domingo, 8 de julho de 2012

Creia Neles e tenha paz - por Amigos de Deus.

Alguém pode ter certeza de que realmente é salvo? Muitas pessoas duvidam disso e, como conseqüência, dentro delas surge um desconforto que as incomoda muito.

Elas têm admitido que são pecadoras diante de Deus.

Trouxeram seus pecados ao pé da cruz do Calvário, onde pela fé reconheceram o Senhor Jesus como Salvador.

Creram em Suas últimas palavras: “Está consumado” (João 19.30). Porém, mesmo assim, ainda duvidam que são verdadeiramente salvos. Por quê?

Há muitas passagens bíblicas nas quais podemos encontrar a paz que somente a verdade de Deus nos concede.

“Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri”.

Dizia eu: “Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado” (Salmo 32.5).

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (João 1.12).

“Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24).

“E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades” (Hebreus 10.17).

“Agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1).

“Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” (1 João 5.13).

Esses versículos são a verdade de Deus para você.

Creia neles e tenha paz!

POETAS NORDESTINOS 001 - POR HELENO SILVA.



FRANCISCO NUNES DE OLIVEIRA, CHICO NUNES.

Nasceu em Palmeira dos Índios  Alagoas, no dia 04 de maio de 1904, na Rua Costa Rego, filho de José Nunes da Costa e Francisca Nunes de Oliveira.

Tido como o maior repentista em todos os tempos do nordeste brasileiro na opinião de Câmara Cascudo, que o considerou como o “Bocage do repente nordestino” e Mário Lago.

Conta-se Chico Nunes, numa cantoria, mostrou os requisitos de genialidade de sua inteligência. A cantoria era com Pedro Basilio, um poeta metido a importante. A madrugada já ia alta e os dois se dicladiavam respeitando-se mutuamente.

Alegando que tinha compromisso para amanhã do dia seguinte, Pedro fez uma proposta: Chico, vou dá um mote para agente encerrar a cantoria com chave- de- ouro. Eu sou melhor do que tu.

Você que deu o mote, começa e Pedro soltou o verbo:

Sou rico, sou potentado,
Sou um poeta do direito
Sou um homem de respeito,
Sempre fui considerado
Como um cantador honrado
Desde o norte até o sul,
Até o barão de traipu
Me daria confiança,
Vivo cheio de esperança
Eu sou melhor do que tu.

Chico Nunes, respondeu na bucha humildemente:

 “Sô ladrão de mandioca
Só a lama de um barreiro
Sô do tipo cachaceiro
Sô imbuiá, Sô minhoca
Sô como sapo na toca
Sô baba de cururu
Sô puleiro de urubu
Sô chocalho sem badalo
Sô um ladrão de cavalo
 Eu sô mio do que tu”

Ainda nessa mesma disputa, versejou:

 “Sô um tipo sem futuro
Desses que não vale nada
Sô igual a uma levada
Como bagaço de munturo
Sô um recanto de muro
Onde só tem cururu
Só igual a um tatu
Dentro do buraco fundo
Sô a desgraça do mundo
Eu sô mio do que tu”.

Chico Nunes finalizou:

 “Já perdi a cirimônia
Eu ando cambaliando
Andam até me chamando
De fumador de maconha
Ajuntei-me com uma sem vergonha
Levei ponta pra chuchu
Fui corno em Caruaru
Viado no Maribondo
Mas mesmo dando o redondo
Eu sô mió do que tu ...”

A platéia foi ao delírio!

sábado, 7 de julho de 2012

Dedicado ao Antonio Morais e aos poetas do Blog do Sanharol


Assistam ao vídeo, assistam aos vídeos...a coleção completa encontra-se no Youtube





É com muito pesar que recebi a notícia  da morte do ex-governador da Paraíba, meu amigo Ronaldo Cunha Lima. Quando morei na cidade de Campina Grande, pelos idos de 1984 a 1987, o Ronaldo era o prefeito. Nunca vi cidade mais bem cuidada na minha vida. Ele é o símbolo do perfeito administrador público. Aos Domingos, cansei de ver o Ronaldo vestir uma camisa comum e ir para as ruas e bairros da periferia para plantar árvores junto à população, porque ele sempre acreditou na Ecologia como bem supremo da humanidade. Promovia mutirões com os próprios moradores. Nesses espaços, não existia a figura do prefeito, eram todos iguais, pessoas comuns, em busca de um futuro melhor. Eu poderia escrever laudas sobre o belo trabalho que Ronaldo fez em Campina Grande. Ele tinha a firme consciência de trazer aquela cidade para o mundo moderno. Lá não se via LIXO nas ruas. Os calçadões eram extremamente limpos e bem-conservados. Havia um sentimento de responsabilidade, de cuidar da cidade, de manter o asfalto sempre intacto, sem buracos, e ele, através de campanhas fez com que cada cidadão se responsabilizasse também pelo bem-estar da sua cidade.

