quinta-feira, 6 de junho de 2024

EMBAÇADO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Brigas acirradas por motivos tolos, sem nenhum sinal de armistício

Coisas que já ficaram para trás, remexidas.

O que fatos superados têm de  interessantes? 

Leva pelo lado moral quem não tem moral.

A idiotice como instituição.

Será que o nosso Mundo é menos doloroso que o Mundo real?

Estou perguntando, porque não faço a menor ideia.

Como imaginar um lugar sem celulares e pessoas? Tá doido?

A vida desafina e o tempo é implacável.

Só falta pedir ao Papai Noel a antecipação do Natal.

Tá embaçado.

O Tempo - Antônio Alves de Morais.



Ah o tempo. Às vezes corre depressa quando não queremos. Às vezes é lento quando queremos que passe logo. Às vezes não reparamos que ele está passando. Às vezes só reparamos quando queremos revivê-lo.

Tome cuidado com a sua vida, talvez seja o único evangelho que as pessoas leiam.

Faça do seu silêncio o ponto final daquilo que não deve seguir adiante.

Impressionam pela falta de caráter- Antônio Alves de Morais.

 Fernando Henrique Cardoso para Lula.

Se quisermos implantar o socialismo no Brasil, precisamos fingir que nos opomos, que somos contrário um ao outro.

Quem não quiser votar em você, votará em mim, e vice-versa.

No final das contas, pensando que estão votando numa oposição, eles estarão escolhendo sempre o mesmo projeto.

Perca de tempo total - Antônio Alves de Morais.

Toda crise possui três elementos :

Uma solução, um prazo de validade e uma lição para vida.

Nunca discuta com quem tem uma televisão maior do que sua biblioteca.

É perca total de tempo.

Lição de vida - Antônio Alves de Morais.


Não traga para sua vida problemas que não são seus, o que o outro escolheu viver, é problema dele, é a vida dele, são as escolhas dele.

E a única pessoa que nós podemos mudar, somos nós mesmos, ninguém tem o puder de mudar o outro.

Presidente Itamar Franco - Antônio Alves de Morais.

De José Sarney até hoje o único presidente que mereceu o respeito dos brasileiros foi o Itamar Franco. Fez um governo competente  na área econômica e  serio na  conduta e bons costumes.

Peço permissão para contar a historia da liquidação extra judicial do Banco Econômico, do banqueiro baiano Ângelo Calmon de Sá ligado ao todo poderoso senador Antônio Carlos Magalhães presidente do Congresso Nacional.

ACM subiu a tribuna e mostrou uma pasta amarela que segundo ele derrubaria qualquer governo e, que ele ia denunciar.

O presidente Itamar  mandou o Ministro Chefe da Casa  Civil Henrique Hargrives  convidar o senador para uma audiência.  

Quando o senador ACM chegou ao gabinete presidencial Itamar Franco  falou :  O Senhor disse que tem uma denuncia para fazer, eu vou  lhe dar um adjutório : Este pessoal são repórteres da Globo, Bandeirantes, SBT, Manchete e quantas outras televisões existam no Brasil.  

ACM bateu em retirada e, a noite, Itamar demitiu  Waldek Ornélas  do Ministério da Previdência e Rodolfo Tourinho do Ministério das Minas e Energia. Mesmo sabendo que os dois eram senadores baianos  e  passariam para oposição junto com  o presidente do Congresso Nacional.

Na pasta amarela tinha a denúncia que  o Banco Nacional estava na mesma situação do Econômico e não tinha sido  liquidado porque  pertencia  a família Magalhães Pinto  que  tinha uma filha casada com  um filho de FHC ministro da fazenda do governo. O presidente  Itamar determinou a liquidação do Banco Nacional no mesmo dia.

Hoje o Cafetão da republica  para governar tem que se aliar ao "Centrão" que  tanto  condenava quando era candidato  e transforma o governo  em objeto de  defesa  de seus  filhos e  milicianos amigos.

Minha opinião - Antonio Alves de Morais.

Meu caro amigo, quando posto a minha opinião não é para convencer ou mudar a sua. É para quem pensa igual a mim saber que não está sozinho no mundo.

