quarta-feira, 13 de novembro de 2013

CADÊ QUE EU FUI - ANTONIO ALVES DE MORAIS

Em Varzea-Alegre, nessa passagem de ano, pude comprovar quão humorada é nossa gente. Onde passei  encontrei memorialistas e historiadores. Cada um, a seu modo, contou historias e estorias de nossa gente. Historias e estorias verdadeiras que não podemos publicá-las porque a censura ultrapassa  os 100 anos, e nenhum de nós temos.

Uma delas, que não revelo o protagonista nem sob tortura, a querela tratava de um nosso conterraneo, que de uma hora para outra  se tornou um grande namorador, ignorando os preceitos morais e religiosos da epoca.

A familia se reuniu e resolveu formar uma CPI para botar a baixo o romantismo do conquistador. O sogro, decididamente, não concordou em fazer parte, alegando  que o genro era desbocado, a sogra assumiu suas funções. Feita a  reunião, foram a cima e foram a baixo, sem que ninguem tivesse a devida coragem de tocar no assunto.

Dado momento o namorador disse: Eu sei o que vocês querem, mas, é bom que fiquem sabendo que só tem um jeito: Vocês me caparem. A reunião ficou empolvarosa, a sogra fungiu pra casa resando,  sacrilegio maior não podia haver e, ao contar a historia ao marido, ouviu do mesmo: " Cadê que eu fui".

Prisão já? - Por Merval Pereira, O Globo


A possibilidade de ser decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão de 23 dos condenados no processo do mensalão ainda esta semana aumentou com o pedido nesse sentido feito pelo novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, embora continue sendo improvável que a tese seja adotada pela maioria.

A tendência é que apenas os condenados que não têm direito aos embargos infringentes tenham sua prisão decretada esta semana. O que, no entanto, parecia ser uma tese minoritária no plenário do STF, defendida principalmente pelo ministro Marco Aurélio Mello, ganhou corpo nos últimos dias e há quem diga que já existem cinco ministros a favor da tese do procurador-geral, que pediu a imediata execução da pena dos condenados no processo do mensalão que não tenham a chance de serem absolvidos no julgamento dos embargos infringentes.

Somente dois condenados podem ser totalmente absolvidos no julgamento dos embargos infringentes: o ex-assessor parlamentar do PP João Cláudio Genu e o doleiro Breno Fishberg, que tiveram as penas reduzidas no julgamento dos embargos de declaração.

Além do pedido do procurador-geral, há ainda a favor da prisão imediata uma súmula do STF que permite a execução das penas mesmo com embargos infringentes pendentes de julgamento. “Em caso de embargos infringentes parciais, é definitiva a parte da decisão embargada em que não houve divergência na votação”, determina a súmula.

Não é possível saber ao certo a tendência de cada ministro, a não ser a dos ministros Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, que já defenderam a prisão imediata em declarações públicas. Também os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski já se declararam contra.

O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, tem recusado os pedidos de antecipação das prisões em outras etapas, mas, como esta é a derradeira, é provável que ele vote a favor da prisão imediata antes do trânsito em julgado, como fez no julgamento de um habeas corpus de 2009, quando foi derrotado pela maioria.

Naquela ocasião, o ministro Gilmar Mendes votou contra, e agora está a favor, e a ministra Cármen Lúcia votou a favor. O que está em jogo, na verdade, é a decretação de prisão do ex-ministro José Dirceu.

Condenado por corrupção ativa a 7 anos e 11 meses de prisão, ele não tem como reduzir essa parte da pena, que deve ser cumprida em regime semiaberto. A outra parte da pena, por formação de quadrilha, acrescentou 2 anos e 11 meses à pena final, o que o levaria à prisão fechada.

Roberto Pessoa chama coligação dos Ferreira Gomes de “rola bosta”.


O presidente de honra do Partido da República no Ceará, Roberto Pessoa, confirma: seu partido está formatando uma frente ampla de oposições contando com a participação do PSDB, PSB, PRB e com a ala do PT da ex-prefeita Luizianne Lins de olho em 2014.

Roberto Pessoa diz ainda que essa frente espera conversar com o senador Eunício Oliveira (PMDB) para saber se ele vai mesmo disputar ou não o Governo.

O ex-prefeito de Maracanaú aproveitou para lamentar a postura do governador Cid Gomes (PROS), que adotou postura de ingrato com relação ao ex-governador Tasso Jereissati. Cid não gostou de ver Tasso nas inserções tucanas na tevê cobrando respeito ao Ceará, no que desafiou uma comparação de sua gestão com os 12 anos da administração tassista.

