terça-feira, 31 de julho de 2012

SEXTA DE TEXTOS - Sávio Pinheiro


AS TETAS

Sujeira muita, mostra o teu segredo,
Astuto bolso chega bem na hora,
Lavada grana, já não se demora,
Comprado voto, já produz arrego.

A teta enche e vaza de feição,
De forma vã, impura e sem pudor,
Deixando alegre o venal eleitor
E sem postura os donos da nação.

Pra ter conforto e pompa o tempo inteiro,
E desprezar o seu real poleiro
É só agarrar no ubre com veemência.

Viver atrelado às tetas do poder
É sempre ter, às mãos, o merecer
De macular a podre consciência.


COBRA, ENGOLINDO COBRA - Por Mundim do Vale.


Meu primo Chico Piau, uma vez foi até a feira do Mercado Velho, onde comprou um moinho a João de Freitas. Chegando em casa foi inaugurar o moinho, moendo uma massa para fazer um cuscuz. Na pressa de moer botou muita força e quebrou o braço do moinho.
Zangou-se e foi correndo para reclamar do vendedor.
Aborrecido foi logo falando:
- Ei João eu quero trocar o moinho, porque o braço dele quebrou-se.
João de Freitas também aborrecido falou:
- Apois mande Meste Micena incanar cum taboca!
- Não Senhor! Eu quero é outro, porque eu paguei à vista e não posso ficar no prejuízo.
- Chico tu deixa de ser besta, qui quando eu fui contar o apurado, eu reparei dereito e a nota qui tu tinha me dado era de duas cabeça.
- Pois então o seu moinho tinha que ter dois braços também.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SEXTA DE TEXTOS - Sávio Pinheiro

Desculpa amarela III:

O SABER, O SÁBIO E O SABIDO


Quando escrevo algo por conhecimento,
Este evento eu entendo por SABER;
Apostando, que quem não quiser ler
Perderá um bom texto, a contento.
Se algum SÁBIO mostrar forte argumento
Faz-se, ele, o meu gênio preferido.
Comprovando seu estudo dirigido,
Eu o atesto, que tem sabedoria,
Mas se alguém lhe enganar com maestria,
Este alguém é chamado de SABIDO.

O Senado continua o mesmo - Antonio Alves de Morais.



A cassação do mandato de Demóstenes Torres obviamente não piora, mas também não melhora a imagem do Senado que encerrou a carreira política de um de seus pares sem, contudo, quitar a imensa dívida que acumula com a sociedade.

Em pé, de braços cruzados, acompanhando a sessão com um quase imperceptível sorriso no rosto, Renan Calheiros era a materialização de uma evidência: Demóstenes não caiu em decorrência do rigor ético dos senadores, mas por um conjunto de circunstâncias para ele adversas.

Se o critério predominante fosse o zelo ao decoro parlamentar, Calheiros não teria assistido à cena em posição tão privilegiada.

ABSORTO - POR LUIZ LISBOA

Meu sertão tem sabiá
Cantado na laranjeira
O galo campina canta
Na folha da bananeira
Tico-tico saltitando
No velho mourão de porteira
Lagaticha balança a cabeça
Em cima de uma pedreira
Um canário  canta forte
Na jurema do norte
E um bem-ti-vi numa palmeira
Um papagaio numa estaca
Sempre beliscando um milho
Só uma coisa aprendeu
Foi chamar vem cá meu filho
E num monte de madeira
Um preá marcou seu trilho
Isto é o meu sertão
nunca fuji do estilo
O pássaro aqui é deferente
Só na gaiola ele canta
Vem comer na sua mão
Olha no olho e não se espanta
O preá daqui é rato
O dia fica dormindo
Só a noite ele levanta
O xexéu também existe
Ensaia o seu canto triste
E quase a ninguém encanta
Coisas que a distância
Traz até você em  pensamento
Vivo aqui este momento
Como se estivesse lá
Nas quebradas do Ceará
A trotear no jumento.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

