sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Dupla coincidência - Antonio Alves de Morais.


Um criador de galinhas vai ao bar local, senta-se ao lado de uma mulher e pede uma taça de vinho. A mulher comenta: Que coincidência! Eu também pedi uma taça de vinho.

Hoje é um dia especial para mim - diz o fazendeiro - Estou a festejar.
Hoje é um dia especial para mim também! - diz a mulher - Eu também estou a festejar.
Que coincidência! - diz o fazendeiro.
Quando 'batem' as taças ele pergunta: O que é que a senhora está a celebrar?

Eu e meu marido há uns tempos que andamos a tentar ter um filho e hoje o meu ginecologista disse-me que estou grávida.

Que coincidência! - diz o homem - Sou criador de galinhas e durante muitos anos as minhas galinhas não eram férteis. Mas consegui! Elas hoje começaram a pôr ovos férteis.

Isso é ótimo - diz a mulher - Como é que conseguiu que as suas galinhas ficassem férteis? Usei um galo diferente - diz ele.

A mulher sorri, brinda novamente e diz:
Que coincidência!

Falta Gratidão e reconhecimento - Antônio Alves de Morais.

A escravidão, a mancha negra da nossa vida de povo civilizado, enquanto a libertação dos escravos é a mais bela pagina da nossa história, representa a libertação do homem.

Os negros apanhados a laço e em armadilhas nas selvas africanas, jogados em porões de navios negreiros e trazidos para o Brasil, onde eram vendidos em praça publica, viviam em senzalas, sujas, exalando um mau cheiro insuportável. 

No terreiro da fazendo, o tronco e as correntes prontos para tortura dos escravos que cometiam alguma falta. Depois de acoitados ficavam seminus, presos ao tronco por vários dias, ao sol e a chuva. 

As chicotadas cortavam-lhes as carnes e sobre as feridas era jogado sal, mais doloroso que a própria chicotada.

Coube finalmente, em 13 de Maio de 1888  a Princesa Isabel, no comando do governo do Brasil assinar a Lei Áurea declarando extinta a escravidão no Brasil.

Esta preleção inicial  me leva a refletir sobre a falta de reconhecimento com a Princesa Isabel pelo seu belo ato pelos favorecidos da nobreza que teve sua decisão. 

Louvam-se Saldanha Marinho, Luiz Gama, Silva Jardim, Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Quintino Bocaiuva, José do Patrocínio, Castro Alves e tantos mais, pessoas que pareciam está mais com o olho na república do que na abolição. E, o pior, os negros, os grandes beneficiados  com a lei são os que menos gratidão têm pela decisão corajosa e emanada da Princesa Isabel.

Na última consulta popular sobre regime de governo foram os negros quem  mais se manifestaram contra a monarquia, esqueceram que uma das causas da queda do império foi o gesto generoso e humanitário da Princesa Isabel pondo fim a escravatura. 
Grandes astros negros da televisão se transformação em peças publicitárias em favor da Republica. Parece até, que de propósito entenderam que a Monarquia era a patrocinadora da escravidão e não quem lhe deu fim.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Rir faz bem, então vamos rir - Antonio Alves de Morais


Dizem que ri faz bem a saúde. Então vamos ri.

Um idoso entra num ônibus, senta-se num banco bem em frente a um PUNK de cabelos compridos, com mechas verdes, azuis, rosa e vermelhas.

O velho fica olhando para o PUNK e o PUNK olhando para o velho.

O PUNK se invoca e pergunta: O que foi vovô? Nunca viu nada diferente não?

Então, o idoso respondeu : Quando eu era jovem, fiz sexo com uma arara, e, estou aqui me perguntando : Será que essa carniça é meu filho?

A SAUDADE COMO EXERCÍCIO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Lá vem o exercício da saudade descendo a ladeira, para aliviar nossas aflições existenciais.

O passado é o que ficou e as velhas fotografias nos conduzem.