“Que é Ferreira Gomes sem Tasso? Tasso foi quem fez eles!” – acentua Roberto Pessoa. Sobre a declaração de Ciro Gomes definindo como “coligação do ódio” a formação de uma frente ampla de oposições, reagiu: “A coligação dele é a coligação rola-bosta!”

País está em uma encruzilhada, diz Campos em programa de TV.


Em entrevista para o Programa do Jô, presidenciável disse que situação não está nem para ufanismo, nem para achar que está tudo uma desgraça

Cotado como possível adversário da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), endureceu o tom das críticas ao governo e disse que o País está em uma "encruzilhada" para a próxima década. Em entrevista gravada nesta segunda-feira, 11, para o Programa do Jô, da Rede Globo, Campos disse que a situação não está nem para ufanismo, nem para "achar que está tudo uma desgraça". "Nós estamos numa encruzilhada", resumiu.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Enviado por Amigos de Deus

Antes de você desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcança o sucesso quem insiste, apesar de tudo.

 Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dançando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informações de que não sabia atuar. Era careca, dizia o relatório, e ainda dançava um pouco. O professor de Enrico Caruso dizia que ele não tinha voz e não era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele não desistiu e se tornou famoso cantor de ópera, admirado até os dias atuais. Winston Churchill foi reprovado na sexta série. Somente se tornou primeiro ministro da Inglaterra depois dos 60 anos.  Su a vida foi cheia de derrotas e fracassos.

Mas ele nunca desistiu. Chegou a dizer um dia: - "eu deixaria a política para sempre, se não fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro".Conseguiu.  E talvez poucos saibam:

Ele foi prêmio Nobel de literatura em 1953, por suas memórias da segunda guerra mundial.  Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de idéias. Você pode imaginar tal coisa?  Antes de construir a Disneylândia, foi à falência diversas vezes.

Nunca desanimou.  Richard Bach teve recusado a sua história de dez mil palavras por 18 editoras. Era a história de uma gaivota que planava.  Uma gaivota chamada Fernão Capelo Gaivota.  Porque ele não desistiu, em 1970 a Macmillan publicou a história e em 5 anos vendeu mais de 7 milhões de exemplares, só nos Estados Unidos.  Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido.

Por três vezes ele foi reprovado na admissão à escola de artes.  Descrito como o pior aluno da escola, Rodin não desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como o pensador, o beijo e filho pródigo.  Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposição.  Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilhão inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.  Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus últimos nove anos de vida, se transformou em museu Rodin , tendo ele legado suas obras ao estado. Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, não se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados. 
Portanto, se você está a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haverá de descobrir que ainda há muitas tentativas a serem feitas. Há muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcançar.  Não há limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.

Pense nisso e tente outra vez.  E outra mais.  Não se deixe abater por críticas, por experiências mal sucedidas. Vá em frente. Tente de novo e verá que os seus esforços alcançarão êxito.

Desconheço o Autor

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Enviado Por Amigos de Deus.

"Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente." Salmos 16.11

Um empresário, rico, certa vez ouviu um de seus empregados exclamar: "Ah, se eu tivesse apenas 100 dólares agora seria perfeitamente feliz!" Sabendo que tinha muito dinheiro e que este não lhe havia dado paz interior e nem felicidade, pensou consigo mesmo: "Como o dinheiro não me trouxe a alegria desejada e eu posso usá-lo para ver alguém perfeitamente feliz, vou conceder-lhe o seu desejo."

Chamou o empregado e lhe deu os 100 dólares desejados e em seguida deixou o local. Porém, antes de afastar-se completamente, ouviu o empregado resmungar em tom amargo: "Por que eu não falei 200 dólares?"

O patrão sorriu e teve confirmado o que já sabia anteriormente -- o dinheiro não torna uma pessoa "perfeitamente feliz." A maioria das pessoas pensa, erroneamente, que pode encontrar satisfação nas coisas deste mundo. É possível que algumas delas tragam uma alegria passageira, um momento de gozo ilusório, um prazer que não tem qualquer alicerce e que pode ruir e acabar em algumas horas ou minutos.

O pior é que este tipo de alegria pode trazer conseqüências amargas para o resto da vida. Muitas vezes gastamos a maior parte do nosso precioso tempo em uma busca incessante pelo dinheiro. Se eu tiver uma casa na praia...Se eu tiver um carro novo, importado...Se eu tiver um emprego que me pague muito mais...

