quarta-feira, 12 de março de 2025
Por onde andam? - Antonio Alves de Morais.
terça-feira, 11 de março de 2025
Memória política de Várzea-Alegre - Antônio Alves de Morais.
PREFEITO
segunda-feira, 10 de março de 2025
O BARBEIRO DOS INHAMUNS - Por Robespierre Amarante.
Saboeiro, antiga Cruz das Almas - está encravada na imensidão dos Inhamuns, sendo uma referência na história da colonização do Ceará. Exibe no topo de sua igreja, ao sabor dos ventos sertanejos, a figura vigilante de um galo. O famoso galo do Saboeiro.
Nos idos dos anos 1949/50, a cidade recebeu a visita de um caixeiro-viajante, que por ali chegou ao meio de uma tarde de terça-feira. Visitando a cidade pela primeira vez, trazendo no corpo e na bagagem o pó das estradas de piçarra.
Antes, ainda na cidade de Jucás, que muitos ainda aludiam por São Matheus, fora recomendado pelo amigo Raimundo Amarante, a procurar hospedagem na pensão de Dona Heráclita.
Assim procedeu!
O prédio da pensão, situado na rua principal da cidade, era uma construção de amplas janelas. Os quartos de hóspedes, todos davam para a lateral da sombra. O que representava um refrigério em meio àquele calor escaldante da região. Foi o que sentira aos instalar-se no quarto 05 da pensão.
Waldetrudes, o viajante, mal desfez a bagagem pessoal, já pôs a toalha nos ombros e seguiu rumo ao banheiro situado nos fundos do quintal, tal qual o orientara D. Heráclita.
Até chegar ao banheiro Waldetrudes passou entre galinhas, perus e capotes que repousavam sob uma frondosa mangueira.
D. Heráclita, por sua vez, já recomendara à cozinheira Carlota que preparasse um almoço caprichado para o novo hóspede. Especialmente por ser pessoa indicada pelo seu amigo jucaense, Amarante.
O relógio-cuco marcava três da tarde!
Waldetrudes tomou um banho-de-caneca que recolhia a água friinha de um tambor de 200 litros. Também observou através do espelho manchado, preso à parede do banheiro, que estava com a barba por fazer, e refletiu:
“Mais tarde procuro um barbeiro!".
Enquanto se deliciava com o banho gostoso, continuou a refletir:
“Bem melhor que no Hotel Central de Iguatu! Lá, pagava uma diária que valia o preço de duas, e não podia reclamar, pois em terra de valentões a melhor tática era ficar calado".
Após o banho demorado, o viajante já encontrou a mesa posta. Galinha à cabidela, arroz branco, feijão-de-corda, jerimum e farofa. Um manjar.
Tudo acompanhado por uma cerveja casco-escuro retirada da geladeira a querosene.
Durante o almoço, Waldetrudes conversou com Dona Heráclita. Ela, sempre solícita e perguntando se tudo estava do agrado.
Waldetrudes comentou:
“Dona Heráclita! Nem no Ramón, lá em Fortaleza, come-se tão bem quanto aqui na sua pensão. Diga para sua cozinheira que ela é doutora em arte culinária. Nos hotéis de Quixadá, Senador e Iguatu, só se come arroz duro e carne de segunda. Os Inhamuns são uma terra abençoada, pode ter certeza!".
E continuou:
“Dona Heráclita, nestas horas da tarde não vou fazer nenhuma visita aos clientes. Vou deixar para amanhã, quarta-feira. E para aproveitar o resto do dia, já que estou com a barba um pouco crescida, queria que a senhora me indicasse o endereço de um barbeiro, sim?".
Vaidosa com os elogios do hóspede, ela de pronto falou:
“Olha, moço, aqui no finalzinho da rua, à direita de quem sai da pensão, tem a barbearia de Seu Aureliano. Pode chegar lá, e se não tiver ninguém na sala, bata palmas".
E assim Waldetrudes fez.
Remoendo o tempo - Antonio Alves de Morais
Voltei a 1968, 03 de Dezembro. Nesta data a turma da quarta serie do Ginásio São Raimundo colava grau.
Alunos, professores, diretores, familiares, padrinhos se preparavam para participar das cerimonias de uma festa digna de distinção e louvor.
Pela primeira vez vestir um palitó, e, o mais interessante o meu terno cabia dois. As sete horas da noite Missa Solene na Matriz de São Raimundo Nonato com a entrega de diplomas. A missa foi celebrada pelo Padre José Otávio de Andrade, e, bem a frente ficaram os concludentes e os padrinhos.
