sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O Antagonista.


Lula envergonha o Brasil.

Lula deu uma entrevista para a imprensa estrangeira.

Ele atacou a democracia brasileira, dizendo que uma disputa presidencial sem ele é uma fraude.

Depois disso, mentiu descaradamente ao acusar a Lava Jato de ter criminalizado o PT, poupando os outros partidos.

Lula é uma vergonha internacional.


Vai para Brasília dizer que tem medinho.

Gleisi Hoffmann voltou a atacar o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, presidente do TRF-4.

Ontem à noite, no ato em defesa de Lula, ela disse:

“Vai para Brasília dizer que tem medinho, que corre risco.”

A QUE SE DESTINA - Por Wilton Bezerra.

Ao acompanhar a procissão da vida nesse país, confesso a confusão mental produzida pelo que lemos e ouvimos.

Fica difícil desvendar o que está acontecendo.

A primeira preocupação é identificar os objetivos do narrador e a que se destina a sua opinião.

Quem sai perdendo tão logo é batido o centro é a isenção.

Todos nós temos predileções na área dos que fazem crônica, trazendo alguma luz sobre os acontecimentos.
E o mal estar não é pequeno, quando bate a decepção.
Essa semana, o depoimento de um luminar me deixou sem entender nada.
Como se admite que um politico ladrão, responsável pelas desgraças maiores sofridas pelo país, seja tratado candidamente como alguém que cometeu “bobagens”?
Bobagem é coisa miúda comparada a uma destruição.
E o mais grave: confessar que esse politico terá o seu voto por um aspecto meramente “ideológico”.
O papo surrado da escolha do menos ruim, feitas as comparações.
Ou por outra: tentar tornar invisível o que nos maltrata.
Nos acostumamos a rebaixamentos.
É isso.
Quem podia ser um farol nada mais é do que uma rídicula lanterninha.
Por essa razão, já não existe espaço debaixo dos tapetes para tanto lixo.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Plinio Gomes de Norões, empresário vitorioso - Por Almério Carvalho, radialista e secretário da Câmara Municipal do Crato.

Descendente direto do Cel Mainha, José Francisco Pereira Maia, português, deputado provincial pelo Crato, o Abraão do Cariri, 77 filhos, Plinio Gomes de Norões tem, ainda, ligações familiares importantes, na politica, na industria,  nas forças armadas,  na imprensa. Sua descendência encontra-se com o PE Cicero,  de quem era primo legitimo, seu avô.

Secretario de planejamento da prefeitura do municipal Crato, pode-se creditar a ele boa parte do exito da administração Walter Peixoto, assessorando diretamente o Chefe do Poder Executivo,  na consecução de importantes obras, no município do Crato.

Paraibano de Itaporanga,  onde viviam seus pais, Gérson Bezerra de Norões e Severina Gomes de Norões.  Plínio nasceu a 28 de Agosto de 1937. Os estudos foram realizados na cidade do Crato,  no Colégio Diocesano, Seminário São José e Escola Técnica de Comercio.

Com brilhantismo, bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Crato e depois conquistaria  outro diploma superior  na Faculdade de Ciências Econômicas. Naquele primeira presidiu com eficiência o Diretório Acadêmico, e construiu na área externa, a Praça Luiz de Borba Maranhão.

Com vasta experiencia na vida publica, Plínio Gomes de Norões foi gerente interino da Agencia do Banco do Nordeste do Brasil,  em Campos Sales, Assessor contábil das prefeituras  de Crato, Santana do Cariri e Farias Brito. Exerceu com pleno conhecimento da função,  o cargo de secretario de finanças, com assessoria jurídica e na área contábil diversas empresas locais.  Professor da Faculdade de Ciências Econômicas  da Princesa do Cariri,  mostrou irrepreensível competência. 

Em suas diversas atividades, Plínio Norões foi diretor do setor  de Planejamento do Mobral em Crato e na Loja Maçônica  Acácia do cariri  importante destaque  como autor de trabalhos  sobre direito financeiro, além de  ser professor de português  e de direito fiscal  na Escola Técnica de Comercio  a época do professor e ex-prefeito do Crato , Pedro Felício Cavalcante.