Não bastasse o excelente homem público, Ronaldo Cunha Lima também foi uma das maiores inteligências nas letras do Estado da Paraíba. O maior conhecedor da vida e obra do poeta Augusto dos Anjos ( outro paraibano ). Sabia de cor e salteado TUDO que se relacionava ao Augusto, incluindo todos os seus poemas, que não só declamava de cor, mas dizia inclusive qual o número do verso, e da quadra a que o poema pertencia. Foi vencedor absoluto em um programa de televisão onde respondia sobre Augusto dos Anjos, nos anos 80.

Não bastasse isso, era uma pessoa simples. Lembro-me de ir à casa do Ronaldo, que ficava no bairro Alto Branco, em Campina Grande, um certo dia, e ficar espantado com o seu conhecimento. Fomos eu e a minha amiga cantora Cida Lobo. Ronaldo nos ajudou bastante, facilitando as coisas para diversos artistas que buscavam apoio do poder público. Ele, que era também um grande artista, sabia da necessidade e das dificuldades que passávamos. Grande mecenas, trabalhou o quanto pôde para preservar as raízes e a cultura da Paraíba e do Nordeste dando ênfase aos artistas populares.

Para mim, é tristeza saber da morte de um grande ser humano, mas ao mesmo tempo, ao rememorar os seus grandes feitos, alegra-me o coração, por tê-lo conhecido de perto e acompanhado este, que será sempre um ícone de inteligência e de Cultura para as futuras gerações do Brasil.

Dihelson Mendonça

Erro de grafia faz BNB virar alvo de chacota - Coluna do Radar.


Essa é da Coluna Radar, do Lauro Jardim, da Veja Online. Ele aproveita para fazer chacota contra o BNB por um erro de grafia lamentável. Para o momento em que o banco vive. Confira:
Na agenda institucional divulgada hoje pelo Ministério da Fazenda chama a atenção o compromisso do secretário-executivo substituto Dyogo Henrique de Oliveira.
Consta da agenda que, por volta de 10h, em Fortaleza, Dyogo participou da reunião do “conselho executivo do bando do nordeste”.
Que a equipe econômica de Dilma Rousseff não está lá muito feliz com o Banco do Nordeste todo mundo sabe. Mas chamar de bando…

Grupo Raça negra - 30 anos de sucesso - Antonio Alves de Morais

O Raça Negra é um grupo de pagode formado na cidade de São Paulo em 1983.É um dos grupos pioneiros do desenvolvimento do pagode romântico, com um estilo de samba carregado de romantismo.

Liderado pelo vocalista Luiz Carlos, seu início se deu na periferia da Zona Leste de São Paulo em 1983, com um trio. O grupo gravou seu primeiro disco em 1991, oito anos depois de ser criado. Lançando um disco a cada ano, emplacaram inúmeros sucessos como “Cigana”, “Doce Paixão” e “Cheia de Manias” e deu início à era do pagode, o samba paulista, que invadiria as rádios populares no início dos anos 90. Lançou mais de dezoito discos. O sucesso se manteve por boa parte da década.
Com muita vontade, garra e perseverança formaram o grupo "A Cor do Samba", mas como o nome acabou gerando piada maldosas, por sugestão dos fãs que desde 1983 no bairro Vila Nhocuné, já acompanhavam o grupo em suas apresentações no Bar do Coalhada, deram a sugestão de banda Raça Negra, que assim passou a se chamar e emplacou nas paradas de sucessos. 