Lá estava eu de terno igualzinho ao apostolo Judas. Da igreja fomos para o Recreio Social, nesta época localizado atrás da prefeitura, um local descoberto, a ermo e de agradável clima e muita camaradagem.
Dançamos uma valsa com os padrinhos e madrinhas, e, para terminar passamos o resto da noite nos despedindo daquela convivência fraterna de quatro anos. Antes de terminar o Baile da Saudade,
Os Improvisados, conjunto do saudoso Pedro Sousa tocou - LOVE IS BLUE que serviu e serve de marco da saudade que ficou.
domingo, 9 de março de 2025
COMIDA FAKE PARA BAGACEIRA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Era só o que faltava: comida fake.
Com o retorno da inflação, os fabricantes de alimentos encontraram uma saída para enfrentar o problema.
Que fique bastante claro. O problema é deles, do consumidor não.
É o seguinte: redução do peso dos produtos ou substituição de itens por similar fake.
Exemplo: você pode comprar óleo misto (óleo de soja + azeite) em lugar de azeite,
sem que o rótulo seja diferente do produto original.
Isso me faz lembrar de um jogador de futebol chamado Bagaceira, atacante que defendeu Icasa, Guarani, Inboplasa e Seleção de Juazeiro.
Bagaceira comia como um bicho.
Num certo período, o Icasa foi modernizando suas concentrações e modificou a dieta dos seus jogadores.
Por ocasião de um clássico com o Guarani, decidiu-se por uma alimentação mais leve antes do jogo.
Diante de uma quantidade reduzida de arroz e de um bife no almoço, Bagaceira achou pouco, mas comeu sem reclamar.
O Icasa perdeu o jogo e Bagaceira não jogou nada. Interpelado, explicou a razão: "Já viu saco seco ficar em pé?"
Ao consumir uma comida fake (reduzida quantidade) no almoço, Bagaceira terminou o jogo no "bagaço".
sexta-feira, 7 de março de 2025
Cine Cassino - Antonio Alves de Morais.
Houve um tempo, não sei precisar bem o ano, que esse cinema pertenceu ao meu sogro Miguel Siebra de Brito em sociedade com o seu cunhado Manuel Oliveira.
Recordo um episódio de quando cheguei em Crato no final dos anos 60. Eu tinha uma colega no colégio, bem bonitinha, a coisinha mais gentil e educada que conheci.
Tive o atrevimento de convidá-la para ir ao cinema. Ela aceitou. No sábado, logo cedo estava eu postado na Praça Siqueira campos à espera.
Terminada a missa do Padre Frederico Nierhoff, na Igreja de São Vicente, foi aquela enchente de gente nas ruas Senador Pompeu e Dr. João Pessoa, uma verdadeira avalanche humana na direção da Praça Siqueira Campos.
O meu dinheiro era a conta exata de pagar as duas entradas, não sobrava nem o dos chiclettes. De longe eu avistei a danada encangada com uma colega.
Como um bom varzealegrense tive uma idéia salvadora.
Disse-lhes : Eu me enganei com a filme. Já assistir, e, não é esses balaio todo.
Convidei-as para tomar um sorvete de "mangaba" na "Sorveteria do Bantim". Para os sorvetes o dinheiro era suficiente.
Depois despedi-me e fui para casa.
Elas nunca souberam que o dinheiro é que não dava para pagar os três ingressos.
Os sorvetes de mangaba salvaram-me de pagar um grande mico.
Política, futebol, mentiras e discurso de ódio - Diário do Poder, Percival Puggina.
Poucas situações tão ridículas quanto o esquerdista radical se apresentar em versão trans, mãos limpas, unhas feitas, voz de monge e vestes alvas, a condenar discursos de ódio e notícias falsas. Sustenta, em tom solene, que a mentira "alheia" põe em risco a democracia e a boa política.
A carreta da história vivida me traz lembranças do bandido Fidel Castro durante visita oficial aos Estados Unidos em 1959, imagem de “mocinho”, afirmando à imprensa mundial que o movimento revolucionário cubano não era comunista. Semanas antes, ao entrar vitorioso em Havana, afirmara às mães cubanas que, por sua causa, “nunca iriam chorar”.
Dias depois, os fuzis começavam a espoucar no “paredón” revolucionário. Fidel e a esquerda pedagógica brasileira, aprenderam de Lênin, Goebbels e Stalin: com a verdade, os totalitarismos não dão um passo. Hoje, mentem para nossos estudantes nas salas de aula do Brasil.
Não quero fulanizar o texto. Mas todos sabem o quanto é incomum encontrar fiapo de verdade em qualquer afirmação que Lula faça. Uma das consequências dessa condição de existência política é a introdução no vocabulário corrente das palavras “narrativa” e “fake news”.