No contexto de suas atividades na área contábil,  e como funcionário do BNB,  teve uma permanência de vários anos  na agencia da referida instituição bancaria, na cidade de Juazeiro do Norte.  Concluindo, Plínio Gomes de Norões, também esportista,  fundou em Crato a pratica do xadrez e do gamão, em habito e supervisão, junto aos amigos.

São filhos de Plínio, Ana Lucrécia, Plínio Tertius, Terencia Batista de Norões, Vitor Norões,  que herdam dos pais a inteligencia, argucia e vitalidade mental. 

Está circulando o nº 49 do boletim "Herdeiros do Porvir"

   Já se encontra disponível a edição nº 49 do boletim oficial da Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil, “Herdeiros do Porvir”, referente aos meses de abril, maio e junho do ano passado.
    Nesta edição, foi publicado  o comunicado que o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, em vista do agravamento da crise política em nosso País, emitiu através das redes sociais da Pró Monarquia, desde meados do mês de maio de 2017, repercutindo amplamente na imprensa e nas mídias sociais. O Chefe da Casa Imperial destacou que essa é uma crise moral, de valores e ideológica, com dramáticos reflexos institucionais e até econômicos. Além disso, as convulsões provocadas por políticos, desmoralizados e distantes dos anseios das faixas mais sadias da população, tornam muito difícil um caminhar confiante do Brasil rumo a um futuro de paz e prosperidade.
Você poderá ler todas as matérias acessando:
http://www.monarquia.org.br/PDFs/Herdeiros%2049(P).pdf
Para ler edições anteriores de “Herdeiros do Porvir”, acesse:
http://www.monarquia.org.br/herdeirosdoporvir.html
Para receber a versão impressa do boletim “Herdeiros do Porvir” regularmente, assim como informações especiais de eventos e fazer doações para manutenção da Pró Monarquia, realize o seu cadastro no site www.monarquia.org.br ou no botão “Cadastre-se” no canto superior direito da própria página.

COMENTÁRIOS
Fabio Curi Sou monarquista de corpo, mente e alma, mas no país de hoje não vejo espaço para um imperador como Dom Luís, não pelo merecimento nem pelo direito dele, mas infelizmente por um povo que não daria valor nem mesmo mereceria um grande líder como ele. A crise moral é tão grande no país inteiro, que homem do gabarito dele, incomodaria só pela simples presença.

Osvaldo Rocco Seria o mesmo que dizer: "O médico é tão bom, e os doentes estão tão mal, que seria um desperdício convocá-lo para dar um jeito na situação". São nestas circunstâncias históricas que os bons médicos devem ser chamados.

Laura Bastos Admiro muito nosso Chefe da Casa Imperial. Uma mente lúcida e discreta a iluminar essa escuridão que caiu sobre nosso país. Lembro a todos a carta que escreveu aos constituintes para que a cláusula pétrea de pena de morte contra nós, monarquistas e portanto opositores à forma republicana de governar, que já durava quase um século, fosse retirada da mais nova Constituição republicana de 1988. Os monarquistas foram os últimos anistiados. Até depois dos comunistas que defendiam a Revolução Russa de 1917. A ditadura contra os monarquistas foi a  mais longa, no Brasil, de que tenho notícia, a da URSS foi mais curta: 85 anos. Quando me falam em democracia, digo logo: onde tem gente desabrigado, passando fome, sem direitos, não há democracia. Pode ser o país mais rico do mundo, como os EUA se intitulam, se tem desabrigados, famintos, não há democracia. Porque a democracia dá ao Povo ser o protagonista de sua História, de sua Política, de sua Economia, de sua vida social. Um grande abraço de sua eterna fã.

Atestado de falência politica - Antônio Alves de Morais.


Por anos seguidos, todo prefeito de Várzea-Alegre viajou a São Bernardo para a festa de confraternização da Associação dos varzealegrenses. 

Lula nunca apareceu para fotos com o prefeito e sua comitiva. 

Desta feita se apresenta fotografado com um  vereador. É o atestado de sua falência politica.

Já que estão propondo um título de cidadania  para o Pajé Lula da Silva, proponham outros para o Fernando Beiramar e o Marcola.  

Talvez, por aí,  exista mais gente escravo das drogas do que do Bolsa Família.

É isso mesmo 018 - Antônio Alves de Morais.


