sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
Dupla coincidência - Antonio Alves de Morais.
Falta Gratidão e reconhecimento - Antônio Alves de Morais.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
Rir faz bem, então vamos rir - Antonio Alves de Morais
Dizem que ri faz bem a saúde. Então vamos ri.
A SAUDADE COMO EXERCÍCIO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Lá vem o exercício da saudade descendo a ladeira, para aliviar nossas aflições existenciais.
O passado é o que ficou e as velhas fotografias nos conduzem.
Há uma profunda delicadeza entre as lembranças do passado e as incertezas do futuro. Futuro que, no nosso caso, é o "daqui a pouco". O mesmo que pegar um trem para dentro de nós mesmos.
Ô saudade para machucar os nosso combalidos corações. Mas, não me venham com tristeza, que eu a rejeito.
Percebemos, no olhar demorado sobre as fotos antigas, o que a ferrugem do tempo fez com os nossos ares juvenis.
Como diz uma velha carpideira: "Não devia ser assim. Voou como um passarinho".
E o passarinho nada mais é do que o tempo atrás de alma nova, deixando um rastro da saudade.
Tudo mudou. Até nós mudamos.
Quais eram as verdades do tempo passado? Ora, isso não interessa.
Guardamos certas coisas, por achar que um dia vamos precisar delas. Ou, para que não caiam na lixeira da memória.
Tudo vale, ou não me chamo Wilton Bezerra, um homem saudosista.
Fiquemos com o poeta Antônio Pereira:
“Se quiser plantar saudade
Esquente bem a semente.
Plante num lugar enxuto
Onde o sol seja bem quente
Se plantar no molhado
Quando crescer mata a gente.”
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
ENCONTRO COM O COMPOSITOR FAUSTO NILO - Por Antonio Gonçalo de Sousa.
Sábado passado (11.02.2023) tive a surpresa agradável de encontrar com o compositor Fausto Nilo. O fato aconteceu no "Sinfonia Bar", local simples, mas bom, do Bairro Varjota - Fortaleza. Afinal, muito apropriado para a humilde e disponível pessoa que ele é, apesar do talento como arquiteto e letrista de renome nacional, com centenas de músicas gravadas pelos maiores cantores do Brasil.
O encontro aguardado por mim há meses, vinha sendo engendrado pelo dono do estabelecimento, Luis Alberto (Luiz do Violão) - um ex-guitarrista do "Conjunto os Brasas"de Fortaleza - e pelo ex-senador Flávio Torres, uma espécie de líder do grupo de amigos, onde um dos componentes é o Fausto Nilo. Eu, como apreciador e às vezes "arranhador" de violão, estou sempre por lá, curtindo o talento e a diversidade de rítimos que eles tocam ao vivo.
Minha intenção inicial era só entregar-lhe o livro TROPEIRISMO NOSSO, que escrevi com a colaboração do meu irmão José Gonçalo. Mas quando lhe falei que havia trabalhado 10 anos em sua terra natal (Quixeramobim) e que havia sido colega de Agências no BNB dos seus dois irmãos, Benjamim e Luiz Costa (ambos já falecidos), ele me chamou para uma mesa reservada e trilhamos um conversa gostosa e interessante.
Lembramos das lides dos seus pais e parentes, que como clientes do Banco e fazendeiros, eram visitados regularmente por mim, que exercia a função de Técnico de Campo daquela instituição. Inclusive, lembrei-lhe que cheguei a fiscalizar até sua Fazenda Descanso, fato que o fez rir e comentar sobre sua decepção de si próprio como agropecuarista. Falou-me um pouco sobre suas criações musicais, seus trabalhos como arquiteto e, também, das tristes perdas de seus pais e irmãos e de outros parentes e amigos que já foram para Deus.
Depois dessa boa conversa, desculpei-me do grupo por ter dispendido tanto tempo com a "estrela" da festa, certo de que não faltarão outras oportunidades para alargarmos os assuntos sobre causos históricos de Quixeramobim, Quixadá e outros municípios do Sertão Central do Ceará, onde trabalhei por 23 anos, e sou grato por voltar sempre para visitar amigos, filha e neta que moram por lá.
domingo, 12 de fevereiro de 2023
O DILEMA DE JAIR BOLSONARO - Por Revista Oeste.
Na Flórida desde que deixou Brasília, o ex-presidente se vê diante de um impasse: "voltar a Brasília e provavelmente ser preso ou permanecer nos Estados Unidos e correr o risco de cair no anonimato".
Moro: "Sou oposição e não tenho relação com indicação de cargos pelo União Brasil" - Por o Antagonista.