O relato histórico sempre conviveu com a diversidade de interpretações. Narrativa é outra coisa: é a adulteração do fato. Foi o que Lula, entre afagos, recomendou ao amigo Maduro – lembram? – que criasse a sua “narrativa”. E o venezuelano fez isso mesmo: enfiando a faixa no próprio peito, mentiu que ganhou a eleição perdida.
A mentira é frequentadora assídua do embate político. A esquerda, porém, tem nisso uma longa história e disseminada escola. Na prática nacional, o vocábulo “fake news” entrou para o vocabulário brasileiro como forma de criminalizar a mentira (quando não a simples opinião) proveniente da direita porque só a esquerda tem os poderes para oficializar “verdades”.
Ficou claro, agora?
quinta-feira, 6 de março de 2025
JUVÊNCIO GONÇALVES BEZERRA, um varzealegrense de fibra radicado ao Crato - Antonio Alves de Morais
Ministro João Gonçalves de Sousa.
Uma amizade sincera e desinteressada vale mais do que qualquer outro bem material. José Justino de Oliveira era contabilista e industrial. Tinha uma industria de moagem de alimentos : Café, milho etc. Como todos os industriais do Crato encaminhou um projeto junto a SUDENE. Todos os projetos foram aprovados e liberados, menos do dele.
Um dia ele estava reclamando na Praça Siqueira Campos e Juvêncio Bezerra disse : Você não falou comigo. Se tivesse falado tinha sido aprovado e liberado.
José Justino não levou a sério o que Juvêncio falou. Já havia falado com deputado, senador e não tinha sido liberado, não seria o Juvêncio que ia fazê-lo.
Juvêncio ia levar uma carrada de pluma de algodão para um contonificio em Recife e procurou José Justino: Estou indo ao Recife, se você quiser ir comigo eu falo com João.
João Gonçalves, Superintendente da SUDENE, de quem Juvêncio era amigo e compadre, era padrinho de um filho do Sperintendente da Sudene e Ex-ministro do Interior João Goulart.
Quando chegaram na SUDENE Juvêncio falou para a atendente : Eu quero falar com João. A atendente perguntou: quem é o senhor, diga a ele que é Juvêncio Bezerra.
A porta do gabinete se abriu e João Gonçalves saiu e recebeu Juvêncio e José Justino ainda na recepção.
No gabinete, José Justino perguntou sobre a não liberação do seu projeto e de imediato João Gonçalves falou: os projetos que ainda não foram liberados estão nesta prateleira, veja se você encontra o seu.
Juvêncio ficou conversando com João Gonçalves enquanto José Justino procurava o projeto dele na citada prateleira. Encontrou e entregou ao Dr. João Gonçalves.
Quando chegaram no Crato o dinheiro já estava na conta da empresa.
Enfim, o prestigio não é exclusividade de nenhum cargo político. Como foi frisado no inicio deste texto, uma amizade sincera vale muito mais do que a dependência de qualquer cargo.
Quando José Justino viu o dinheiro na conta sapecou : "Mentiroso é quem diz que o Juvenço Bezerra mente".
Carnaval 2025...insanidades -- por Armando Lopes Rafael
Em 2025, ano em que o Brasil inteiro comemora o bicentenário de nascimento do Imperador Dom Pedro II, uma escola de samba, da cidade de São Paulo (“Acadêmicos de Tucuruvi”), exibiu no seu desfile carnavalesco um indígena segurando em suas mãos a cabeça decapitada do último imperador do Brasil.
Qualquer pessoa, infimamente informada, sabe que isso não é a história verdadeira. O triste episódio é uma criação mentirosa. Não há fontes históricas que critique o Imperador Dom Pedro II por qualquer atitude dele em relação aos povos originários. E essa distorção da verdade histórica tem amparo unicamente no velho ranço ideológico.
Uma estrofe de uma velha canção carnavalesca, composição de um antigo compositor carioca diz:
Mas é Carnaval!
Não me diga mais quem é você!
Amanhã tudo volta ao normal.
Deixa a festa acabar,
Deixa o barco correr.
Melhor definição sobre o "efeito Carnaval" do que a acima não existe. Pois é. A “festa” acabou. Novo dia raiou. Tudo voltou ao normal. O Chefe da Casa Imperial Brasileira , Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, com a serenidade que lhe é peculiar, divulgou, então, a seguinte “ Nota de Repúdio” acerca desse lamentável e mentiroso episódio:
“Além de ódio sanguinário, os idealizadores desse ataque demonstram ignorância abismal, ao retratar um índio cometendo um ato de indizível violência contra Dom Pedro II, Imperador que falava tupi-guarani e era verdadeiro amigo e protetor de seus súditos indígenas.