Benefícios da maturidade : silenciar-se quando os outros esperam que você grite.

Aquele que mais lambe o patrão é o mais agressivo com a faxineira, mas, existem duas soluções para tudo nessa vida : O tempo e o Foda-se.

”Lutei contra a ditadura, sim! Hoje eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz” - Jornalista Mirian leitão.

”Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, grávida com 18 anos, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé. 

Participei das perigosas assembleias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados. 

Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan “Abaixo a Ditadura”. Distribui panfletos. 

Morri de medo. Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões. 

Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos… 

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz… Deveria ter ficado em casa.”

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

As provas que incriminam Lula estão os autos.

Que tanta sandice de mentecaptos lunáticos, os defensores do ex-presidente Lula! O Robin Hood ao avesso roubou dos pobres através de manobras solertes junto a empreiteiras (Odebrecht e OAS), encalacradas na Lava-Jato, as quais desviavam dinheiro do Erário para Lula por sofisticado esquema, que deveria ser aplicado no social. Perdidos na escuridão e vendo chegar.

Que tanta sandice de mentecaptos lunáticos, os defensores do ex-presidente Lula! O Robin Hood ao avesso roubou dos pobres através de manobras solertes junto a empreiteiras (Odebrecht e OAS), encalacradas na Lava-Jato, as quais desviavam dinheiro do Erário para Lula por sofisticado esquema, que deveria ser aplicado no social.

Perdidos na escuridão e vendo chegar melancolicamente o fim de carreira do falso demiurgo, protetor de incautos e enganados descamisados brasileiros, a claque petista resolveu contestar da forma mais inculta, convocando até o MST, ao vociferar o mantra ridículo de que Lula está sendo condenado sem provas.

As provas, caras pálidas petistas, estão todas nos autos. O processo não foi estudado e analisado por qualquer rábula petista, mas sim pelo competente juiz de Direito Sérgio Moro e sua equipe.

Léo Pinheiro/OAS declarou ao juiz Sérgio Moro que Lula era o proprietário oculto do tríplex no Guarujá e que reformou o imóvel a pedido dele e de sua falecida esposa. Mas Lula, na maior cara de pau, disse ao juiz Sérgio Moro que não sabia da reforma no tríplex.

Lula não está acima da lei e não é mais importante do que ninguém. Trata-se de um impostor e parlapatão. Político honesto não enriquece na política. Lula teve bloqueado cerca de 9 milhões de reais, aplicados no BrasilPrev, fruto de dinheiro ilícito, como suspeita a Justiça.

Lula é um fanfarrão que não esperava ser descoberto com a botija cheia. Da mesma maneira que no processo do mensalão dizia desconhecer os atos irregulares do partido, agora, na Lava-Jato, repetiu desconhecer a corrupção na Petrobras, terceirizando responsabilidades por eventuais crimes cometidos.

O falso inocente sempre afirmou não saber de nada. E a galera empedernida e recalcitrante petista ainda acredita nas lábias de Lula, já condenado a nove anos e meio de prisão?

O Antagonista.



“Uma gente ínfima e suspeita, vezada à mândria e à rapina”.

Ao comparar o julgamento no TRF-4 à Guerra de Canudos, Lula arrasta o Brasil de volta para o século XIX.

Euclides da Cunha descreveu os fanáticos de Antônio Conselheiro como uns “broncos”, uns “primitivos”, uns “retardatários”, uns “retrógrados”, uns “impotentes”, uns “passivos”. 

Eles eram “uma turba de neuróticos vulgares”, de “desvairados”, de “desequilibrados incuráveis, uma gente ínfima e suspeita, avessa ao trabalho, vezada à mândria e à rapina”. 

Dotados de uma “moralidade rudimentar”, com uma série de “atributos que impediam a vida num meio mais adiantado e complexo”, eles representavam um retorno “ao estádio mental dos tipos ancestrais da espécie”.

Daqui a alguns dias, em Porto Alegre, vamos descobrir se isso é o passado ou o futuro do Brasil.


Gleisi Hoffmann ameaça: se prenderem Lula vai morrer muita gente

Fonte: site da revista ISTOÉ

Em entrevista ao portal Poder 360, a presidente do PT e senadora, Gleisi Hoffmann, disse que desconsidera a chance do ex-presidente Lula ser condenado no julgamento do dia 24 de Janeiro. “Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar”, afirmou.