Aos poucos foram juntando os integrantes. A Banda Raça Negra tocava músicas de outros cantores em ritmo de samba. Os integrantes gravaram uma fita e foram em busca de gravadoras. Depois de algum tempo foram apresentados a RGE que se interessou pelo trabalho, gravando vários discos. No primeiro, lançado em 1991, fez sucesso a música Caroline, de Luiz Carlos, o que fez o grupo receber convites para se apresentar em programas de televisão do RJ e SP. A partir daí as propostas de shows aumentaram e o grupo passou a se apresentar em várias capitais do país.
O segundo LP foi em 1992, fez sucesso com as músicas ‘’É o amor’’ da dupla Zezé de Camargo e Luciano, ’’Pensando em você" e ‘’ Cigana’’. No terceiro LP, do mesmo ano, vieram ‘’Será" de Renato Russo e "Cheia de Manias". O LP em 1993 foi marcado pelas músicas ‘’Estou mal", ‘’Doce paixão’’ e ‘’Tempo Perdido". Em 1994, foi lançado o quinto LP, que chegou às lojas com 500 mil cópias vendidas. A música de trabalho foi uma regravação do Rock Brasileiro, ‘’Pro dia nascer feliz’’ de Cazuza, que levou o banda mais uma vez ao Top dos sucessos e a participar de uma campanha nacional que alertava a população quanto os perigos da AIDS.




A experiencia do perdão - Amigos de Deus.

Poucas pessoas se dão conta de como é importante na vida a experiência do perdão. Ela é a chave especial que abre o caminho para a saúde emocional, para a cura de nossas feridas na alma.

Muitos vivem aprisionados pela raiva, pela culpa, pela amargura e pelos ressentimentos. Tais pessoas tornaram-se amargas, rancorosas, inseguras e, é claro, infelizes.Pessoas assim são emocionalmente doentes, prejudicando, inclusive, sua saúde física, com as chamadas doenças psicossomáticas - aquelas que aparecem no corpo (soma), mas originam-se na alma (psiquê).

Para quem deseja viver de maneira saudável - celebrar a vida em sua plenitude,crescer interiormente com o coração aberto e vivenciar o amor, a paz e a felicidade -, a experiência do perdão é imprescindível. Isto faz parte do processo de cura de nossas feridas e ajuda-nos a viver em liberdade.

Ao longo da existência, algumas pessoas nos fazem sofrer muito. Vivenciamos situações traumáticas que deixam em nós marcas profundas. 

Sentimos-nos como vasos quebrados. 

Temos a sensação de que nunca mais seremos inteiros outra vez. 

Algumas experiências dolorosas nos deixam aos pedaços, com sentimentos e sonhos fragmentados. 

Como nossa cultura ocidental pouco ensina sobre a prática do perdão, não sabemos perdoar como condição de liberdade e paz interior.

Sem isso, podemos desenvolver uma percepção negativa de nós mesmos por conta de fracassos, dissabores e perdas que não conseguimos superar. 

A vida fica aprisionada pelas lembranças desconfortáveis de um passado que insiste em permanecer vivo. 

O perdão é uma condição para a cura interior. 

Ele tem o poder de restaurar aquilo que foi quebrado e de reconstruir a vida dos fragmentos que restaram. 

Ele é a semente que faz a vida brotar outra vez.

Logo, perdoar não significa tolerar aquilo que não aceitamos, nem fingir que tudo está em quando sabemos que não está. 

Não implica apenas mudar de comportamento só para agradar os outros, nem mentir para si mesmo dizendo que esqueceu quando a amarga lembrança ainda dói.

Perdoar é permitir-se uma nova maneira de olhar as pessoas e as circunstâncias ao redor sem sofrimento. 

É lembrar sem sentir dor. 

Perdoar implica libertar-nos do fardo que nos toma vítimas de experiências e lembranças desagradáveis e começar a viver novamente.

Perdoar, tanto a si como aos outros é uma decisão pessoal. 

Depende da nossa vontade. 

Tal experiência só é possível pela presença de Deus em nós. 

Perdoar é, portanto, permitir que o Senhor reconstrua nossos sonhos e sare nossas feridas.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

SEXTA DE TEXTOS - Sávio Pinheiro

SECTARISMO

O fiel da balança é científico
No aspecto elegante de pensar
Para a alma orientada planejar
A ideia sincera, que eu explico.

No alicerce da vida busco achar
O saber luminoso que acredito
Inspirando o ideal que fortifico
Pra à adiante eu poder apreciar.

Partidário insistente eu não acato,
Com orgulho ou focinho caricato,
Em viver debulhando um só rosário.

Situação que oprime a nossa mente
E que agride a verdade, claramente,
No vernáculo se chama: sectário!
.

HERDEIRO DO SOFRIMENTO - Por Luiz Lisboa.