Nada disso, entretanto, poderá manchar a imagem de nosso maior Chefe de Estado, cuja boa obra na condução dos destinos do Brasil, em quase meio século de reinado, faz-se sentir até os dias atuais. Seu maior biógrafo, é e sempre será, o povo brasileiro, que nunca se esqueceu de sua respeitabilidade, sua paternidade e, sobretudo, sua brasilidade. A memória de Dom Pedro II, portanto, prevalecerá.
Já a pequenez dos que se aproveitam de enormes somas de dinheiro público e outros patrocínios para promover a revolução cultural, desconstrução dos padrões tradicionais, extravagância, imoralidade e cultura do caos, denegrindo sistematicamente o País, logo será esquecida.
Os brasileiros de boa vontade travam hoje uma verdadeira cruzada para que o Brasil volte a ser, de fato, a Terra de Santa Cruz. E, certo de que assistiremos à ruína e humilhação de seus inimigos, encerro esta nota com o lema bradado por nossos antepassados na luta contra os infiéis de seu tempo: “Ao serviço de Deus, ao serviço da Pátria”.
Em tempo: No dia seguinte ao desfile das escolas de samba, quando da apuração dos resultados do Carnaval-2025, em SP, a agremiação “Acadêmicos de Tucuruvi” foi rebaixada, deixando o primeiro grupo....
BOLA DA INFÂNCIA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Não gostava de estudar. Via cinema com entusiasmo e curiosidade. Ouvia rádio, o dia todo.
Mas, a coisa mais importante na minha infância e adolescência na cidade do Crato era o futebol. Sem concorrentes à altura.
Desde os "rachas" no estreito corredor da nossa casa, na rua Teophisto Abath.
O problema da falta de espaço nos fazia vítima de empurrões e esfregões junto às paredes. Parecia mais luta corporal do que futebol.
Bola de meia, à principio e, depois, uma feita de borracha que doía pra caramba nas "carimbadas".
A seguir, vieram as peladas em campinhos reduzidos, na base do cinco contra cinco. Aí, a bola podia até ser uma número 5 velha.
Tempo em que os meninos tinham como destino a rua e a bola. Isso, depois de cumpridos os chatos deveres de casa.
Retornávamos às nossas residencias imundos, da cabeça aos pés, e éramos recebidos com o grito da mãe: "vai tomar banho, menino !"
Como disse Romário, o mais importante é que "bricávamos a sério". Muitas vezes, o pau cantava e as coisas não eram tão pacíficas.
Depois das "disputas', a meninada se reunia à noite nos bancos da estação da RFFSA ou nas imediações do Bar Social, do Seu Chiquinho.
E aí, não precisa dizer que as discussões fantasiosas se estendiam até a hora de dormir.
Velhos tempos, belos dias da nossa infância com o futebol.
quarta-feira, 5 de março de 2025
Vocês é que invadiram o rio - Dr. Gouveia, prefeito de Iguatu - Antonio Alves de Morais.
Manoel Carlos de Gouvêa foi prefeito da cidade de Iguatu por quatro mandatos. O primeiro 1926 e último 1959.
Quando eu vejo esses repórteres da televisão churomigando os problemas com inundações de partes das cidades eu me lembro do Dr. Gouveia.
O fato é que não se respeitam mais os manansiais, as várzeas, os riachos e lagoas. Constroem edificações em tudo que é lugar, e o pior, com o consentimento do poder publico que devia regular e não o faz.
Quando chove a água não torce o seu curso, invade e leva o que estiver à frente. O Crato é uma grande vitima desse problema.
Tanto do lado do Canal do Rio Granjeiro como das águas que embocam no "Parque da Exposição" atravessam parte da cidade via Rua da Vala e desembocam no canal.
Assim é que em 1959, no quarto mandato do Dr. Gouveia, o rio Juaguaribe botou uma grande cheia e invadiu parte da cidade de Iguatu.
No outro dia, a multidão estava em frente a prefeitura : Prefeito o rio invadiu as nossas casas!
Dr. Gouveia respondeu : "Vocês é que invadiram o rio".
terça-feira, 4 de março de 2025
O governo Lula não passa de um gigantesco conto do vigário - Por J.R. Guzzo.