A senadora ressaltou ainda que acha difícil impedir a candidatura de Lula nas eleições deste ano, mesmo que ele seja condenado. “Como é que vai cassar o voto de 40, de 50 milhões de brasileiros?”, perguntou Gleisi.

Lula foi condenado em primeira instância no caso do tríplex do Guarujá em julho do ano passado. O julgamento em segunda instância está marcado para próxima quarta-feira no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O fim de semana que Gleisi adoraria esquecer -- Por Augusto Nunes

    No mesmo dia, a presidente do PT foi derrotada na Alemanha e fracassou em Maringá
    Uma notícia vinda da Alemanha, transmitida a Gleisi Hoffmann por uma fonte não identificada, fez a presidente do PT acreditar que viveria um fim de semana. Já entusiasmada com o lançamento em Maringá do “Comitê em Defesa da Democracia, do Estado Democrático de Direito e do Direito de Lula ser Candidato”, ela soube no sábado que a torcida do Bayern de Munique, durante o jogo contra o Bayer Leverkusen, havia homenageado o ex-chefe de governo brasileiro condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.
   “Show de torcida!!”, começou a mensagem no Twitter reproduzida pelo Antagonista e ilustrada por uma foto de parte da plateia. “Recebi esta imagem, que mostra uma faixa FORZA LULA”, decolou a tuiteira. Analfabeta também em futebol, nem desconfiou que enxergara um segundo L onde havia um C, encoberto pelo corpo de um espectador. Tampouco lhe ocorreu que, se estivessem apoiando Lula, os alemães se expressariam em português. Usaram Forza de vez de Força porque o alvo da homenagem era o italiano Luca Farnesi, 44 anos, gravemente ferido durante uma briga entre torcidas rivais. Confira a derrapagem:

    A vigarice difundida por Gleisi já era um notável sucesso de público e um retumbante fracasso de crítica quando foi apagada e trocada por uma sopa de letras que tentou transferir a culpa para a imprensa. Confira:



    Derrotada na Alemanha, Gleisi certamente imaginou que iria à revanche no duelo programado para o mesmo sábado no interior do Paraná. Convocados pela presidente do partido, milhares de militantes agrupados nos comitês que fundou transformariam 13 de janeiro no “dia do esquenta nacional das manifestações favoráveis ao ex-presidente Lula”. Os atos de protesto contra a provável condenação do chefão em segunda instância deveriam chegar ao clímax em Maringá, onde nasceu o juiz Sérgio Moro. Milhares de conterrâneos mostrariam publicamente que os crimes atribuídos a Lula não passam de “perseguição política”.
   Num vídeo gravado para garantir o êxito da manifestação na terra de Moro, Gleisi capricha no palavrório da grife 171. “Compareça lá, você que defende a democracia e sabe o quanto isso é importante pro nosso país, pra nossa história, pro nosso povo. Vá lá, dê sua força para depois reproduzir esses comitês, não só por Maringá, mas por todos os municípios que nós temos aí, na região norte do Paraná”. Deu tudo errado. Os petistas agrupados no comitê couberam no plenário da Câmara de Vereadores.
    Bem mais musculosa foi a manifestação que, anabolizada por boatos de que Gleisi e Roberto Requião estariam na cidade, foi às ruas de Maringá para exigir a prisão de Lula e seus quadrilheiros, rechaçar a discurseira malandra do PT e berrar palavras de ordem fortemente críticas aos dois senadores. Sabendo da manifestação, a dupla Gleisi/Requião deu meia volta no próprio aeroporto. Nenhum deles deu as caras pelo centro de Maringá onde uma multidão, vestida de verde-amarelo, gritava pelas ruas: "Lula na prisão".
    Ô fim de semana triste para a esquerdona troglodita...


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

É isso mesmo 017 - Antônio Alves de Morais.



Metaforicamente falando, Leonardo Boff é um Cristão que ao invés de cuidar das feridas de Cristo, preferiu cuidar das hemorroidas de Marx.


