Quinco devia ter uns 10 anos na época. Tomou chegada de casa e uma das irmãs levou outro calção para Quinco não aparecer nu em casa. No outro dia Tereta foi a casa de tio Luiz deixar a roupa de Quinco. Ah, meu nego, foi tanto peia que eu acho que Quinco ainda hoje não quer ouvir falar em peixe.
sábado, 2 de abril de 2011
Pescarias no Sanharol.
Quinco devia ter uns 10 anos na época. Tomou chegada de casa e uma das irmãs levou outro calção para Quinco não aparecer nu em casa. No outro dia Tereta foi a casa de tio Luiz deixar a roupa de Quinco. Ah, meu nego, foi tanto peia que eu acho que Quinco ainda hoje não quer ouvir falar em peixe.
UM CACHORRO É PRA OUTRO - Por Mundim do Vale
Zé Bile perguntou:
Tu vai mesmo Ferrim?
- Vou. Só qui eu vou pricisá duns terém.
- E de que é, que você precisa?
- É duma garrafa de cachaça Guanabara e uma carteira de cigarro B.B.
- Me vaila. Meu Santo Ontõe. Pruque agora só farta mermo é tubarão num gostá de mé.
Dedicado aos amigos; Chico Brito, Telma Bile e Fátima Bezerra.
Do seriado " Coisas da República": Tiririca já paga resort com dinheiro público
Tiririca - Bom Palhaço, mal politico.

Polêmicas na vida política do humorista.
Tiririca tem pouco tempo na política, mas já acumula muitas polêmicas, desde a sua campanha eleitoral até agora. Em sua campanha, ao seu estilo engraçado e escrachado, conquistou muitos eleitores fartos da mesmice no horário eleitoral, e acabou sendo eleito, com "votos de protesto" em sua maioria, como o mais votado da eleição.
Logo após ser eleito o Ministério Público colocou em dúvida a sua alfabetização, exigindo uma prova de que o ex-palhaço poderia ler e escrever. Logo após veio a polêmica da votação do salário mínimo, na qual o deputado se confundiu e acabou votando em uma proposta contrária à do seu partido. A mais atual polemica é sobre os secretários contratados por Tiririca, companheiros humoristas, que moram em São Paulo e nem comparecem ao escritório.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
HISTÓRIA DE PESCADOR
Para as flores do BLOG - Por Luiz Lisboa.

És a flor que o Beija-flor não beija
Não quero provocar ciúmes
Mas voce tem o perfume
Que minha alma deseja
És pétalas de rosa caindo do céu
Fazendo barulho na telha
És o polem que a abelha
Sem pressa transforma em mel
É viver a natureza
Se contemplar com a beleza
Contida nesse vergel
Eu aqui falando de nécta
Brincando de ser poeta
Com o meu sabor de fel
Se tirei tua alegria
Se te magoei um dia
Que tire o meu troféu
Eu pra não mostrar desgosto
Fico cobrindo o meu rosto
Com o mais fino dos véu.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS - Por Mundim do Vale
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
Não existe um futuro promissor
Sem um presente de sólida cobertura,
Um passado que teve a estrutura
De um povo feliz conservador.
Se tornando um composto construtor
Conservando os valores de raiz,
Minha parte nesse assunto eu já fiz
Acredito que agora é a vossa vez.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
É preciso que haja sincronismo
Entre artista, político e educador,
Promovendo a cultura de valor
Sem abuso de poder, nem populismo.
Isolar preconceito e egoísmo
Respeitando o artista e o aprendiz,
Se fazendo cada um o seu juiz
Para auto se julgar pelo que fez.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
Confiar no porvir abre um caminho
Mas precisa da força de um passado,
Esquecer da origem, é um pecado
E o presente se torna bem mesquinho.