E assim seguimos em busca do sonho dourado da felicidade fundamentada no dinheiro.,Seremos felizes alcançando nosso sonho? É até possível que sim, mas não há nenhuma garantia de que esta felicidade durará para sempre ou mesmo por um tempo prolongado. Só existe uma maneira de sermos "perfeitamente felizes." É deixando o Senhor Jesus habitar em nossos corações. Com Ele junto a nós, a tristeza e a angústia desaparecem.

Somos felizes se temos uma bela casa ou não. Alegramo-nos se temos o mais luxuoso dos automóveis ou um bem simples ou até nenhum. Regozijamo-nos se temos uma grande quantia de dinheiro no banco ou se as dificuldades nos fazem ajoelhar e disser: "Senhor amado, eu continuo confiando na Tua provisão."

A grande satisfação de nossa vida não está baseada nas coisas que temos, mas no Senhor que está conosco todos os dias de nossa vida.

Temos a Cristo! Temos tudo para a "perfeita felicidade."
Paulo Roberto Barbosa

sábado, 9 de novembro de 2013

O IBGE descobre o ‘aglomerado subnormal’ e acaba com as favelas do Brasil Maravilha - Por Augusto Nunes


Onde se vê uma favela, o IBGE enxerga um ‘aglomerado subnormal’

Primeiro, Lula criou o Fome Zero e acabou com os famintos que herdou de FHC, e todos os brasileiros passaram a saborear pelo menos três refeições por dia. Depois, Lula criou a nova classe média e acabou com a pobreza que herdou de FHC, e todos os pobres foram intimados a subir para a divisão superior sem que tivesse subido o salário.

Mais tarde, Dilma Rousseff criou o programa Brasil sem Miséria e acabou com os indigentes que Lula, decerto por distração, esquecera de incluir na classe média, e todos os miseráveis da nação aprenderam que podem viver muito bem com 3 reais por dia, e se não forem perdulários logo estarão viajando de avião ou embarcando no trem-bala.

Sem fome, sem pobreza, sem miséria, o que estaria faltando para que o Brasil Maravilha virasse uma Noruega com muita praia, carnaval, mulata, futebol e jabuticaba? Acabar com os milhões de nativos que se espremem em barracos pendurados nos morros, hasteados nos pântanos ou fincados na periferia das cidades, decidiu o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Depois da divulgação de um estudo que abrange a população que sobrevive nesses tumores urbanos, já não falta mais nada. Pelo que se lê no papelório, os alquimistas do IBGE decretaram que, a partir deste começo de novembro, o que parece uma favela é um “aglomerado subnormal”. Isso mesmo: “aglomerado subnormal” é a grande novidade apresentada nesta primavera pela novilíngua companheira.

Embora a imensidão de favelados esteja onde sempre esteve, as favelas não existem mais. Haja cinismo.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Enviado por Amigos de Deus

"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite." Salmos 1.1-2

Eis aí, no quarto de dormir, um rapaz recém-chegado da escola. Trabalhou duro até às seis, almoçou de marmita, passou quase duas horas em condução. É meia-noite e ele já tomou seu banho e jantou. Na escrivaninha um computador, um modem e a internet ligada. No monitor várias mensagens do Orkut e muitas luzes do MSN, são amigos a chamar-lhe. Ele não titubeia: deixa um recado de que amanhã responderá aos chamados. Desliga o monitor, abre sua bíblia e lê avidamente a carta aos Filipenses. Desde o início do ano ele se propôs a ler a bíblia todas as noites e marcar as coisas que mais calaram em sua alma. Seu novo testamento está todo marcado. Ele lê por 30 minutos. Agora dobra os joelhos junto ao leito. Ele ora. Está com sono. Então se levanta e ora andando. E diz: “Senhor, se eu não caminhar irei dormir, então andando falarei contigo”. E ora. Ora pela mãe, ora pelos irmãos, ora pelo trabalho, faculdade, colegas, igreja, conjunto, reavivamento. Chega a chorar quando apresenta a menina de quem gosta. Então, depois de um bom tempo ele diz amém e vai se deitar. “Em paz me deitarei e dormirei, porque só Tu, Senhor, me fazes repousar seguro”Salmos 4.8.