O que os professores de História do Brasil não ensinam aos seus alunos (por Armando Lopes Rafael)


   Se o Brasil ainda fosse uma monarquia, de 1822 até hoje, teríamos tido 5 imperadores (Chefes de Estado e não Chefes de Governo). Em 128 anos de República, tivemos 43 presidentes(*) e períodos muito curtos, nesses 128 anos, de estabilidade institucional e democrática.

    Talvez o Brasil não fosse tão perfeito sendo um Império, é verdade. Mas, países que continuaram com a forma de governo monárquico e outros que adotaram (por exemplo, a Noruega) ou restauraram a monarquia (por exemplo, a Espanha), provam ser muito mais estáveis, e possuem um raro sentido de continuidade. Nas nações que adotam a Monarquia Parlamentar Constitucional, os serviços públicos funcionam; não existe a corrupção pública como ocorre no Brasil; não existem a violência que nós temos, nem o caos em todos os setores da vida que a república brasileira enfrenta.
    A Monarquia Constitucional vigorou no Brasil até 1889, quando foi derrubada por um golpe militar. O imperador, dom Pedro II, foi banido com toda a Família Imperial, e morreu pensando no Brasil, pouco tempo depois. Ainda há tempo, a Família Imperial Brasileira, chefiada por dom Luiz de Orleans e Bragança, está pronta para servir ao país novamente.

Notas complementares:
(*) Fora os 33 presidentes que constam da lista oficial dos Presidentes da República do Brasil, abaixo a relação dos brasileiros que também exerceram essa Presidência e não são relacionados oficialmente. Por que essa descriminação?  Se forem incluídos na ”lista oficial” os 10 (dez) brasileiros que efetivamente exerceram a Presidência da República, o número de Presidentes da República, no Brasil, sobe para 43. O que dá (apesar da famigerada reeleição que beneficiou Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff com dois mandatos cada um) uma média de menos de 3 anos para cada mandato dos nossos 43 Presidentes da República.
Eis os injustiçados:
(1) Augusto Fragoso
2) Isaias de Noronha
3) Mena Barreto
(Os 3 acima formaram a “Junta Presidencial” que esteve na Presidência da República entre 24 de outubro a 3 de novembro de 1930, antecedendo a posse de Getúlio Vargas como “Chefe do Governo Provisório”, existente de 1930 a 1934. Depois, Getúlio Vargas emendou o mandato como “Presidente Constitucional” – ele outorgou uma nova Constituição – de 1934 a 1937 e tornou-se  ditador por mais 8 anos, até 1945. Getúlio ficou 15 anos na Presidência e ainda é o mais longevo mandato dos nossos Presidentes);

4) José Linhares (cearense de Baturité, que era presidente do Supremo Tribunal Federal e exerceu a Presidência da República após a queda da ditadura Vargas, entre outubro de 1945 a janeiro de 1946);

5) Carlos Luz (era presidente da Câmara dos Deputados e foi investido como Presidente -- de 8 a 11 de novembro de 1955-- em face de um golpe militar que tirou do poder o presidente Café Filho);

6) Nereu Ramos (era presidente do Senado Federal e foi investido como Presidente -- de 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956 -- em face de novo golpe militar que derrubou o presidente interino Carlos Luz);

7) Rainieri Mazzilli (como Presidente da Câmara dos Deputados assumiu durante a renúncia de Jânio Quadros 25 de agosto a 7 de setembro de 1961) e também depois que os militares derrubaram o Presidente João Goulart em 1964, até a posse do Marechal Humberto Castelo Branco, o primeiro Presidente do Ciclo do Movimento Militar de 1964;

8) General Aurélio de Lira Tavares
9) Brigadeiro Márcio de Sousa e Melo
10) Almirante Augusto Rademaker

(Os últimos três citados eram os Ministros do Exército, da Aeronáutica e da Marinha, e assumiram - numa Junta Militar -  "o exercício temporário da Presidência da República", para o que não havia qualquer previsão constitucional. Estes ministros militares proibiram o emprego da expressão “Junta Militar”, quando, em 6 de outubro de 1969, declararam "extinto" o mandato do presidente Costa e Silva, que sofrera um AVC e estava impossibilitado de continuar na Presidência. E não deixaram o Vice-Presidente eleito pelo Congresso,  Pedro Aleixo, que era civil, assumir como previa a Constituição de 1967, em vigor, naquela época).