Não perca o seu tempo dando muitas explicações. Aos amigos não é necessário, os demais só ouvem o que querem ouvir. 

Todo bajulador é falso e perigoso. O "puxa saco" é igual a carvão : Apagado te suja, aceso te queima.

REFLEXÃO - ANTONIO ALVES DE MORAIS


Refletindo sobre nossos companheiros de jornada, é provável que, em alguns momentos da vida, nos deparemos com uma angustiante questão. Olhamos para nossos pais, cônjuge, filhos ou amigos e nos perguntamos: Quando foi a última vez que recebi ou que lhes ofertei um abraço? 

O toque, seja através do afago, do beijo ou do abraço expressa nossos sentimentos, enche a vida de ternura e aquece a alma de quem o oferece e de quem o recebe. As manifestações sinceras de afeto fazem as pessoas se sentirem amadas e queridas pois demonstram o amor que as envolve.

Ter a liberdade de falar sobre os sentimentos e expressá-los, com equilíbrio e sensatez, também mantém apertados os laços que nos unem às pessoas com as quais nos relacionamos. Ao constatarmos a distância estabelecida sutilmente entre os afetos, uma grande tristeza nos invade. É o momento em que  nos questionamos: Quando e como começou a ser estabelecida essa distância? Como pudemos permitir que chegasse a esse ponto? Quem foram os responsáveis? E agora? Como fazer para construir novamente essa ponte de ligação com as pessoas amadas?

Olhamos para trás buscando as respostas, na tentativa de começar a construir um caminho diferente, uma nova aproximação. Muitas vezes, essas respostas não serão facilmente encontradas pois, por mais que busquemos nos arquivos de nossa memória, será difícil identificar o registro de quando foi que tudo começou.

Essa análise do passado é importante, pois descobrindo onde erramos, podemos, a partir dessa constatação, agir de outra forma. Verificamos então, que talvez tenhamos nos permitido adotar algumas atitudes que podem ter nos distanciado lenta e gradativamente dos seres amados.

Foi o bom dia deixado de lado pela pressa de começar logo as atividades de mais uma jornada de trabalho; o boa noite esquecido, vencido pelo cansaço. Os sentimentos ocultados pela quietude diária, onde cada um se envolve apenas com suas próprias questões pessoais. 

A falta de compreensão e de companheirismo, o egoísmo, as mentiras sutis, as mágoas acumuladas e os pequenos desentendimentos. Essas atitudes são como gotas pequeninas que, com o tempo, se transformam em imensos oceanos. E quando nos damos conta, não mais sabemos atravessar esse espaço e tocar alguém que tanto estimamos.
Não deixemos que isso aconteça pois transpor essa distância que construímos é uma difícil tarefa. Não nos permitamos deixar de dar o sorriso de boas vindas, o abraço de despedida, o afago de boa noite e de bom dia. Esse esquecimento pode significar o início dessa barreira invisível que se forma entre as pessoas. 

Falar sobre os sentimentos, perguntar com interesse como vai o outro, escutar, importar-se, perceber o que incomoda, vibrar com o que felicita, dividir as angústias e as alegrias, faz muita diferença.

Lembremos que todas as manifestações sinceras de carinho e amor são vibrações que envolvem o próximo, aquecem as almas, alegram e embelezam a vida.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Igreja-Matriz de Senhora Santana, na cidade de Santana do Cariri - Antonio Alves de Morais.

O médico-historiador Irineu Pinheiro sintetizou, com rara felicidade, a principal característica do povo caririense: a religiosidade. No livro “O Cariri”, publicado em 1950, escreveu ele que essa característica foi preponderante na formação do caririense. 

A conferir: 

“Foi sempre muito religioso, inda hoje o é, o povo do Cariri. Vive, como todo cearense, a apelar para a misericórdia divina, no decurso de sua existência entremeada de épocas de fartura e felicidades e misérias e morte. 