O senador Sergio Moro (foto) afirmou que, apesar de seu partido, o União Brasil, ter indicado três ministros e negociar outros cargos no governo Lula, ele fará oposição ao Planalto.
“As lideranças do União Brasil têm reiteradamente afirmado que o partido é independente e que caberá aos congressistas definirem suas linhas de atuação.
Eu, desde o início, me posicionei como oposição racional e democrática. Não acredito nas pautas do PT. Fechamento da economia, fim das privatizações, a tentativa de destruir o regime de metas de inflação, ausência de combate à corrupção. Sou contra tudo isso.
A decisão de algumas pessoas integrarem ao governo é delas, não tenho nenhuma relação com isso”, disse o ex-juiz da Lava Jato.
ESCÓRIA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Bolsonaro comemorou e festejou a soltura de Lula - Antônio Alves de Morais.
Enquanto Sérgio Moro foi Juiz as suas decisões eram respeitadas. Nenhum tribunal de instâncias superiores contestava suas sentenças. Por vezes, chegaram a aumentar a dozimetria.
Um dia, naquela reunião fatídica, liberada para o Brasil assistir pelo ministro do STF Celso de Melo, Bolsonaro disse que ia interferir na policia federal e se preciso demitir o ministro, e, foi mais além :"Não vou permitir que f... com a minha familia e os meus amigos".
Sérgio Moro se levantou e deixou a reunião e o governo.
Fica muito claro que Bolsonaro tirou o Juiz Sérgio Moro de Curitiba para proteger os seus filhos e amigos. Triturou o ex-juiz no governo a provocou o seu afastamento.
Levou azar.
Comemorou e festejou a soltura de Lula achando que seria fácil derrotá-lo. Se enganou. Se Sérgio Moro estivesse em Curitiba como Juiz, Lula ainda estava na cadeia.
UM VEXAME PARA ESQUECER O OUTRO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
O Flamengo é um desperdício na mão de gestores incompetentes. Uns deslumbrados.
Agora, não fez outra coisa se não aumentar a lista de vexames brasileiros no Mundial de Clubes.
Às portas de uma decisão importante, dispensam um treinador que deu certo, por entenderem que o mesmo era pequeno para as dimensões do clube.
Isso quando eles, os gestores, é que estão bem abaixo da grandeza do clube que dirigem.
Por frescuragem da grossa, decidiram que tinha de ser um treinador português, que lembrasse Jorge Jesus, cuja sombra não deixou a Gávea.
Contra o Al-Hilal, o rubro-negro não teve controle emocional ao perder um jogador expulso.
Não "cravou o punhá", como dizia o ex- treinador Carlos Froner, quando a oportunidade se apresentou no primeiro tempo.
Vítor Pereira mexeu mal e o time errou mais passes do que macumbeiro novo.
Não tem desculpa: foi um vexame monumental. Tudo mal planejado.
Puxar o coro "Real Madrid, pode esperar a sua hora vai chegar", foi uma dessas coisas ridículas.
Por essas e outras, o futebol brasileiro sofre sérios abalos no seu prestígio.
E perde para a fanfarronice de uma cartolagem deletéria.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023
A humildade triunfa sempre - Postagem do Antônio Morais
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
O último prefeito "udenista" de Crato -- por Armando Lopes Rafael
Não existe democracia sem oposição - Antônio Alves de Morais.
Senador Paulo Brossard.
No Brasil atual fala-se muito em "Estado Democrático de Direito e em Direitos Humanos. Pratica-se pouco.
Nota-se que quando a decisão é a favor é democracia, quando é contra é ditadura. Estão investigando um governador que disponibilizou defensores para pessoas presas.
O presidente pede para não judicializarem a política, o seu partido investe no Supremo Tribunal Federal para tirar o mandato de parlamentares eleitos pelo povo.
Não existe democracia sem uma oposição competente, organizada e independente. No pior momento da ditadura militar oito Senadores da Republica valiam por uma centena. Paulo Brossard - RGS, Marcos Freire - PE, Franco Montouro - SP, Tancredo Neves - MG, Henrique Santilho - GO, José Richa - PR, Nelson Carneiro - RJ, Mauro Benevides - CE, faziam frente e eram monitorados pelo governo.
Deputado Fernando Lira.
Na Câmara Federal não era diferente, Ulisses Guimarães - SP, Fernando Lira - PE, Odacyr Klain - RGS, Thales Ramalho - PE, Pais de Andrade - CE formavam outra frente de oposição.
Hoje estão todos do mesmo lado. Comenta-se que deputados do PT e o PL que se elegeram em posições antagônicas, estão formando um "Bloco Único" na Câmara Federal. Como dizia Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra.













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