Eis aí, na sala, uma dona-de-casa. Mulher sofrida, não tem dinheiro para pagar empregada. O marido labuta na firma e ela o faz em casa. Às vezes faz alguns salgados e lava algumas roupas para fora, mas os cuidados da casa lhe tiram as chances de ganhar mais dinheiro. Ela compensa com economia segura e sábia: consegue fazer render o que tem em mãos. Já lavou, passou, arrumou, escolheu feijões, temperou a carne, assou o frango. Ela já acordou as crianças, banhou-as, vestiu-as, colocou-as na perua que veio buscá-las. Já as recebeu de volta, deu-lhes outro banho, roupas limpas, deu-lhes brinquedos, deu-lhes janta. O esposo chegou cansado, ela o recebeu com amor, deu-lhe sua janta, conversou, arrumou as camas, viu o repórter, ligou para a mãe e a irmã, colocou as crianças para dormir, banhou-se e disse ao marido que não iria assistir ao jogo. Sentou-se na sala com a bíblia à mão. Bíblia surrada, usada, cheia de marcas do tempo, boletins antigos, cartinhas queridas, uma ou outra foto, até dinheiro havia lá. Mas também um óculos guardado no zíper da capa e uma caneta: ela lia a bíblia. Quantos versículos marcados com dizeres: “hoje precisei disto”, “desejo isso para meu marido”, “eu creio nessa promessa” , “reconheço que pequei”, etc. Lá está ela, depois de ter lido seu texto, seu devocional diário e até a lição da Escola Dominical. Junto da revista uma listinha: pedidos de oração. Muitos sinais em cada nome, registrando quantas vezes já orara por cada um. Cansada, no final da oração, cochilou e adormeceu. Seu marido a despertou gentilmente, e ela guardou sua bíblia e deitou-se em paz. “mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias” Provérbios 31.10.

Eis aqui um pastor. Não está na cama. Não está na TV. Também não está no gabinete e nem tomando banho. Ele levantou-se na madrugada, três e meia da manhã, e foi até o quintal. Olhou as torneiras para ver se não vazavam. Foi ao quarto das filhas e verificou se estavam cobertas. Mediu a febre da menorzinha, já tinha passado. E então dirigiu-se à garagem, ao banco do seu carro. Sentou-se, colocou as mãos sobre o rosto e chorou. Sim. Chorou de soluçar. Enquanto chorava, sua mente dizia: “Pai, eu não sou suficiente para pastorear a Tua igreja. Dá-me a mão; dá-me a graça; dá-me o poder do Espírito Santo, para que o povo Te busque de fato e de verdade! Há tanta mentira, Senhor, tanta hipocrisia. Eu também tenho sido hipócrita! Me perdoe, Senhor! Me ajude a dizer não à preguiça de orar; me ajude a desligar a TV, internet e telefone quando em demasia; me ajude a amar o Teu povo e não apenas suportá-lo. Me ajuda a não medir o povo pelo dinheiro que dá, mas pelas pessoas que são: pecadoras como eu, e que precisam de forças Tuas. Renova-me, Senhor! Reaviva de verdade a tua Igreja”. Sua oração vai até às 5, quando então, depois de chorar, clamar, reclamar, lamentar, cochilar, resolve deitar-se mais um pouquinho, para então entrar em mais um dia nessa terra que o Senhor Deus lhe deu. “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter do seu mau caminho, então eu os ouvirei do céu, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra.”II Crônicas 7.14.

 Você que é jovem, você que é dona-de-casa (ou profissional de carreira), você que é pastor, você que não é isso, mas é um ser humano também lutador e com uma vida a viver,  poderia encaixar-se nessa descrição que imaginamos?
Exagero, não?
Ninguém é tão espiritual assim! Ledo engano! Ainda há 7 mil joelhos que o Senhor conserva pelo mundo, de gente que faz valer à pena a existência das igrejas e a pregação do evangelho. 
"Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou." I Reis 19.18

 Serei eu um deles?
Começando por mim, Deus aguarda uma resposta. Será que adoramos ao deus medíocre, de poder questionável e facilmente enganavel? 

Ou será que adoramos ao Deus verdadeiro, que é Santo, é Justo, presente e adorado com racionalidade, espiritualidade e verdade? 

Pois em Sua palavra Ele diz que não quer ser cultuado por rituais ou locais santos, mas por homens quebrantados, que O reconhecem como Deus e que o honram interiormente, em espírito e em verdade. 

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1); 

"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." João 4.23

Que tipo de cristão eu sou?