Há uma profunda delicadeza entre as lembranças do passado e as incertezas do futuro. Futuro que, no nosso caso, é o "daqui a pouco". O mesmo que pegar um trem para dentro de nós mesmos.

Ô saudade para machucar os nosso combalidos corações. Mas, não me venham com tristeza, que eu a rejeito.

Percebemos, no olhar demorado sobre as fotos antigas, o que a ferrugem do tempo fez com os nossos ares juvenis.

Como diz uma velha carpideira: "Não devia ser assim. Voou como um passarinho".

E o passarinho nada mais é do que o tempo atrás de alma nova, deixando um rastro da saudade.

Tudo mudou. Até nós mudamos.

Quais eram as verdades do tempo passado? Ora, isso não interessa.

Guardamos certas coisas, por achar que um dia vamos precisar delas. Ou, para que não caiam na lixeira da memória.

Tudo vale, ou não me chamo Wilton Bezerra, um homem saudosista.

Fiquemos com o poeta Antônio  Pereira:

“Se quiser plantar saudade

Esquente bem a semente.

Plante num lugar enxuto

Onde o sol seja bem quente

Se plantar no molhado

Quando crescer mata a gente.”

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

ENCONTRO COM O COMPOSITOR FAUSTO NILO - Por Antonio Gonçalo de Sousa.



Sábado passado (11.02.2023) tive a surpresa agradável de encontrar com o compositor Fausto Nilo. O fato aconteceu no "Sinfonia Bar", local simples, mas bom, do Bairro Varjota - Fortaleza. Afinal, muito apropriado para a humilde e disponível pessoa que ele é, apesar do talento como arquiteto e letrista de renome nacional, com centenas de músicas gravadas pelos maiores cantores do Brasil.

O encontro aguardado por mim há meses, vinha sendo engendrado pelo dono do estabelecimento, Luis Alberto (Luiz do Violão) - um ex-guitarrista do "Conjunto os Brasas"de Fortaleza - e pelo ex-senador Flávio Torres, uma espécie de líder do grupo de amigos, onde um dos componentes é o Fausto Nilo. Eu, como apreciador e às vezes "arranhador" de violão, estou sempre por lá, curtindo o talento e a diversidade de rítimos que eles tocam ao vivo. 

Minha intenção inicial era só entregar-lhe o livro TROPEIRISMO NOSSO, que escrevi com a colaboração do meu irmão José Gonçalo. Mas quando lhe falei que havia trabalhado 10 anos em sua terra natal (Quixeramobim) e que havia sido colega de Agências no BNB dos seus dois irmãos, Benjamim e Luiz Costa (ambos já falecidos), ele me chamou para uma mesa reservada e trilhamos um conversa gostosa e interessante.

Lembramos das lides dos seus pais e parentes, que como clientes do Banco e fazendeiros, eram visitados regularmente por mim, que exercia a função de Técnico de Campo daquela instituição. Inclusive, lembrei-lhe que cheguei a fiscalizar até sua Fazenda Descanso, fato que o fez rir e comentar sobre sua decepção de si próprio como agropecuarista. Falou-me um pouco sobre suas criações musicais, seus trabalhos como arquiteto e, também, das tristes perdas de seus pais e irmãos e de outros parentes e amigos que já foram para Deus. 

Depois dessa boa conversa, desculpei-me do grupo por ter dispendido tanto tempo com a "estrela" da festa, certo de que não faltarão outras oportunidades para alargarmos os assuntos sobre causos históricos de Quixeramobim, Quixadá e outros municípios do Sertão Central do Ceará, onde trabalhei por 23 anos, e sou grato por voltar sempre para visitar amigos, filha e neta que moram por lá. 

domingo, 12 de fevereiro de 2023

O DILEMA DE JAIR BOLSONARO - Por Revista Oeste.