Os analistas políticos brasileiros, os intérpretes das “pesquisas de opinião” e os laboratórios de ciência política estão assustados. O governo de Lula, espantam-se todos eles, está com problemas. Os índices de aprovação de Lula caem a cada vez que se pergunta alguma coisa à população. Nem a mídia consegue apontar uma realização, uma só que seja, do presente regime. O Tesouro Nacional está na porta da vara de falências. O Bolsa Família chega a 55 milhões de beneficiários e se torna o maior programa de incentivo ao desemprego do mundo.
O Estado não garante mais o direito à vida do cidadão brasileiro – optou por defender a segurança dos criminosos. O ministro da Fazenda é nulo. Todos os outros ministros são nulos. Lula é o mais nulo de todos no governo. De repente, os cientistas políticos descobrem que há alguma coisa errada aí. “Mas como é possível?”, indagam. Quem diria, não é mesmo?
Agora, com a casa caindo na frente de todo mundo, os 'comunicadores' e 'influenciadores' políticos percebem que o governo Lula é muito ruim, provavelmente o pior que o Brasil já teve. A grande questão é: por que não perceberam antes?
Após mais de dois anos, as classes culturais do Brasil começam a perceber que o governo Lula, como todas as proposições absurdas, está se desmanchando. Você não pode dizer que seu vizinho é um homem que tem 8 metros de altura; uma hora vai ficar claro que isso é um absurdo, pois não é possível, simplesmente, um homem ter 8 metros de altura. Com o governo Lula é a mesma coisa.
Não teve até hoje uma única ideia que prestasse. Não teve um único ministro competente – nem os seus aspones servem para alguma coisa. Tudo o que propõe é errado. Tudo o que faz é pior. Tudo o que promete é falso. Como alguém pode ter pensado, por cinco minutos, que um negócio desses tivesse alguma chance de dar certo? A Gazeta do Povo, a revista Oeste e uns poucos outros nunca acreditaram nessa palhaçada. São chamados até hoje, e talvez para sempre, de bolsonaristas e coisa pior. Mas quem esteve, o tempo todo, relatando os fatos?
*Nunca se viu tanta incompetência, velhacaria e cretinice em um governo.*
Agora, com a casa caindo na frente de todo mundo, os “comunicadores” e “influenciadores” políticos percebem que o governo Lula é muito ruim, provavelmente o pior que o Brasil já teve. A grande questão é: por que não perceberam antes? Estava na cara, pela observação mais simples dos fatos, que a coisa toda ia acabar em lágrimas. Por que não se olhou para a realidade visível?
O presidente Lula, para ficar num exemplo só, não pode andar nas ruas de seu próprio país. As “manifestações de massa” que convoca são, uma após a outra, um fracasso miserável. Seus candidatos nas eleições municipais, a começar pelo de São Paulo (onde Lula achava que ganhar era uma “questão de honra”) viraram farinha de rosca. Como, com tudo isso, um especialista em política fica surpreso quando se constata que a “popularidade” de Lula foi para o espaço?
Trata-se, desde sempre, de um gigantesco conto do vigário. Ninguém, na elite brasileira, disse que o rei estava nu. Ninguém disse por que ninguém quis dizer – foi isso, e só isso. Agora, não podendo mais ignorar o preço do café no supermercado e o resto do desastre, ficam agitados, depois frustrados e, enfim irritados. Breve, em todas as telas, o novo capítulo do espetáculo: “Lula 3 – A Recuperação”. Acredite quem quiser.
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NA MEDIDA, MISTURA GROSSA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Não é a violência que assola o País, é o crime. As duas coisas juntas, fica combinado.
E a pior coisa que pode acontecer a um País é se acostumar a esses dois tipos de pragas.
Vejam as proezas do crime organizado.
As facções não possuem nenhuma hidrelétrica, mas atuam na "distribuição" de energia para residências.
Não possuem nenhuma empresa de prospecção do gás de cozinha, mas "exploram" o seu comércio.
Isso sem se falar nas atividades "paralelas" nos ramos de transportes, construções, cigarros, bebidas e até mineração de ouro.
"Negócios" que, dizem, rendem R$ 100 bilhões de reais, por ano. Nada mau, concordam?
IRMÃOS
Seria muito bom que pudéssemos envelhecer ao lado dos amigos de infância.
Infelizmente, a vida nos afasta daqueles que, mais do que amigos, são considerados irmãos.
Quando os encontramos, depois de um longo tempo, percebemos que tudo mudou, os interesses são outros.
Mas, fica o carinho, o apreço.
AS "ERAS"
Já não sabemos qual "era" que se vive. Se da maldade, do ódio, da indiferença, ou se a "era da gota serena".
É que, pelas atrocidades cometidas no Mundo, parece que há um gozo pelo sofrimento alheio.