Tempo que ficou  pra trás
Vida que não quero mais
Comia até feijão com gás
Pois faltava opção
Vivia só de proeza
Tudo faltava na mesa
Nunca via a calabresa
Sabia o que é isso não

Comia frutos de Croatá
O bendito trapiá
O frutinho do juá
É que faltava feijão
E crescendo de pouquim
Um moleque tão maguim
Fui levando a vida assim
Pensei: vô nessa não

E logo eu criei asas
Fui embora de casa
Aqui eu pisei em brasa
Não tinha pai nem patrão
Para ganhar um trocado
Sofria um bom bocado
Vivia mais enrolado
Que imboá no sertão

Arrumei um bom trabalho
Na rua vendia alho
Dava pra quebrar um galho
Mas doía o coração
Sofria como ninguém
Tinha que pegar o trem
Ficava numa viagem
Fazendo baldeação

Aumentava o itinerário
Sempre perdia o horário
O coitado do operário
Grana só  pra uma condução
Consegui um bom emprego
Grana, paz e sossego
Então agora meu nego
Posso fazer um carnaval

Nem tirei o pé da lama
De ferias e um pouco de grana
Dando uma de bacana
Voltei à terra natal
Um mundo de alegria
Festa era todo dia
Tanta grana que se ia
Mas tudo tava legal

Encontrei Rita Baiana
Gastei toda a minha grana
Assim eu perdi a fama
Já não era mais o tal
Gastei todo o meu dinheiro
E cai num desespero
Já não era mais o primeiro
Vendi meu relógio e tchau.

De Claudio Pinto para o Blog do Sanharol - por Email.

Não sou filho de Várzea Alegre, mas morei em 77 e 78, na época tinha meus 12, 13 anos.
Meu pai era funcionário do BEC. Tive o prazer de voltar em julho de 1986. Até hoje mantenho contato com a família Siebra, em especial com Aparecida, colega e amiga do São Raimundo Nonato.
Estive presente quando da queda parcial da igreja. Lembro com alegria dos shows de Luiz Gonzaga e outros em frente a casa paroquial. Lembro de quando a Radio Cultura foi inaugurada. Do juremal sem arquibancada e grama. De Patativa do Assaré presente na festa do padroeiro. Poxa vida, muitas lembranças. ótimas lembranças.
Algumas fotos, se não saí nelas, mas estava por perto. Fiz parte do pelotão de civismo e desse grupo da foto 19 do time de Zé Ataíde. Na foto senti a falta de dois que lembro. Zé, acho que irmão de Jorge e de Lacerda.
Dessa foto 19, gostaria de saber se na original, as duas pessoas cortadas do lado esquerdo aparecem. A que está em pé e uniformizada e a que esta agachada sem uniforme. Quando estive em 86 tive o prazer de encontrar Zé Ataíde e Paulo.
Tenho uma ou duas fotos tiradas em julho de 86 e gostaria de saber se posso enviar, estou na companhia de Jorge Siebra, irmão de Aparecida Siebra, e de alguns colegas dele de Várzea Alegre.
Parabéns pelo blog e por postar essas fotos. Tem um compositor potiguar que fez uma linda poesia musicada de nome "avenida 10" que era a rua onde ele morava quando criança.
Em função do trabalho do meu pai no BEC, morei em diversas cidades do nordeste.
Quando ouço a musica tocar, associo a avenida 10 de Babal a cada cidade que morei e que fiz e deixei amigos.
De todas as minhas avenidas 10, Várzea Alegre é a mais especial.

Aguardo resposta.

Atenciosamente

Cláudio Pinto.



A Petrobras engasgada -- por Roberto Macedo (*)



(excertos de artigo publicado n’O Estado de S.Paulo)

No último dia 25, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, empossada em fevereiro deste ano, apresentou publicamente um novo plano de investimentos da empresa no período 2012/2016, substituindo o anterior, de 2011/2015, que se revelou inadequado logo de início.

Graça Foster marcou o anúncio com mais uma demonstração de sua conhecida franqueza e de disposição para resolver problemas. E os que apontou na ocasião foram vários, sem nenhuma graça. Pelo contrário, deu a entender que no passado a companhia divulgava metas que sistematicamente descumpria e convivia com certa indisciplina financeira e com falta de planejamento e de controle. E que costumava adquirir antecipadamente equipamentos de projetos ainda não aprovados em todas as fases.

