sábado, 7 de junho de 2025
Colegio Estadual Wilson Gonçalves - Antônio Alves de Morais.
sexta-feira, 6 de junho de 2025
Conte essa, conta aquela - Dr. Flavio Costa Cavalcante.
É assim com Antonio Ulisses. Quem, sendo filho de Várzea-Alegre, ou por lá tendo passado, ainda quem por pouco tempo, não sabe quem foi essa figura, não riu de suas historias tão bem contadas? Quem não conheceu o “Beco”, famoso palco de cenas memoráveis – comandadas pela maestria de Ulisses, que liderava um grupo de “artistas do riso” do limpo e saudável deboche de humor Inteligente”.
Todos conhecem o livro do Dr. Flavio, porem como não se tem o habito da leitura, estarei passando e-mail ao autor do excelente titulo para pedir permissão para transcrever no Blog do Sanharol algumas das historias do Antonio Ulisses. Quem sabe eu possa colaborar com divulgação das historias já tão conhecidas do inesquecível Antonio Ulisses Costa.
Antonio Alves de Morais.
quinta-feira, 5 de junho de 2025
NA MEDIDA, O SOBRENATURAL NO FUTEBOL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Nelson Rodrigues tachava de idiota da objetividade aquele que buscava racionalidade onde se enxergava transcendência.
Para Nelson, o futebol sem forças sobrenaturais não existia.
E dizia mais: "As superstições decidem campeonatos".
POSSE DE BOLA
Vale repetir a lição sobre posse de bola.
Ter a bola significa controlar o tempo.
Como na música, é o tempo que conta.
Tempo de acelerar ou de ir mais lentamente.
Tempo que, no futebol, só os grandes times possuem.
MODERNO
O futebol que chamamos de moderno tem a herança genética da seleção holandesa de 1974.
Marcação sob pressão, jogadores sem posição fixa, a incansável busca de espaços não ocupados.
Jogadores pareciam uma matilha de lobos famintos pela bola.
Ficamos basbaques, diante do carrossel. Um espanto, uma inspiração para o futebol melhor jogado.
A ARTE É TUDO
O futebol pode ser trágico, cômico, triste, alegre, incrível, inesperado, épico, intenso e tedioso.
Como arte, o futebol pode ser tudo.
Verdades - Por Roberto campos.
O doce exercício de xingar os americanos em nome do nacionalismo nos exime de pesquisar as causas do subdesenvolvimento e permitir qualquer imbecil arrancar aplausos em comício.
Roberto Campos.
quarta-feira, 4 de junho de 2025
FIM DE LINHA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
O grande time do Fortaleza que, nos últimos anos, foi o nosso melhor "PIB" futebolístico não existe mais.
Para quem ainda duvidava disso, a goleada sofrida para o Flamengo foi a pá de cal que faltava.
O vendaval de equívocos cometidos, nos mais variados aspectos, atingiu até Pablo Vojvoda.
O argentino não tem encontrado a fórmula de fazer o time jogar com o material humano em mãos.
O pedido de desculpas e explicações de Marcelo Paz, Vojvoda e jogadores, já não são sonoros aos ouvidos dos torcedores.
Se das crises podem sair grandes soluções, já está passando da hora do comando tricolor usar a expertise adquirida nos últimos anos e fazer alguma coisa.
Como que sofrendo de uma enfermidade, o Fortaleza tem sido vulnerável na hora de se defender e inofensivo na hora de atacar.
Qual a solução? Juntar o que se pode do atual elenco e contratar rápido para os setores mais fragilizados.
Daqui a pouco, o perverso calendário vai juntar Brasileiro, oitavas da Libertadores e Copa do Nordeste.
Haja fôlego para aguentar tal rojão.
Marcas do que se foi - Antonio Alves de Morais
Eu também tenho as minhas lembranças e saudades. Não vou recorrer aos tempos de Várzea-Alegre não. Falarei um pouco dos tempos do Crato.
Chegando ao Crato em março de 1969, fixei residência na casa de minha parenta Laura Morais de Brito, a pessoa melhor, mais compreensiva e hospitaleira que conheci em toda minha vida. Morava à rua José Carvalho 440 – centro.
Quando a passarada cantava, ao amanhecer, ela me convidava para missa na Sé, celebrada por Mons. Rubens Lóssio, um baixinho, serio, culto, coradinho, conselheiro e homem de Deus. Depois da missa era a vez de ver os livros, cadernos e exercícios passados pelos professores no dia anterior.