Pr. Wagner Antônio de Araújo

A mãe do PAQ - Por Ruth de Aquino, ÉPOCA

A troca do C pelo Q não é erro de revisão. O Brasil vive um Programa de Aceleração da Queda (PAQ). Só quem vê “crescimento” é a mãe coruja, Dilma Rousseff, o pai, Lula, e o padrinho, Mantega.

O objetivo não é afogar o leitor em números e porcentagens. Bilhões são um conceito tão remoto para nós quanto a moda ridícula dos desfiles “fashion”.

Mas alguns valores e siglas precisam ser exibidos porque, em algum momento, quem pagará o pato é você – ou alguém duvida que a família do PAQ terá ainda mais fome de arrecadação em ano eleitoral?

Para cobrir o rombo da saia, todos os impostos – como o IPTU, para citar apenas um – terão de ser aumentados acima da inflação. E outros, como a CPMF, serão relançados sob outro nome, para disfarçar o assalto. Aguentem os próximos parágrafos. Eles justificam os temores de quem sabe a diferença entre crescimento e queda.

As contas públicas – e isso engloba União, Estados, municípios e estatais – tiveram um déficit de R$ 9,048 bilhões em setembro. O pior resultado em 12 anos, desde 2001.

O governo diz que é um resultado “sazonal”, por causa da antecipação do 13º, do aumento do salário mínimo em 9%, da redução de receitas e da alta dos juros. Mas todo ano tem setembro e dezembro. Não se inventou ainda o ano de dez meses.

Como explicar o enorme déficit no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) num país que comemora a queda no desemprego? Ele deve fechar o ano com menos R$ 7,2 bilhões, o pior resultado desde que foi criado, em 1990.

Qual será a solução? O governo exigirá curso de reciclagem a quem quiser sacar o seguro-desemprego. Toma!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Real tem maior queda no mundo com cenário externo e risco fiscal - O Globo

Em um dia de aversão a risco no mercado internacional e de preocupação com a política fiscal brasileira, investidores venderam ações e compraram dólares. Na lista das 16 principais moedas do mundo acompanhadas pela Bloomberg, o real teve nesta terça-feira a maior desvalorização frente ao dólar, com queda de 1,92%. De outro lado, mesmo com uma intervenção do Banco Central no mercado futuro no valor de US$ 497,2 milhões - conforme o previsto no programa de injeções diárias - a moeda americana fechou na maior cotação desde 6 de setembro, a R$ 2,289, com valorização de 1,95%.

A Comissão Europeia reduziu nesta terça-feira sua previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro em 2014 para 1,1%. Investidores também estão atentos à divulgação do PIB dos EUA nesta quarta-feira e a estatísticas do mercado de trabalho americano na sexta-feira. Estes dados podem influenciar a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre os estímulos à economia. Parte do mercado acredita que a redução pode começar em dezembro.

Enviado por Amigos de Deus.

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco... 
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:

- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?  O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira.  A aldeia inteira se reuniu, e disseram: 

- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça! 

O velho disse:

- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este e o fato, o resto e julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este e apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir? 

As pessoas riram do velho.
Elas sempre acharam que ele era um pouco louco.
Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou.
Ele não havia sido roubado, mas havia fugido para a floresta.
E não apenas isso, trouxera junto uma dúzia de cavalos selvagens.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:

- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.

O velho disse:

- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo esta de volta... quem sabe se e uma benção ou não? Este e apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro? 

Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente pensavam que ele estava errado.
Doze lindos cavalos tinham vindo...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram.
Elas disseram:

- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você esta mais pobre do que nunca. 

O velho disse:

- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso e uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o pais entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forcados a se alistar. 
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas.
A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. 
Elas vieram até o velho e disseram:
 
- Você tinha razão velho, aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda esta com você. 
Nossos filhos foram-se para sempre.

O velho disse:

- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso e uma benção ou uma desgraça.

Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade.
Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas.
Quando você julga você deixa de crescer.
Julgamento significa um estado mental estagnado.
E a mente deseja julgar, porque está em um processo e sempre arriscado e desconfortável.
 Na verdade, a jornada nunca chega ao fim.
Um caminho termina e outro começa.
Uma porta se fecha, outra se abre.
Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto.
Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele crescer...
somente eles são capazes de caminhar com Deus.