Na Flórida desde que deixou Brasília, o ex-presidente se vê diante de um impasse: "voltar a Brasília e provavelmente ser preso ou permanecer nos Estados Unidos e correr o risco de cair no anonimato".

Moro: "Sou oposição e não tenho relação com indicação de cargos pelo União Brasil" - Por o Antagonista.

O senador Sergio Moro (foto) afirmou que, apesar de seu partido, o União Brasil, ter indicado três ministros e negociar outros cargos no governo Lula, ele fará oposição ao Planalto.

“As lideranças do União Brasil têm reiteradamente afirmado que o partido é independente e que caberá aos congressistas definirem suas linhas de atuação. 

Eu, desde o início, me posicionei como oposição racional e democrática. Não acredito nas pautas do PT. Fechamento da economia, fim das privatizações, a tentativa de destruir o regime de metas de inflação, ausência de combate à corrupção. Sou contra tudo isso. 

A decisão de algumas pessoas integrarem ao governo é delas, não tenho nenhuma relação com isso”, disse o ex-juiz da Lava Jato.

ESCÓRIA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.


Impressiona como o axioma de Ulisses Guimarães continua atual no cenário politico brasileiro:. “Um novo Congresso será sempre pior do que o anterior”.
As razões são mais óbvias do que se pode imaginar.
Ora, se alguns novos deputados vão se corromper e quase nenhum dos corruptos vai se regenerar, o Congresso só tende a piorar.
Dá até rima.
É comum se ouvir que sempre foi assim.
Duvido, no entanto, que nas proporções que assistimos nos dias de hoje, com a renovação agressiva da escória política.
Digressiono e fico cada vez mais indignado com a naturalização de um troço desse.
Faço questão de repetir em minhas perorações: o Brasil não tem povo; tem população, o que é diferente.
Povo tem consciência de cidadania. População é massa manipulável, que assegura o festim diabólico dos corruptos. Se agarra com qualquer jacaré, pensando que é tronco.
Para minimizar os efeitos deletérios dessa situação, só se tivéssemos o poder de construir uma máquina de pensar para esse país.
Aí, já entraríamos no terreno da ficção.

Bolsonaro comemorou e festejou a soltura de Lula - Antônio Alves de Morais.

Enquanto Sérgio Moro foi Juiz as suas decisões eram respeitadas. Nenhum tribunal de instâncias superiores contestava suas sentenças. Por vezes, chegaram a aumentar a dozimetria.

Um dia, naquela reunião fatídica, liberada para o Brasil assistir pelo ministro do STF Celso de Melo, Bolsonaro disse que ia interferir na policia federal e se preciso demitir o ministro, e, foi mais além :"Não vou permitir que f... com a minha familia e os meus amigos".

Sérgio Moro se levantou e deixou a reunião e o governo. 

Fica muito claro que  Bolsonaro tirou o Juiz Sérgio Moro de Curitiba para proteger os seus filhos e amigos. Triturou o ex-juiz no governo a provocou o seu afastamento. 

Levou azar.  

Comemorou e festejou a soltura de Lula achando que seria fácil derrotá-lo. Se enganou. Se Sérgio Moro estivesse em Curitiba como Juiz, Lula ainda estava na cadeia. 

UM VEXAME PARA ESQUECER O OUTRO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

O Flamengo é um desperdício na mão de gestores incompetentes. Uns deslumbrados.

Agora, não fez outra coisa se não aumentar a lista de vexames brasileiros no Mundial de Clubes.

Às portas de uma decisão importante, dispensam um treinador que deu certo, por entenderem que o mesmo era pequeno para as dimensões do clube.

Isso quando eles, os gestores, é que estão bem abaixo da grandeza do clube que dirigem.

Por frescuragem da grossa, decidiram que tinha de ser um treinador português, que lembrasse Jorge Jesus, cuja sombra não deixou a Gávea.

Contra o Al-Hilal, o rubro-negro não teve controle emocional ao perder um jogador expulso.