Na casa da frente, residência dos “Parentes”, tinha um som muito potente que atrapalhava o estudo, podia-se ouvir o Roberto Carlos cantar " Só vou gostar de quem gostar de mim", e ainda desfilavam pela discoteca dos Parentes o Roberto Carlos, Jerry Adriane, Wanderley Cardoso, Vanderleia, Martinha, Leno e Lilian, Renato e tantos outros.
Depois do almoço seguíamos para o ponto de encontro, nos bancos da Praça da Sé, embaixo dos oitizeiros gigantes. Iam-se formando as turminhas, e, quando feitas, subíamos para o Colégio Estadual para tomar aulas de grandes mestres.
Nos finais de semana era a vez da missa da igreja São Vicente, da Praça Siqueira Campos e dos cinemas Cassino, Moderno e Educadora. Aquilo sim, era uma vida descuidada, feliz, alegre e que não encontramos meios de esquecê-la.
Idade - Antonio Alves de Morais
Aí, então aquela velha horrível, anormal, um tremendo bagaço, me perguntou:
A Senhor era professor de quê?
terça-feira, 3 de junho de 2025
SAUDAÇÃO AO POR DE SOL - Por Edmilson Alves.
"Eu não fui herói", disse o cardeal Eugenio Sales sobre ditadura
(Matéria publicada no “Folha de S.Paulo”, desta quarta-feira) CRISTINA GRILLO
DO RIO
A voz estava fraca, pausada; os passos eram lentos e as mãos, um pouco trêmulas. Mas as opiniões continuavam as mesmas que o levaram a ser considerado um dos membros mais tradicionalistas da alta cúpula da Igreja Católica no Brasil. Às vésperas de completar 90 anos, em novembro de 2010, dom Eugenio Sales conversou por pouco mais de três horas com a Folha, uma de suas últimas entrevistas.
Riu --uma raridade-- ao lembrar que durante a ditadura era acusado pela esquerda de se aliar aos militares enquanto ajudava perseguidos e refugiados políticos a saírem do país. Estima-se que de 4.000 a 5.000 pessoas tenham recebido ajuda do então cardeal arcebispo do Rio para fugir.
"Eu não fui um herói. Cumpria o que devia cumprir, era minha obrigação. Era sincero na minha relação com o governo militar, e isso era fundamental naquela situação."
Contou então um caso para exemplificar sua relação com os militares. Um dia telefonou para o então ministro do Exército, general Sylvio Frota (1974-1977) e lhe disse: "Se você for informado que estou recebendo comunistas no Palácio [São Joaquim, sede da arquidiocese], saiba que é verdade".
Mas dom Eugenio sempre se recusou a aplicar a mesma lógica de amparar o diferente quando o tema eram os direitos dos homossexuais.
"Às vezes são irritantes essas passeatas gays. É promover uma coisa que não está correta segundo a natureza."
Até completar 90 anos, dom Eugenio ia todas as tardes para seu escritório, em um prédio da arquidiocese ao lado da Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Uma noite por semana participava de celebração restrita a padres na igreja de Santana. Algumas vezes voltava tarde para casa, no alto do Sumaré, na Floresta da Tijuca. O caminho atravessa áreas dominadas pelo tráfico.
Muitas vezes cruzou com traficantes armados e aprendeu que o mais seguro é acender as luzes internas e apagar os faróis. "Eles conhecem o carro e escondem as armas. Às vezes me deparo com um homem morto. Mais de uma vez mandei parar o carro, desço e rezo por aquela pessoa. Algumas vezes os bandidos estavam perto, mas nunca se aproximaram", contou. "E também nunca tentei bancar o valente e repreendê-los."
Nos anos 60 - Antonio Alves de Morais.

Lorota do PT, governar para o pobre - Antônio Alves de Morais.
segunda-feira, 2 de junho de 2025
Crônicas e contos - Antônio Alves de Morais.
"Eu escutei minha mãe pedindo ao vizinho um pouco de sal. Nós tinhamos sal em casa, então perguntei a ela o porque que estava pedindo.
Ela me contou que eles não tem muitos recursos e, às vezes, eles nos pedem coisas, então eu peço algo pequeno que não irá sobrecarregá-los.
Eu quero que eles sintam-se como se agente precisasse deles também. Dessa forma vai ser muito mais facil pra eles pedirem para nós por algo que precisam".
BOA RESPOSTA - Antonio Alves de Morais.
Moral da história:







