terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Moro: “Nunca aceitaria uma posição no governo se visse o menor risco de discriminação contra as minorias” - O Antagonista.



Sergio Moro repetiu em Madri que Jair Bolsonaro não é um risco para a democracia: “Não vejo no presidente eleito um risco de autoritarismo ou risco de democracia”.

Ele disse também que “nunca aceitaria uma posição no governo se visse o menor risco de discriminação contra as minorias”.

Sobre as frases pronunciadas no passado por Jair Bolsonaro, ele minimizou: “As pessoas às vezes fazem declarações infelizes, isso não significa que se traduzirão em políticas públicas concretas e não há nada que indique que serão adotadas políticas discriminatórias contra as minorias no Brasil”.

Os eleitores brasileiros sabem disso, mas é bom para o governo que Sergio Moro esteja rebatendo essas certezas lá fora.

GRANDES ENCONTROS - Por Wilton Bezerra.



Disposto estava a dar um tempo aos assuntos políticos. Estava.
Vejam se é possível ficar calado diante de uma informação como essa:
Pezão, governador do Rio de Janeiro, preso por falcatruas, declarou que tinha saudades de Sérgio Cabral e gostaria de abraçá-lo na cadeia.
Disse, também, que gostaria de se encontrar com Lula.
“Grandes encontros”, em perspectiva, só que na cadeia.
Como não se incomodar com um negócio desse? Que estado psicológico é esse dos políticos ?
Como é possível reagir com naturalidade, diante de prisões que os desmoralizam?
Ao assistir a esses “espetáculos” tornados banais, nós é que ficamos sem jeito e envergonhados.
E ainda por cima, continuamos iludidos, imaginando que, a cada escândalo, o país vai mudar.
Se existem políticos honestos, a cada dia, se torna difícil distinguí-los.
Por falar em maracutaia, o tal do indulto do Temer está deixando os presos deste país cheios de felicidade. Por uma razão: não precisarão cavar túneis para escapar.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Um general no Congresso - Por O Antagonista.



O general Santos Cruz disse que pode desempenhar o papel de articulador do governo no Congresso Nacional, no lugar de Onyx Lorenzoni:

“Não tem nada definido oficialmente sobre as funções. Se ficar comigo não tem problema nenhum, não existe segredo. Não sei se essa atribuição vai ser minha, mas você tem que ouvir todo mundo e selecionar aquilo que é valido e não é valido. As pessoas são movidas por vários tipos de interesse e eles têm que ser analisasados. Todo mundo sabe quais são os princípios que estão norteando a conduta desse governo, do presidente, das pessoas que trabalham com ele, então tem que ser coerente com essa expectativa.”

Os parlamentares vão acabar entendendo que as coisas mudaram.

Supremo ‘julga’ Moro ao analisar recurso de Lula - Por Josias de Souza.



Ao se debruçar nesta terça-feira (4) sobre o mais recente pedido de habeas corpus de Lula, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal julgará, na prática, o caráter de Sergio Moro. O presidiário do PT reivindica a liberdade sob o argumento de que o ex-juiz da Lava Jato "revelou clara parcialidade e motivação política" na condução dos processos contra ele. A eventual abertura da cela de Lula teria o peso de um aval da Suprema Corte à tese de que Lula é "preso político", não corrupto.

Os advogados de Lula sustentam no recurso que a migração de Moro da 13ª Vara Federal de Curitiba para a equipe ministerial de Jair Bolsonaro evidenciaria a parcialidade do ex-magistrado. Nessa versão, Moro teria agido para retirar Lula da disputa presidencial com o deliberado propósito de beneficiar Bolsonaro. Um fato conspira contra essa alegação: Lula foi condenado por Moro no caso do tríplex em julho de 2017, quando ninguém apostava um níquel na candidatura do capitão.

De resto, Moro declarou em entrevistas que Lula está preso porque cometeu crimes. Realçou que sua sentença foi ratificada pelo TRF-4, que elevou a pena do condenado de 9 anos e 6 meses para 12 anos e um mês de prisão. Disse que expediu o mandado de prisão contra Lula por determinação do tribunal. "Não posso pautar minha vida por um álibi falso de perseguição política", afirmou o ex-juiz, ao comentar a aceitação do convite para assumir o cargo de ministro da Justiça do futuro governo Bolsonaro.

É a primeira vez que um recurso de Lula será julgado no âmbito da Segunda Turma, composta de cinco ministros: Ricardo Lewandowski (presidente), Edson Fachin (relator da Lava Jato), Celso de Mello, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. Há oito meses, o relator Fachin preferiu submeter ao plenário da Suprema Corte, com 11 integrantes, o habeas corpus que Lula protocolou para tentar evitar sua prisão. Perdeu pelo placar de 6 a 5. Está preso desde 7 de abril.

Fachin deve votar contra a libertação. Na última quinta-feira, o relator da Lava Jato fez uma analogia indireta entre o caso de Lula e o julgamento sobre o decreto de indulto em que Michel Temer estendeu a hipótese de perdão das penas impostas a condenados por corrupção. A intervenção de Fachin foi feita no instante em que se discutia a cassação da liminar que suspendera os trechos mais benevolentes do decreto de Temer.

Embora já houvesse uma maioria de 6 votos pró-indulto, o ministro Luiz Fux pedira vista do processo. Em condições normais, o pedido de Fux suspenderia o julgamento. Mas o ministro Gilmar Mendes propôs que a liminar que suspendera os trechos mais benevolentes do decreto de Temer fosse cassada imediatamente. Autor da liminar, o ministro Luís Roberto Barroso discordou. Para ele, a proibição da clemência a corruptos deve vigorar até a conclusão do julgamento, após a análise a ser feita por Fux.

Os ministros pró-indulto ecoaram Gilmar. Um deles, Alexandre de Moraes, invocou a necessidade de respeitar a posição majoritária. "Já se chegou a uma maioria, senão para encerrar (o julgamento), mas para pelo menos afastar a liminar. Pela colegialidade, entendo que deva ser revogada a liminar."

Foi nessa hora que Fachin, contra a extensão do indulto aos corruptos, interveio para declarar, com uma ponta de ironia: "…Anoto a importância de toda a saudação que está sendo feita à colegialidade. Acho que isso é relevante. Não só neste caso, mas também para iluminar o passado e iluminar um pouco o futuro. Esperamos que essa homenagem à colegialidade seja mantida em numerosas hipóteses sensíveis como essa."

Embora Fachin não tenha mencionado o nome de Lula, todos sabiam que era sobre o habeas corpus do ex-presidente petista que o relator da Lava Jato falava. Pelo princípio da "colegialidade", se o colegiado do Supremo já decidiu determinada causa da maneira 'A', seus ministros deveriam aplicar a decisão 'A' sempre que julgassem processos análogos. Mesmo quando o magistrado preferisse uma solução 'B'.

O diabo é que, nos recursos que envolvem as prisões da Lava Jato, é comum que certos ministros mandem às favas o respeito às decisões colegiadas. Embora a regra que autoriza o encarceramento de condenados na primeira e na segunda instância tenha sido referendada pela maioria do Supremo em três oportunidades, há no tribunal um grupo que não hesita em adotar a solução 'B', mandando abrir as celas sempre que surge uma oportunidade.

Na atual composição da Segunda Turma, são adeptos da política de celas vazias Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. A ala da tranca é representada por Edson Fachin e Cármen Lúcia. Celso de Mello oscila entre um grupo e outro. Estima-se que o voto dele será decisivo no julgamento do habeas corpus de Lula.

Uma peculiaridade injeta na sessão da Segunda Turma uma dose de ironia. Sergio Moro não consegue disfarçar o seu desejo de ocupar uma poltrona no Supremo Tribunal Federal. Jair Bolsonaro já deixou claro em entrevistas que deve indicar o ex-juiz da Lava Jato quando abrir uma vaga na Suprema Corte. Ou seja: o que os ministros julgarão nesta terça-feira é a integridade profissional de um provável futuro colega de toga.

Pensamento Imortal - Por Edmilson Escritor


Economista desde 1964, Expertise Administração de empresas, Autodidata Medicina Matronal, Nutracêutica, Neurociência; Estuda por bel prazer, Filosofia, Literatura e língua Portuguesa. Se more 179 artigos LIKINDIN.

Enquanto houver a melodia triste de um tango, eu me embriago de mim! Lembrando-me de que já fui bom dançarino e, hoje, sou pé de chumbo.

Não gosto de lembrar o passado que me lembra de tudo que fui... Fui bom em tantas cosas que hoje já nem me lembro

Não me lembro de fantasias que existiam em mim. Hoje já não tenho fantasias nem época de carnaval.
São poucas as fantasias pra se viver vivendo. Fantasias que fazem d´agente um mendigo
Poderá ser o que estou vivendo. Vivendo como pedinte no terreno do amor
Minha melhor fantasia é ser poeta e escritor, É como se o mundo existisse somente dentro de mim.
Inda bem que o pensamento não é meu prisioneiro, Nem prisioneiro de ninguém.
Viajando quando quer, visitando até pessoas, Que estão longe de mim.
Enquanto houver um tango triste É que me lembro de que já fui dançarino de tango. Então me embriago de mim
Mas, no terreno do amor.
De quem estou me lembrado?

domingo, 2 de dezembro de 2018

Palocci fechou um segundo acordo de delação - Por Josias de Souza


Palocci deixa o prédio da Justiça Federal, em Curitiba, após instalar uma tornozeleira eletrônica. Irreconhecível.

Além do acordo judicial que lhe rendeu redução da pena e a transferência da cadeia de Curitiba para a prisão domiciliar, Antônio Palocci fechou uma segunda delação premiada com a Polícia Federal. Nela, relatou crimes envolvendo políticos com mandato. Entregou ilícitos praticados no âmbito do sistema financeiro. E destrinchou ações criminosas em fundos de pensão de estatais, atribuindo responsabilidades a Lula e Dilma Rousseff.

A novidade foi revelada na noite desta quinta-feira (29), no Jornal Nacional. Como Palocci mencionou políticos que desfrutam de foro privilegiado, a nova delação teve de ser homologada no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato. Ele validou os termos do acordo de colaboração de Palocci no final do mês passado.

Preso desde setembro de 2016, Palocci deixou a cadeia nesta quinta. Antes de ganhar o meio-fio, teve de passar no prédio da Justiça Federal, para instalar uma tornozeleira eletrônica.

Ouvidos, Lula e Dilma afirmaram que Palocci mente. O PT sustenta que a mentira foi inventada para que o ex-ministro dos governos Lula e Dilma pudesse deixar a cadeia e "desfrutar" dos milhões que amealhou. Ora, se enriqueceu ilicitamente foi porque os governos do PT lhe ofereceram as oportunidades.

Moro tentará minar o crime por asfixia financeira - Por Josias de Souza


Ao anunciar mais dois membros de sua equipe, o futuro ministro Sérgio Moro (Justiça) consolidou uma linha uniforme de planejamento do combate ao crime. Ficou ainda mais nítido que o ex-juiz da Lava Jato se equipa para tentar impor aos criminosos uma asfixia financeira. A ideia é mapear os ativos das organizações criminosos e dos seus líderes, para posterior sequestro e confisco de bens e verbas —no Brasil e no exterior. Vale para o combate à corrupção e também para o enfrentamento de facções criminosas como o PCC.

Moro confirmou que o COAF será transferido do futuro superministério da Economia para a pasta da Justiça. Antes da efetivação da mudança, que depende de aprovação no Congresso, o ex-juiz da Lava Jato já indicou para a chefia do órgão que controla as atividades financeiras no país o auditor fiscal Roberto Leonel, hoje lotado no comando do setor de inteligência da Receita Federal. Ele chega com a determinação de reforçar o esquadrão técnico do Coaf, esvaziado sob Michel Temer.

Para a Senad, secretaria que cuida de drogas, Moro indicou Luiz Roberto Beggiora, procurador da Fazenda Nacional. Há sob o guarda-chuva da Senad uma infinidade de programas, inclusive de assistência a drogados. O novo ministro cogita transferir parte das atribuições do órgão para a área social do governo, para se concentrar no que considera vital: a recuperação de ativos confiscados de traficantes de drogas.

Luiz Beggiora não foi escolhido por acaso. Ele se especializou na Procuradoria da Fazenda Nacional na cobrança de dívidas de grandes devedores. Na Senad, vai potencializar a busca de ativos, atividade que, na expressão de Moro, vem sendo "negligenciada".

Antes, Moro já havia acomodado a delegada federal Érika Marena, que conheceu na Lava Jato, para o comando do DRCI, o departamento incumbido de celebrar acordos internacionais de cooperação para a recuperar dinheiro sujo enviado desviado para o exterior. Junto com a Receita Federal, o tripé Coaf-DRCI-Senad será a principal força auxiliar da Polícia Federal, a ser dirigida pelo delegado Maurício Valeixo, trazido por Moro do Paraná.

Na prática, Moro monta em Brasília uma espécie de Lava Jato hipertrofiada. Não será a primeira vez que o Estado tentará combater o crime impondo aos criminosos um torniquete financeiro. O que diferencia o planejamento atual de iniciativas anteriores é o perfil do ministro, a qualificação do time e a perspectiva real de reproduzir o esforço federal em Estados que funcionam como base do crime organizado, sobretudo São Paulo e Rio de Janeiro.

Dois Brasis - Antônio Alves de Morais.


Fotos antagônicas mostram dois brasis. O de antes que espero seja estancado e eliminado e o que está por vi.


No primeiro,  depois de ser servido o café da manhã por 30 garçons no Palácio de Governo,  Pesão segue triunfante  com toda sua empáfia, prepotência, arrogância e desonestidade rumo a prisão, onde já se encontram  outros companheiros de ladroagem. 


No segundo, o presidente eleito Jair Bolsonaro recebe e serve, na humildade da cozinha de sua casa, café, bolo de milho e requeijão a segunda maior autoridade do mundo.

A humildade triunfa sempre. Que triunfe o Brasil.


DESDE CRIANCINHA - Por Wilton Bezerra, comentarista esportivo.

Me chamaram a atenção as imagens captadas pela TV e nas mídias sociais durante as fases mais agudas de Fortaleza e Ceará no campeonato brasileiro, com crianças se derretendo em lágrimas de amor e alegria pelos seus times.

Imagens que nos levam a refletir e tentar entender essa comoção observada desde as primeiras idades em torno de um time de futebol.

Confesso a minha dificuldade, de uma forma geral, em compreender essa paixão.

Como disse o poeta Carpinejar: o ser humano ri de nervoso e chora de alegria. Demonstra, estranhamente, o que sente, pelo contrário.

Me parece uma coisa inexplicável, como pessoas fiquem torcendo, sofrendo e gritando por um time de futebol.

Dizem que por indução dos adultos, mais precisamente os pais, a criança faz a escolha do time por quem vai torcer pelo resto da vida.

Conheço muitos casos em que a coisa não é bem assim. Um time vitorioso e consagrado, como o Santos de Pelé, por exemplo. teria uma força sedutora para a garotada torcer, na sua opção?
Tudo indica quem sim. Ou seria o apêlo estético de suas camisas ?

Só tenho certeza de uma coisa: o futebol é a única de nossas paixões juvenis que persiste no adulto.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Lembrando o general Mourão Filho – Armando Lopes Rafael



O falecido general Olympio Mourão Filho não era apenas um homem inteligente e visionário. Era um profeta! Pensando nele, me vêm agora à lembrança dois provérbios: “O tempo é mesmo o Senhor da razão” (como diz a Bíblia) e “Nada como um dia atrás do outro”, como diziam nossos avós...

Esta semana, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, fez um pronunciamento no Senado da República, mostrando que a solidão do cárcere (e veja que Lula já recebeu mais de 500 visitas, desde que foi preso em abril pela Polícia Federal); os achaques da idade e o ostracismo a que foi legado, poderão leva-lo à depressão e até à morte.