Não "cravou o punhá", como dizia o ex- treinador Carlos Froner, quando a oportunidade se apresentou no primeiro tempo.

Vítor Pereira mexeu mal e o time errou mais passes do que macumbeiro novo.

Não tem desculpa: foi um vexame monumental. Tudo mal planejado.

Puxar o coro "Real Madrid, pode esperar a sua hora vai chegar", foi uma dessas coisas ridículas.

Por essas e outras, o futebol brasileiro sofre sérios abalos no seu prestígio.

E perde para a fanfarronice de uma cartolagem deletéria.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

A humildade triunfa sempre - Postagem do Antônio Morais


Não te reputes melhor que os outros, para não seres considerado pior por Deus, que conhece tudo que há no homem.

Não te ensoberbeças pelas boas obras, porque os juízos dos homens são muito diferentes dos de Deus, a quem não raro desagrada o que aos homens apraz.

Se em ti houver algum bem, pensa que ainda melhores são os dos outros, para assim te conservares na humildade.

Nenhum mal te fará te julgares inferior a todos; muito, porém, se a qualquer pessoa preferires. De continua paz goza o humilde; no coração do soberbo, porém, reinam o ciume e a irritação.

Tomás Kempis.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

O último prefeito "udenista" de Crato -- por Armando Lopes Rafael

  José Horácio Pequeno/ Credito: foto sobre foto:Wilson Bernardo

   Durante cerca de vinte anos – após a redemocratização do Brasil em 1946, com o fim da longa ditadura de Getúlio Vargas – um partido político, a União Democrática Nacional-UDN elegeu seguidamente todos os prefeitos de Crato.

   E a UDN só perdeu o comando político da (então) mais importante cidade caririense, por consequência da dissidência de uma importante e honrada liderança udenista local: o Sr. José Pinheiro Esmeraldo. Este era o candidato natural da UDN a prefeito de Crato nas eleições de 1962. No entanto foi preterido por membros do diretório municipal da sigla, que preferiram homologar o Dr. Derval Peixoto como o candidato da UDN. Desgostoso com a quebra do compromisso anteriormente firmado, José Esmeraldo se lançou por outra agremiação política, obtendo mais de mil e seiscentos votos, número elevado para aquela época. Com a UDN dividida, o vitorioso no pleito de 3 de outubro de 1962 foi o professor Pedro Felício Cavalcanti, candidato do PSD, partido que  pela primeira vez -- chegava ao poder em Crato.

José Horácio Pequeno foi assim o último prefeito udenista de Crato.
    Eleito em 1958 cumpriu seu mandato até início de 1963. Nascido em 29 de julho de 1895 ele era filho de Horácio Jácome Pequeno e de Maria de Alencar Pequeno, esta irmã do famoso coronel Nelson Alencar, do Lameiro. Horácio Jacome teria passado a vida no anonimato, não fosse o fato de ter sido assassinado – na trágica noite de 7 de novembro de 1903 – por sicários da guarda particular do então chefe político de Crato, José Belém de Figueiredo, fato ocorrido durante uma serenata. Esse assassinato foi o pivô da revolta popular – liderada pelo Coronel Antonio Luiz Alves Pequeno – que apeou do poder o Coronel José Belém de Figueiredo.

    José Horácio Pequeno descendia de importantes e tradicionais famílias cratenses, mas, devido ao atraso do meio em que vivia, pouco estudou. Isso não o impediu de se tornar um destacado comerciante de rapadura, farinha de mandioca, sementes oleaginosas e peles de animais, produtos de muita comercialização naquele tempo. Além do mais, ele gozava da fama de ser rigorosamente honesto em tudo que empreendia. Já como prefeito de Crato, enfrentou dificuldades não pensadas. A começar pelo fato de ser oposição ao governador do Ceará daquele quatriênio, Parsifal Barroso, este filiado ao PTB. Encontrou ainda uma arrecadação na Prefeitura bem pequena, que mal cobria o pagamento do funcionalismo municipal.