Mencionou a refinaria Abreu e Lima, cuja construção está atrasada, afirmando tratar-se de "uma história para ser aprendida, a ser escrita e lida pela companhia de tal forma que não seja repetida". Recorde-se que nesse projeto há a participação de 40% da empresa venezuelana PDVSA, mas até agora essa presença não se concretizou financeiramente. Entre outros atrasos, também foi mencionado o do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), cuja primeira refinaria tinha setembro de 2014 como data de inauguração, depois de adiada algumas vezes. Graça Foster nem se arriscou a fixar uma nova. E afirmou que "nenhum diretor da companhia está autorizado a falar sobre novos prazos deste e de outros projetos", indicando que estão em fase de reexame.

Também se referiu a atrasos no recebimento de equipamentos nacionais e estrangeiros. Um caso não abordado no evento, mas que foi objeto de propaganda na campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, foi o do petroleiro João Cândido, lançado ao mar no Brasil em maio do mesmo ano, pelo então presidente Lula. Mas, como nunca antes neste país, foi um lançamento sem efetivo funcionamento, com o que o bebezão ficou no berçário para tratamento. Só em 2012 partiu para o seu trabalho.

Inegavelmente, o que disse Graça Foster foi uma crítica à administração da empresa no governo Lula. Analisando todo esse quadro, um editorial deste jornal encontrou traços "de alguns dos piores costumes consagrados no governo anterior, como o aparelhamento da administração, o voluntarismo, o favorecimento a grupos econômicos e a mistificação populista".

Os vários problemas da Petrobrás podem ser sintetizados na avaliação que dela faz o mercado acionário. Nele, o preço de uma ação tende a revelar sinteticamente todas as informações disponíveis quanto ao valor de uma empresa. Multiplicado pelo número de ações, mostra o seu valor total de mercado. Ora, tomando apenas dados de 2010 para cá - ou seja, depois da crise econômica mundial do final da década anterior, antes da qual esse seu valor era bem maior -, daquele ano até o dia 25 do mês passado ele caiu de R$ 380,2 bilhões para R$ 237,3 bilhões, e nessa última data era inferior ao valor do patrimônio líquido da empresa, conforme seu balanço. Em números, apenas 71% desse patrimônio.

(* ) Robert Macedo é economista (UFMG, USP, HARVARD), professor associado à FAAP, e consultor econômico de ensino superior

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Briguei com Santo Antonio - Dalinha Catunda.

A Santo Antônio pedi
Com fé um bom casamento
Parece que meu pedido
Caiu no esquecimento
O desatento do Santo
Se lixou para o meu pranto
Nem ligou pro meu tormento

Minha raiva foi crescendo
Do santo casamenteiro
Cheguei mesmo a insultar
Xingando de embusteiro
Se Santo Antônio, soubesse
O tanto que fiz de prece
Me atenderia primeiro

O tempo foi se passando
Eu ficando no caritó
O Santinho do pau oco
Não tinha um pingo de dó
Cometi um desatino
Roubei do Santo o menino
E ele também ficou só

Agora perdi a pressa
E também a esperança
Santo que não me atende
Eu não faço mais cobrança
Esse é meu procedimento
Ei fico sem casamento
E ele fica sem a criança.



Nos tempos de escola - Antonio Alves de Morais

A aplicada professora de Ciência Anesia Ferreira, explicou de forma detalhada conhecimentos sobre as arvores. Disse que os pelos absorventes que ficam no final das raízes das arvores se chamavam cabelo. Não foram só duas ou três aulas a respeito de tema. Pelo mesmo motivo as provas teriam que serem orais.  Dona Anesia saiu  formulando perguntas a um e a outro e anotando a nota mensal de acordo com a resposta.

Quando se aproximou de João Geraldo de Carvalho, amigo de saudosa memoria, perguntou: João Geraldo, como se chamam os pelos absorventes que ficam no final das raízes das arvores? João Geraldo olhou prum lado, pró outro, e eu comecei a passar a mão nos cabelos da cabeça, os dedos iam e vinha feito um pente por entre os cabelos. Então João Geraldo respondeu: Piolho. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Maluf afaga Dilma em evento no Palácio do Planalto - Postado por Antonio Morais



O deputado Paulo Maluf (PP) beija a mão da presidente Dilma Rousseff, durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 4. 

O deputado recentemente declarou o seu apoio ao candidato petista em São Paulo Fernando Haddad. A foto feita no dia do anúncio da aliança gerou polêmica entre a militância e nas redes sociais. 

Lula ironizou o fato: ”É uma foto ambientalmente correta”, afirmou Lula aos profissionais de imprensa e fotógrafos que aguardavam a saída da dupla. Dilma repetiu a frase do antecessor e acrescentou: “É uma foto simpática que nós estamos tirando para vocês”.