EXCESSO DE CUIDADO



A empresa PINCEL – Pinturas Cearense Ltda. Da minha propriedade, Acolhia os pintores qe vinham de Várzea Alegre, recomendados por meu amigo Ildefonso Vieira.
No ano de 1985 chegava Bibí para ingressar como funcionário.
Um dia logo pela manhã chegou aquele garoto pequeno,  e magro, mas com os olhos de quem já enxergava o mundo de todos os ângulos. Me entregou um bilhete de Ildefonso e depois da leitura eu falei:
- Pois é Bibí. Você está muito bem recomendado, mas nós vamos fazer um pequeno teste, como eu faço com todos. O candidato concordou e peguei  04 metros de falhete, que era um tecido especial, mostrei a mensagem e disse pra ele:
- Bibí. Essa faixa vai ser o seu teste, tenha muito cuidado para não sujar e nem borrar o tecido. Essa faixa é uma homenagem para uma garota que faz hoje 15 anos. Bibí pegou o tecido esticou no piso e colocou uma galão de tinta em cada lado para armar o tecido, ficou pintando e eu saí para visitar um cliente, quando cheguei, a mensagem já estava escrita, no capricho que o evento exigia. Enquanto eu  elogiava o trabalho,  Bibí foi passar de um lado para outro e chutou o galão de tinta sobre a faixa. Aquele tecido não deu para aproveitar nem pra pano de chão.
O candidato ficou triste mas eu logo acabei com a tristeza dele, falando:
Não precisa ficar triste. Eu vou Considerar com um acidente. Você  passou no teste e está admitido.

Naquele ano começava a carreira de Bibí na área de comunicação visual, três  anos depois daquele acidente Bibí e os seus irmãos criaram as suas própria empresas.


Dedico esse causo histórico a todos aqueles profissionais que trabalharam comigo.





POETAS NORDESTINOS OO2 - POR HELENO SILVA

Hermes Vieira, a maior expressão da poesia folclórica do Piauí, se chama, por inteiro, Hermes Rodrigues Cardoso Vieira e tem o umbigo enterrado em Elesbão Veloso, município da Cidade de Valença. Nasceu a 23 de Setembro de 1911. É filho de Raimundo Rodrigues Cardoso Vieira e de Joaquina de Sousa Viana, ambos já aliviados, por bondade de Deus, do pesado surrão da Vida. Muito viajado, esteve alguns anos na Amazônia, onde bebeu, fartamente, em cantata com o "Inferno Verde", vivendo na ambiência trepidante e misteriosa daqueles matões Envios, o néctar que, mais tarde, na tropicalidade de sua terra natal, iria destilar para o acervo cultural de seu povo.
Como Giovanni Papini, Machado de Assis, João Ferry e tantos outros que a memória teima em esconder, Hermes Vieira, enfiado no ventre das noites, acolitado por livros de capas gastas e à vaga claridade de lamparinas fumacentas, é cultura autodidata, que, para algum anelado, pode constituir mancha na luz ofuscante que os seus pés vão deixando nos caminhos que percorre, sustendo a Lira e padejando o verso.

Segundo Hermes: “Há uma lenda muito conhecida, notadamente nos arrabaldes do Nordeste, batizada pelo sabor do zé-povinho de "Mãe-da-Lua", "Chora-Lua" ou "Urutau". É uma ave noturna de canto dolente e entrecortado, dando, a quem tem o ouvido preso aos seus trinados de tristeza, a impressão de uma gargalhada melancólica de quem disfarça a acrimônia de uma angústia.”
Em "Lamentos de Mãe-da-Lua", Hermes Vieira, forjicando uma grafia adrede e cuidadosamente estudada, põe nos lábios do leitor a pronúncia real do caboclo, no seu desleixo lingüístico e na sua conhecida preguiça mental:

"No sertão, nos matagais,
Quando vai no céu a lua
E nas fontes cristalinas
O luar meigo flutua.

Um silêncio agreste e doce
Deixa tudo extasiado;
Pelo espaço enluarado.
E uma voz dolente ecoa

Essa voz que dissimula
Uma dor a gargalhar,
É notória no sertão
Pelas noites de luar.

É a voz da Mãe-da-Lua
A chorar o ausente esposo
Que, segundo afirma a lenda,
teve um fim misterioso.

Era um pobre lenhador;
Certa vez, indo lenhar,
Por motivo inexplicável,
Não voltou mais ao seu lar.

Mãe-da Lua, em desespero,
Coração angustioso,
Atirou-se pelas brenhas
A procura do esposo.

Andou muito, mas, debalde:
O marido não encontrou,
E por isso nunca mais
A cabana ela voltou.

E depois, num ramo nu,
Sob um manto de luar,
Outras aves encontraram
Mãe-da-Lua a soluçar.

Não querendo a infeliz ave
Pelas outras ser zombada,
Logo o pranto simulou
Numa triste gargalhada.

E num galho, solitária,
Mergulhada no luar,
Ela ainda continua
Com seu triste gargalhar.

