de crimes como dois que foram  trancafiados, presos pela justiça está semana? Que a CBF defenda irresponsáveis do tipo Newmar se compreende, trata-se de uma instituição atolada em corrupção e sem moral.

Há  ex-presidente preso no exterior, outros denunciados no Brasil e que não são capazes de botar o pé fora do país porque sabem que serão presos. 

Difícil entender como um povo ainda defende um bandido do tipo. Certamente nunca ouviram falar de atletas do porte de Gilmar, Mauro, Zito, Nilton Santos, Zagalo, Didi, mais recente  Zico, Junior, Sócrates, Falcão e tantos outros craques da bola e da responsabilidade, caráter e honra.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Uma vez PT, sempre PT - Por Augusto Nunes.


Dos seis senadores do PT, um não deu as caras no plenário e cinco rejeitaram a medida provisória concebida para erradicar a praga da fraude no INSS, aprovada nesta terça por 55 votos.

Falta pouco para que a seita que tem num corrupto engaiolado seu único deus oficialize a "Bancada da Ladroagem".   

O triste fim de Lula - Antonio Alves de Morais.



Quem teve a desventura de ouvir os áudios  do Lula autorizados pela justiça  conheceu o quanto Lula é seboso, nojento, canalha, debochado e mal caráter. Num deles ouve-se o seu tratamento com  o ministro Jaques Vagner : "Galego".  

Hoje o galego disse no senador : Querem  resolver essa bagunça soltem o Lula. Quanto é que o PT vai entender que Lula faz parte do time de Sérgio Cabral, José Dirceu e outros bandidos competindo para ver quem será condenado a penas maiores? 

Ontem, um juiz de outra instancia que não é a de Curitiba tornou réu pela 7% vez. Lula não passa de um rato de esgoto.  Só os defensores da seita não  compreendem.