Desconheço o Autor

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Símbolos falsos - Por Ricardo Noblat


Que país é este onde até outro dia o ex-senador Demóstenes Torres (DEM-GO) era o símbolo do respeito à ética na política; o bilionário Eike Batista, da rápida e espantosa ascensão empresarial; e a presidente Dilma Rousseff da gestora bem-sucedida?

O primeiro terminou cassado por envolvimento com um bicheiro e sua gangue; o segundo corre o risco de falir; e o terceiro de se reeleger no próximo ano.

Temos uma certa queda para acreditar em símbolos duvidosos. Demóstenes era capaz de, com a mesma naturalidade, falar com um ministro do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade de uma nova lei em exame no Congresso para, na ligação seguinte, discutir com o bicheiro Carlinhos Cachoeira quanto lhe caberia num negócio irregular ainda em curso.

Há pouco mais de um ano Eike foi apresentado por Dilma como “o padrão” do empresário nacional, “a nossa expectativa” e, sobretudo, “o orgulho do Brasil quando se trata de um empresário do setor privado”.

Na época, empresas de Eike davam sinais de que iam mal. Nem por isso o BNDES e a Caixa Econômica rejeitaram pedidos do empresário por mais dinheiro. Agora, a falência está às portas.

Foi no final de 2005, em conversa com deputados nordestinos, que Lula falou pela primeira vez no nome de Dilma para sucedê-lo. Talvez até mesmo em 2006 se ele não conseguisse escapar do “mensalão”. Conseguiu.

Mas tão logo se reelegeu, Lula passou a exaltar as qualidades de Dilma como gestora e a preparar o caminho de sua candidatura em 2010.

No governo da gestora exemplar obras importantes estão paralisadas, outras se arrastam, ideias não saem do papel, assim como dinheiro liberado para aplicação não sai do Tesouro Nacional.

Oito entre dez empresários de grande porte concordam: como gestora, Dilma é uma pessoa simpática. Como simpática ela não é... O coração dos empresários bate forte por Lula e, à falta dele, por Eduardo Campos.

Somente Lula enxergou em Dilma as qualidades que ela não tem. Os demais aliados dele sempre mantiveram um pé atrás quanto às chances de sucesso de quem tinha rala experiência como executiva.

Lula encantou-se pelo que julgou ser eficiência de Dilma em atender às suas encomendas. E admirou sua falta de cerimônia em tratar os subordinados com a mão pesada. Confundiu capatazia com gerência.

A administração medíocre feita por Dilma até aqui deve-se em boa parte a uma série de razões. Por exemplo, o loteamento do governo. Lula fez isso no seu segundo mandato, mas Lula é Lula. E o loteamento favoreceu à corrupção.

Dilma nomeou gente despreparada para ocupar cargos importantes. Por fraqueza política, e a condição de estranha no PT, cedeu mais do que desejava.

As indicações para as empresas estatais foram politizadas, assim como para as agências de desenvolvimento.

A Petrobras ficou impedida de reajustar o preço dos combustíveis para segurar a inflação que ameaçava sair de controle.

São discutíveis os benefícios produzidos pela política de desonerações. Calcula-se que o próximo governo, seja de quem for, se esgotará tentando corrigir o estrago causado pelo atual na economia.

E, contudo...

Demóstenes parecia ter uma longa vida política pela frente. Virou ficha suja. Eike não deixará de ser rico, mas revelou-se um incauto charlatão.

Quanto a Dilma, suará muito para se reeleger. Não conseguiu construir uma marca para si. Lula é o pai dos pobres e mãe dos ricos. O que Dilma é além de “a mulher de Lula”?

STF pode ordenar prisão de 10 condenados do mensalão na próxima semana - Por Mariângela Gallucci, Estadão


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, avisou aos colegas que o plenário deverá julgar na próxima semana os embargos de declaração de dez condenados por envolvimento com o esquema do mensalão. Se a Corte rejeitar esses recursos e concluir que eles tiveram o propósito de apenas postergar o cumprimento das punições, o tribunal poderá determinar a imediata execução das penas.

A Corte poderá inclusive mandar para o sistema penitenciário parte dos réus condenados por envolvimento com o esquema de compra de votos no Congresso durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O STF deverá usar as duas sessões plenárias da próxima semana para analisar esses recursos. A expectativa é de que os embargos sejam, em geral, recusados. Se esse for o resultado, estarão sujeitos a começar a cumprir penas o delator do esquema, o ex-deputado Roberto Jefferson, e o deputado Pedro Henry (PP-MT), entre outros.