E fiquei a imaginar quanta bajulação foi feita em torno da pessoa do ex-presidente Lula! Basta lembrar de que, na sua última passagem por Crato, a Universidade Regional do Cariri–URCA entregou a Lula o título de “Doutor Honoris Causa”, debaixo de muitos e relevantes protestos,  de pessoas que viam naquele “puxa-saquismo” exagerado e insincero, uma afronta aos que já tinham sido distinguidos com o mesmo  título. Naquela ocasião li, na Internet, um manifesto do Movimento Conservador do Cariri, contrário à concessão do título, o qual dizia a certa altura:

“A expressão latina doutor honoris causa, traduzida “por uma questão de honra” representa uma condecoração acadêmica destinada a alguém de notório valor público, cuja instituição dispensou os requisitos essenciais para tal reconhecimento usual: matrícula, estudo e aprovação nos exames vinculados. A palavra honra por sua vez, denota vários significados, todos eles unânimes em sua apreciação e aceitação: elevados valores morais e intelectuais. Algo condicionado a alguém virtuoso”.

Tudo isso me fez lembrar, naquela ocasião,  o livro “A verdade de um Revolucionário”, publicado em 1978, de autoria do general Olympio Mourão Filho, que escreveu: "Ponha-se na Presidência da República qualquer medíocre, louco ou semianalfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso".

Daí porque entendemos  – e lamentamos  – o ostracismo a que  foi relegado uma pessoa, a qual, num passado próximo, recebeu todas as mesuras e homenagens imerecidas de uma nação como que anestesiada e só, anos depois, despertada de um sono pleno de pesadelos.

As voltas que o mundo dá: Globo volta a perder liderança na quinta e emissora estuda reformas com urgência

Record e SBT atropelaram talk show, noticiários e novelas

Fonte: Folha de S.Paulo, 01/12/2018

São Paulo – A Globo voltou a sofrer sucessivas derrotas ao longo da última quinta (29). Isso já determina mudanças relevantes em estudo para o início do ano. A emissora perdeu a liderança durante o Jornal Hoje, Vídeo Show, Malhação, Os Melhores Anos de Nossas Vidas, Jornal da Globo, Conversa com Bial, Empire e Corujão.
A Record liderou a audiência com Balanço Geral e A Fazenda. O SBT ficou com o 1º lugar com A Praça é Nossa, The Noite, Roda Roda (reprise) e SBT Notícias, na madrugada. Isso foi na Grande São Paulo, região mais importante para a TV. Em Goiânia e Salvador, a Record liderou na média das 7h à 0h.

PresidentA e RéuA em vários processos, Gleisi Hoffmann diz que Lula pode morrer na cadeia – por José A. Muller (*)


A senadora Gleisi Hoffmann (PT) reapareceu esta semana criticando, da tribuna do Senado, a longevidade da prisão do grande líder petista, Lula, que se encontra com a saúde debilitada e que, segundo ela, Jair Bolsonaro e Sérgio Moro querem que morra na cadeia. Lula foi condenado e responde a vários outros processos por corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e por chefiar a maior quadrilha de assaltantes da história brasileira.

Está pagando o preço da sua irresponsabilidade e, quanto a morrer na prisão, em casa, na rua ou durante o lazer, é o que vai acontecer com todo mundo. Não é uma exclusividade lulopetista.


(*) José A. Muller – e-mail: josealcidesmuller@hotmail.com

COMENTÁRIO DO LEITOR
JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA disse:

A "narizinho" e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, pela primeira vez, resolveu falar a verdade. Com veemência, disse que "O que querem é acabar com o Lula, o que querem é que Lula não sobreviva" e "que fique bem claro: se algo acontecer a Lula, a responsabilidade é desta Operação Lava Jato". Apesar de dizer a verdade, omitiu que "ella" própria é ré na mesma operação e percebeu que as garras da Justiça estão endereçadas aos corruptos e dilapidadores do País. De qualquer forma, acertou na mosca. Parabéns! 

A verdade tarda, mas não falha, ou A farsa vem à tona – por Ademir Alonso Rodrigues (*)

Segundo o Ministério da Saúde, 96,6% das vagas em aberto deixadas pelos cubanos no Programa Mais Médicos já foram preenchidas em, praticamente, uma semana. Lembro-me perfeitamente de que, quando esse programa começou, o PT/Dilma Rousseff propagavam que as vagas não eram preenchidas por falta de interesse dos médicos locais, e por isso a vinda dos cubanos era necessária. E agora, mudou o humor dos médicos ou a farsa/mentira petista, mais uma vez, veio à tona?  



(*) Ademir Alonso Rodrigues E-mail: rodriguesalonso49@gmail.com