Não é bom deixar o poeta sozinho
Recuperar essa triste cicatriz,
Pois até São Francisco de Assis
Não curou os doentes em um só mês.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
O futuro é um fruto a ser colhido
Que estamos plantando no presente,
Esse fruto no passado foi semente
Que os nossos ancestrais tinham escolhido.
Não precisa de eleição nem de partido,
Quadro negro, apagador e nem giz,
Se dispensa um esquema ou um cocriz
Porque toda meia dúzia só é seis.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
A cidade é ainda uma criança
Precisando de segura proteção,
Não cometam esse crime de omissão
Não abortem a pretensa esperança.
Aceitem com gosto essa mudança
Como um bom dançador que pede bis,
Ou um padre celebrando na matriz
Uma missa dominical de fim de mês.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
Sejam uns filhos de muita grandeza
Façam dela a querida mãe amada,
A cidade merece ser bem tratada
Pra levar do presente essa beleza.
Recebendo o seu título de nobreza
Nivelada a rainha ou imperatriz,
Nosso povo do ocidente é que diz
Que olhos fechados ficou para chinês.
VÁRZEA ALEGRE PRECISA DE VOCÊS
PRA SORRIR AO PASSADO E SER FELIZ.
Tema do mote: Poeta Expedito Pinheiro
Composição poética: Raimundinho Piau.
LOURO JOSÉ - Por Mundim do Vale
Respondi:
- Faltam quinze minutos para as seis.
E ele:
- Vixe como já é tarde.
- Quem o José?
- Sim.
- Ou meu filho, eu nem lhe conto, o bichim tá rouco.
- E que foi que aconteceu com ele?
Três meses depois eu encontrei Dona Noélia na fila da seção eleitoral e perguntei:
- Como está o José? Ficou bom da rouquidão?
- Da rouquidão ele ficou bom, mas agora o José tá pelado.
- E o que foi que houve?
AS BEM AMADAS - Por Duda do Vale.
Beijos para as coleguinhas, As boas amigas minas Do meu bom conto de fadas. Para a minha mãe também, E as tias que quero bem Porque são as bem amadas. O que é bom tá guardado.
Historias de Zè André dedicado a Vicente Almeida e Valdenia.Naquela foto do adjunto, destacamos com boa visibilidade o senhor José de Bilica do sitio Riacho do Meio. Quando ele se despediu do meu pai disse: José André, quando for Setembro eu vou fazer uma vaquejada e quero que você esteja presente, você não pode faltar. O velho anotou a data na caderneta, pois era cumpridor de trato. Faltando um mês ele me disse: meu filho, não assuma compromisso para a primeira Semana de Setembro que eu quero que você me leve a vaquejada de José de Bilica.
O julgamento da velhinha.
Velhinha - tenho 86 anos.
Velhinha - Estava sentada no alpendre da minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem, se sentou a meu lado.
Juiz - A senhora o conhecia?
Velhinha - Não, mas ele foi muito simpatico.
Juiz - O que aconteceu depois?
Velhinha - Depois de uma amena cavaqueira, ele começou a acariciar-me a coxa.
Juiz - A senhora tentou impedi-lo?
Velhinha - Não.
Juiz - Por que não?
Velhinha - Era muito agradavel. Desde que o meu marido Alfredo faleceu, ha 30 anos, nunca mais ninguem me tinha feito isso.
Juiz - O que aconteceu depois?
Velhinha - Acho que, pelo simples fato de não o ter impedido, ele começou a acariciar os meus seios.
Juiz - E nessa altura, a senhora o deteve?
Velhinha - É claro que não.
Juiz - Por que não?
Velhinha - Porque meretissimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim arretada, há 30 anos.
Juiz - O que aconteceu depois?
Velhinha - Ora senhor Dr. Juiz, o que faria uma mulher verdadeira, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem avido de amor? Estavamos sós e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: podes possuir-me rapaz.
Juiz - E ele a possuiu?
Velhinha - Não. Ele gritou: PRIMEIRO DE ABRIL - foi então, que dei um tiro no filho da puta.