Como oculta a Mãe-da-Lua,
Gargalhando os seus tormentos,
Muitos riem, assim também,
Ocultando os sofrimentos".

Antonio Delfim Netto - O Zé e o BIS

Meu compadre Zé, sujeito arretado, trabalhador honesto e temente a Deus, ganha com seu trabalho duro cerca de R$ 1.200 por mês. Pagava R$ 200 de aluguel. Cuidadoso, não tinha qualquer dívida. Não constava nas estatísticas dos bancos e muito menos na de devedores duvidosos.

Foi tentado pelo Diabo. Comprou uma residência no programa Minha Casa, Minha Vida e hoje paga R$ 200 de prestação. De acordo com a mistificação estatística a que todos somos sujeitos, o Zé está agora altamente endividado! Num fechar de olhos, passou de virtuoso não devedor a um suspeito inadimplente potencial que deve 20% da sua renda! Pobre do Zé. Quem mandou ser ambicioso!

Isso não é uma parábola. Há milhares de Zés "exagerando" no crédito porque essa é a sua "riqueza"! Isso impressionou alguns economistas locais e acabou sendo ouvido em Basileia. Foi expresso no relatório anual do Bank of International Settlements, o famoso BIS.

O assunto causou comoção. Os economistas do BIS contam-se entre os mais bem apetrechados do mundo. E justamente. Sempre mantiveram distância da vertigem cientificista. De fato, em 2005/2006, seus trabalhos deixavam claro que a aparente calmaria que o Fed atribuía às virtudes da sua política monetária escondia perigos insuspeitados.

Eles e mais meia dúzia de bons profissionais alertaram para a crise que se construía num sistema financeiro cuidadosamente desregulado em nome de uma suposta "ciência". É preciso, portanto, ouvi-los quando falam.

O aumento do endividamento das famílias no Brasil é mencionado ligeiramente nas págs. 26 a 30 do relatório, sempre com muito cuidado. Não há qualquer observação com conotação negativa. Aliás, a comparação das taxas de crescimento da relação crédito/PIB é tratada corretamente: "O rápido crescimento do crédito não é necessariamente ruim. Os sistemas financeiros de alguns países emergentes ainda são relativamente subdesenvolvidos e muitas famílias e empresas estão fora deles. Assim, o rápido crescimento do crédito pode refletir tanto um desenvolvimento financeiro quanto um excesso" (pág. 28).

Como deveria ser óbvio, o aumento da relação crédito/PIB de 25% para 50% em poucos anos no Brasil não pode e não deve ser considerado um "excesso", porque ainda temos uma das menores bancarizações do mundo. E como aumentá-la senão fazendo o crédito crescer mais do que o PIB?

Houve, seguramente, algum excesso no setor de automóveis que foi agravado pela imbecilidade que atingiu o sistema de leasing. O que ninguém falou é que na pág. 30 do relatório (gráfico III.7) o BIS mostra a higidez do sistema bancário brasileiro.

No tempo da minha infância - Ismael Gaião

No tempo da minha infância
Nossa vida era normal
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal
Hoje tudo é diferente
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal

Bebi leite ao natural
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria

A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade
A vida ficou sem graça
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade

Eu comi ovo à vontade
Sem ter contra indicação
Pois o tal colesterol
Pra mim nunca foi vilão
Hoje a vida é uma loucura
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração

Com a modernização
Quase tudo é proibido
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido
Fazendo tudo que eu fiz
Hoje me sinto feliz
Só por ter sobrevivido

Eu nunca fui impedido
De poder me divertir
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir

Vi o meu avo dirigir
Numa total confiança
Sem apoio, sem air-bag
Sem cinto de segurança
E eu no banco de trás
Solto, igualzinho aos demais
Fazia a maior festança

No meu tempo de criança
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo
Nem se ficava frustrado
Quando isso acontecia
A gente só repetia
Até que fosse aprovado

Não tinha superdotado
Nem a tal dislexia
E a hiperatividade
É coisa que não se via
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria

Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira
De uma fonte natural
Ou até de uma mangueira
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira

Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado
Ter alguns dentes partidos
Ou um joelho arranhado
Vovó guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado

Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos

Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã
Sem usar cotoveleiras
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras

Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha
Bola de Gude e Pião
De mocinhos e Cawboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão

Eu cantei Cai, Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé
Gata Pintada, Esta Rua
Pai Francisco e De Marré
Também cantei Tororó
Brinquei de Escravos de Jó
E o Sapo não lava o pé

Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar
Peixe nenhum eu pagava
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar

Tomava banho de mar
Na estação do verão
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão
Não voltava bronzeado
Mas com o corpo queimado
Parecendo um camarão

Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia
Não tinha vídeo cassete
Muito menos internet
Como se tem hoje em dia

O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço
Não existia ração
Nem brinquedo feito osso
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço

E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira
Ou numa água bem fria
Debaixo duma torneira
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira

Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular
De manhã ia pra aula
Mas voltava pra almoçar
Vovó não se preocupava
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar

Comecei a trabalhar
Com onze anos de idade
Pois o meu avo me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade

Mas hoje a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos
Num mundo sem esperança

A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez...


Enviado pela colaboradora Onelma Viana Bezerra.


DECLARE O SEU AMOR - AMIGOS DE DEUS.

O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso! Embora fossemos uma família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira refeição do dia. Era ovo frito com bacon, outro dia era ovo cozido, depois era pão com linguiça, lingüiça com ovo e pão... Tudo feito com simplicidade. 

Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da 'lua-de-mel', para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manha preparado. 

Como estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa. 

Olhei para o lado e vi minha esposa, dormindo profundamente. Feito um anjinho - de pedra! Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la. 

Nada! 

Fui para o trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugávamos. 

Ao me sentar a mesa de trabalho, sentindo o estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: 'O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também 
a eles' Lucas 6.31.

Disse pra mim mesmo: 'O Senhor não precisa dizer mais nada'. No outro dia preparei o café da manha e levei na cama para minha esposa. 

Ela acordou com aquele sorriso tão lindo! Estamos para completar Bodas de Prata. Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto sempre que possível. E com muito amor! 

Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo... Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso. 

Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando é Jesus: Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela' Efésio 5.25

O matrimonio é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir perdão. A cada dia temos que buscar forças em CRISTO, pois, sem Ele, nada podemos fazer (João 15.5) 

Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfeso, citou uma bela frase de Jesus: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. ' Atos 20.35. 

Quando se descobre isso no matrimonio, descobre-se o principio da felicidade. 

Por que muitos casamentos não tem ido adiante? Porque o egoísmo tomou conta do casal. É o 'cada um por si' que vigora. 

Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc. Pessoas não são descartáveis, porem, o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável. 

O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimonio vale à pena! 

E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. 

Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente. 

É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras. 

A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é: 'Eu amo você'. 

Não é fácil dizer isso às vezes, pois muitas vezes acordo de mal comigo mesmo. Então, faço uma oração pedindo ao Espírito Santo e Ele me dá a força do amor para aquele dia. 

Recebo de Deus a força do perdão. 

Faça isso agora também. Declare seu amor! Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: 'Se você estiver pensando em se casar para ser feliz, não se case! Fique como está solteiro mesmo'. Mas, se sua intenção é casar, só se for para fazer alguém feliz, e não para ser feliz, nesse caso case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo! O segredo da felicidade é fazer o outro feliz! Quem disse isso foi Aquele que mais entende de felicidade: 'DEUS'. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

COISA DE MINEIRO.

Um médico no interior de Minas, queria tirar um dia de folga mais não podia fechar o consultório.
Chamou o Zé (responsável pela única farmacia da cidadezinha) e falou para ele: Estou muito cansado e preciso descansar um dia. Como aqui não acontece nada grave você fica no meu lugar .
O Zé aceitou. O médico vestiu o jaleco no Zé e foi pescar.
De tardezinha quando retornou perguntou ao Zé: E aí Zé como foi o dia? O Zé respondeu: Correu as mil maravia. Atendi treis duente. O médico preocupado perguntou: Quais foram os casos?
O Zé disse: O primero era um omi que tava com dô de estamo.
O médico perguntou: O que você deu para ele? O Zé respondeu: Dei omeprasó..
O médico disse: Tá certo OMEPRAZOL. E o segundo: O Zé disse: O segundo foi um otro ome que tava com dô de cabeça. O médico perguntou: O que você deu para ele:
Dei tilenó
O médico disse: Correto TYLENOL. E o terceiro? A terceira foi uma muié que entro, trancô a porta, tirô a ropa, fico peladinha, deito na cama e disse: O sinho pricisa resolve o meu pobrema, fais 5 anos que eu não vejo um omi.
O medico preocupado disse: Meu Deus do ceu, o que você fez com ela?
O Zé disse:  CARQUEI COLIRIO NO ZOIO DELA UAI.

                       

Frase do dia - Santa Monica.

" Cada dia é uma moeda que Deus nos dar para comprarmos a sua gloria".