Cite-se, aqui, um exemplo da fé inabalável da mulher sertaneja. Em quaisquer perigos, em momentos, por exemplo, de grandes chuvas acompanhadas de relâmpagos e trovões de estalo, costuma ela ajoelhar-se diante de seus humilíssimos registros de santos e rezar o rosário apressado da Virgem da Conceição”. 

“Em toda a zona do Cariri, também nos sertões circunvizinhos, extremou-se a religiosidade popular”

Jornalismo, o grande derrotado - Antônio Alves de Morais.



O maior derrotado nestas eleições de 2024 será do jornalismo. 

Nunca se viu tanta perversão, tanta canalhice, tanta servidão, tanta mentira, tanta sujeira, tanto escárnio.

Jornalistas dignos, muito pouco, devem está envergonhados.

O primeiro vigário de Juazeiro do Norte - Antonio Alves de Morais.

Quando o primeiro Bispo de Crato, Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, criou a Paróquia de Juazeiro do Norte – em janeiro de 1917 – designou para administrá-la um dos mais cultos e virtuosos sacerdotes da nova Diocese:  o Padre Pedro Esmeraldo da Silva, foto. Este era considerado o maior orador sacro da Diocese de Crato.

Nascido em Crato, em 29 de janeiro de 1876, Pedro Esmeraldo de Crato ingressou, ainda criança, no Seminário São José de Crato. Lá, fez o curso primário. Adolescente, seguiu para o Seminário de Olinda, onde fez os estudos preparatórios para o sacerdócio. 

Transferiu-se para o Seminário de Fortaleza, onde fez o curso de Teologia. Não tendo idade canônica para ser ordenado padre, continuou no Seminário de Fortaleza como professor. 

Voltando a sua cidade natal foi um dos sacerdotes que reabriram o Colégio São José, o qual depois teria o nome mudado para Ginásio do Crato e, posteriormente, Colégio Diocesano do Crato. 

Em 1917, Mons. Esmeraldo foi nomeado o primeiro Vigário da Paróquia de Nossa Senhora das Dores de Juazeiro do Norte. Saiu dali para exercer o cargo de Cura da Catedral de Pelotas, no Rio Grande do Sul. 

Anos depois retornou ao Ceará e pediu ao Bispo de Crato que o nomeasse, novamente, como Vigário de Juazeiro do Norte. 

Morreu nessa função, no dia 1º de outubro de 1934, de um enfarto fulminante. O povo de Juazeiro levou, a pé, o corpo do seu vigário para ser sepultado no cemitério de Crato.

Da postagem caririensidade do Armando Lopes Rafael.

OS MEIAS DE LIGAÇÃO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Volta e meia, volto a falar sobre os meias de ligação no futebol brasileiro. Não deixa de ser uma obsessão.

Dizia-se: "Um grande meia-armador é meio time". Nostalgia dos estilos de Didi e Gerson.

O grande Tostão não cansa de repetir, em suas crônicas, que um dos males maiores  do nosso futebol foi a extinção dos meias.

Entanto, acho que quem fez desaparecer os meias foi a velocidade que o futebol ganhou.

Observamos que, hoje, os meias tem que antecipar a própria jogada que realizam. Saber como dar destino à bola antes que ela chegue.

Os espaços entrelinhas de defesa adversária são tão pequenos e raros, que os meias têm que possuir habilidade, à moda antiga, e velocidade para o executar o último passe.

Acho que a maior explicação é essa. Os esquemas de jogo mudaram, amparados numa velocidade que não existia. 

O maior frasista brasileiro, Nelson Rodrigues, sustentava: "A velocidade é um prazer de cretinos".

terça-feira, 4 de junho de 2024

Cuidado - Antonio Alves de Morais.

Não revele todas as suas forças. Não demonstre toda sua inteligência. 

Aquele que muito se destaca, cria inimigos silenciosos.

Seja atento, mas finja ser distraído, seja esperto mas finja ser bobo. 

Você está no jogo para ganhar e não para mostrar quem é.

Quando tudo estiver indo bem na tua vida o correto a fazer é não contar para ninguém, o que os outros não sabem ninguém estraga, e, assim evitarás a maldade do mundo invejoso.