   Além disso, José Horácio sempre ajudou os pobres de Crato e levou esse costume para a Prefeitura. Todos os dias muitos o procuravam e quase  ninguém saía de lá com as mãos abanando. Finalmente, ele não contou com uma boa assessoria para ajudá-lo a administrar o Crato. Seu mandato como prefeito coincidiu com o início de profundas mudanças e avanços tecnológicos, que varreria todo o mundo, e, consequentemente, o Cariri.  Estas, algumas razões porque sua administração passou marcada, inegavelmente, com pouco brilho.

    Para piorar o quadro, o início da década 60 marcou também o começo do vertiginoso crescimento da vizinha cidade de Juazeiro do Norte, o que ofuscou a liderança que o Crato exercera isoladamente, até então, no Cariri. Só para citar um dado: com o advento da energia elétrica da Chesf ao Cariri, a cidade que naturalmente deveria receber a sede da Celca (Companhia de Eletricidade do Cariri) era Crato. Entretanto, os cratenses subestimaram o poder de organização da sociedade de Juazeiro do Norte, e as lideranças daquela cidade foram mais competentes levando a sede da Celca para lá. A festa comemorativa à chegada da energia gerada pela cachoeira de Paulo Afonso – que trouxe até o Ministro da Viação para a solenidade – foi toda feita em Juazeiro do Norte. De lá para cá a vizinha cidade só tem contabilizado vitórias quando disputa com Crato a localização de melhoramentos destinados à região.

    Ante essas adversidades citadas, José Horácio nunca perdeu a calma para justificar as dificuldades que enfrentou como prefeito de Crato. E continuou a agir com a mesma tranquilidade, com a mesma distinção pessoal, com sua postura pacífica e a serenidade que lhe era peculiar.

     Conta-se que durante seu governo, num ano de chuvas excessivas, até as ruas próximas ao centro de Crato enfrentaram a destruição do calçamento e o aparecimento de buracos. Um dia, num beco existente atrás da Catedral, um caminhão ficou atolado no lamaçal. Revoltado, o motorista do veículo começou a culpar – em voz alta e com duras expressões – o prefeito de Crato por aquela situação. Por coincidência, José Horácio ia passando no local. Ouviu tudo sem se alterar e só quando o motorista se calou, o prefeito falou:
– Invernão... não é meu amigo?

Não existe democracia sem oposição - Antônio Alves de Morais.

Senador Paulo Brossard.

No Brasil atual fala-se muito em "Estado Democrático de Direito e em Direitos Humanos.  Pratica-se pouco. 

Nota-se que quando a decisão é a favor é democracia, quando é contra é ditadura. Estão investigando um governador que disponibilizou defensores para pessoas presas. 

O presidente pede para não judicializarem a política, o seu partido investe no Supremo Tribunal Federal para tirar o mandato de parlamentares eleitos pelo povo.

Não existe democracia sem uma oposição competente, organizada e independente. No pior momento da ditadura militar oito Senadores da Republica valiam  por uma centena.  Paulo Brossard - RGS, Marcos Freire - PE, Franco Montouro - SP, Tancredo Neves - MG, Henrique Santilho - GO, José Richa - PR, Nelson Carneiro - RJ, Mauro Benevides - CE, faziam frente e eram monitorados pelo governo.

Deputado Fernando Lira.

Na Câmara  Federal não era diferente, Ulisses Guimarães - SP, Fernando Lira - PE, Odacyr Klain - RGS, Thales Ramalho - PE, Pais de Andrade - CE formavam outra frente de oposição. 

Hoje estão  todos do mesmo lado. Comenta-se que deputados do PT e o PL que se elegeram em posições antagônicas, estão formando um "Bloco Único" na Câmara Federal.  Como dizia Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra.