sexta-feira, 3 de junho de 2022

Pensamento - Antônio Alves de Morais.

" O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem etica. O que mais preocupa é o silencio dos bons". 

 Martin Luther King.

Amacio Mazzaropi - Memórias - Antônio Alves de Morais.

O segredo do meu sucesso é falar a língua do meu povo. Com essa frase simples e sem rodeios, o ator, produtor e diretor de cinema Amacio Mazzaropi explicou a razão de sua popularidade. Encarnando o eterno caipira, Mazzaropi levava as multidões aos seus filmes. Hoje, é considerado por muitos o maior gênio do cinema popular brasileiro. Em suas produções, geralmente ambientadas no meio rural, tratava com muito humor temas complexos, como política, religião, divorcio e racismo.
Um de seus personagens de maior sucesso foi o hilário Jeca Tatu, homem simplório do interior paulista, de fala arrastada, tímido, mas cheio de malicia. Nascido em São Paulo, em 1912, Mazzaropi logo se mudou para Taubaté, no interior do estado, a terra natal de Monteiro Lobato. Desde cedo, revelou o amor pela arte. Começou sua carreira no circo, onde trabalhou como ajudante de faquir passou pelo teatro e comandou programas de radio e televisão. As telas do cinema só se abriram para ele em 1952, quando atuou no filme Sai da Frente. Depois de participar de oito filmes como ator, resolveu arriscar e criar sua própria produtora. A ousadia foi recompensada: suas produções, apesar de massacradas pela critica, batiam seguidos recordes de bilheteria. E Mazzaropi era cada vez mais aclamado pelas platéias de todo pais. Metódico, lançava um filme por ano, sempre no dia 25 de Janeiro, aniversario da cidade de São Paulo. Acabou ficando milionário e morreu aos 69 anos, vitima de câncer, logo depois de iniciar sua trigésima terceira produção, intitulada Jeca e Maria Tromba Homem.
Memorias de Mazzaropi.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

O viajante - Por Joelmir Betim



Se beber não dirija. Nem governe. Até o final de seu governo, o presidente Lula já cometeu tantas viagens ao mundo, ou mais de duas por mês, tal como semana sim semana não. Sem contar, ora, pois, as até aqui, viagens pelo Brasil.

Total de intinerância presidencial, caso único no mundo e na historia: Equivale a 81.90% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.

Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular. A qualquer pretexto. E sendo deselegante, digo que o presidente não é nem nunca foi chegado ao batente, ao despacho, ao expediente. Jamais poderá mourejá no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado a mesa para estudar, que dirá para trabalhar.

O que são 40 anos ! - Antônio Alves de Morais.

Outro dia, recebi um e-mail de um amigo e ele me contava uma historia e dizia: “Aqui pra nós, há 40 anos”. Esta observação me chamou a atenção para o significado e importância que tem 40 anos. 

São no mínimo duas gerações e, se houver alguma pressa em se casar há tempo pra três. O que houve há mais de 40 anos, em sua vida, que você não esqueceu? Que lhe marcou? Pois bem essa historinha tem exatos 43 anos. 

Estávamos em pleno mês da Agosto, festa de São Raimundo Nonato - Varzea-Alegre. O parque instalado á Rua Getulio Vargas, jovem, na época com 15 anos, cursando o segundo ano ginasial no fervor de uma juventude inocente, pura, sadia e vibrante. 

Sentei num dos bancos da "Roda Gigante" com um colega de classe de nome José Ronaldo. Na cadeira posterior estavam também duas colegas de ginasio: Livânia e Regina. Radiantes de felicidades, brincando e acenando para outras colegas no meio da multidão. Livânia tinha os cabelos bem longos e jogou para trás sobre os ombros. 

Os cabelos engancharam no rolamento da poltrona e foram puxando a cabeça da mesma para trás e quando conseguiram para já estávamos todos aflitos com aquela situação. Foi um vexame, pois aquela época a classe de uma escola era um seguimento da família, os colegas eram como irmãos. Isso faz tanto tempo que até a musica que tocava no "Serviço de Som" do parque, no momento, ninguém conhece mais hoje em dia: Os incríveis.

A. Morais

"PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA", UM PROBLEMA DE DIFÍCIL SOLUÇÃO - Por Antônio Gonçalo.

 

Em 18 de maio último, os noticiosos do  Brasil apresentaram manchetes, informando que um homem "em situação de rua" matara dois policiais da PRF, na BR 116 em Fortaleza-CE. O inuzitado é que o fato em si causou mais apreensão em função da condição econômico-social do autor dos crimes. 

O assassino dos militares foi identificado como Antonio Wagner Quirino, de 31 anos, um ex-pedreiro de Aratuba-CE. O suposto "mendigo", que vagava na via pública, após ser contido pelos profissionais federais, tomou a arma de um deles e efetuou os disparos mortais. Em seguida, foi batido por outro policial de folga que passava pelo local. 

Um outro caso do gênero chamou atenção em abril último, quando o atual "ex-mendigo", Givaldo Alves, foi surpreendido fazendo sexo com uma bela mulher de "classe", no interior do carro dela, em uma rua de Brasilia - DF. Segundo os jornais, o "garanhão" - que atualmente usa flat emprestado, iphone e anda a bordo de um porsche - na ocasião levou uma  boa peia do esposo da suposta "vítima", aquela que, depois, alegou estar em "surto psicótico". 

Não alheio ao dilema dos "moradores de rua", resolvi entrevistar um dos muitos que peregrinam no bairro em que moro, em Fortaleza-CE. Albert, que pediu para não ser identificado, contou-me todo seu drama que, em resumo, consta desagregação familiar, acesso precoce às drogras, falta de instrução escolar e de  perspectivas de inclusão social. 

Os exemplos acima, embora trágicos, representam um pequeno iceberg, diante da imensidão de fatores sociais da espécie que acometem nossa sociedade. O incrível é que o Brasil, como a maioria dos países que desenvolveram legislação específica para a profilaxia mental e conteção de pessoas em via pública, enfrentam contestações em termos de eficácia e legalidade dos atos práticos envolvidos na questão.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

SOBRE O BESTA DO BRASIL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

O cego Aderaldo reclamou em versos por não encontrar um besta capaz.

O que ele encontrou não serviu para besta porque era besta demais.

Hoje, Aderaldo disporia de bestas de magote, de ruma.

Sim, é verdade que aumentou, assustadoramente, o número de bestas no mundo.

No Brasil a situação é muito mais grave.

A gente não sabe se tem raiva ou pena desse exército de gente que se deixa enganar por ser besta demais.

Para certos políticos, o besta é matéria prima para seus propósitos nada republicanos.

As igrejas picaretas exploram a credulidade do besta e dele arranca até a cueca.

O preocupante é que os efeitos da besteira se espalham como nuvens.

No chão em que "se corrompendo tudo dá", o besta não serve apenas como "bucha de canhão". Ser besta e dizer besteiras, de forma contínua, virou profissão.

Nesse nesse mundo de likes, algoritmos, Reels, etc, etc, não faltam veículos para o besta disseminar baboseiras.

O besta como instrumento manipulável está fazendo enorme mal ao País.

A família do besta não obedece regras de controle de natalidade.

A cada minuto nasce um bestinha, só "para encardir".

E haja besteira em todo canto deste Brasil varonil.

terça-feira, 31 de maio de 2022

A arapuca bolsonarista - Por Diogo Mainardi.

A candidatura presidencial de Luciano Bivar é só uma arapuca para sabotar a Terceira Via e barganhar com Jair Bolsonaro.

“O presidente da União Brasil vai lançar hoje oficialmente sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto ao mesmo tempo em que seu partido liberou seus filiados para apoiar o presidente Jair Bolsonaro logo no primeiro turno”, diz o Estadão.

“Integrantes da legenda dizem que Bivar só entrará na disputa para negociar mais adiante sua retirada, em troca de espaço em uma aliança. Afirmam, ainda, que a candidatura tem como objetivo rachar a terceira via e auxiliar na tentativa de reeleição de Bolsonaro”.

A candidatura de Bivar não racha o eleitorado, porque ele não tem voto, mas racha os palanques estaduais e, sobretudo, o tempo de TV, que poderá ser usado para fazer propaganda clandestina do bolsonarismo.

A União Brasil cresceu um bocado, mas nunca vai se livrar de seu espírito ridiculamente nanico.

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Juro que não entendo - Antonio Alves de Morais.

 


Salve Sergio Moro.

Juro que não entendo como uma vida medíocre, cultura tosca, atitudes grosseiras e deselegantes, carreira militar desqualificada, contribuição parlamentar nula, inconsistência partidária, linguajar chulo, comentários impróprios a moral, total incompetência na diplomacia política influenciaram o voto em Bolsonaro.

domingo, 29 de maio de 2022

RANKING DE DRIBLADORES - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 Erick e Mendonza do Ceará estão entre os dez melhores dribladores da série A.

O primeiro é o terceiro e o segundo o sexto.

Agora, tem o seguinte: o drible é a ginga de corpo sincronizada com o pés.

O drible é coisa de craque. O jogador comum faz a imitação.

O driblador finge que vai dar a bola para o adversário e a recolhe a tempo para o seu domínio.

Isso o Erick do Ceará (apesar de irregulares atuações) sabe fazer.

Tem outra situação tratada como drible que me parece diferente: tocar a bola para pegá-la na frente.

Acho, particularmente, tratar-se mais de uma ação técnica de velocidade.

Isso o Mendoza sabe fazer, pela velocidade que possui.

Ah, não se deve esquecer outro tipo de drible que exige habilidade: o elástico. A bola colada nos pés vai de um lugar ao outro, como um imã.

Arte que Rivelino aprendeu com um descendente de japonês e a praticava com maestria.

Como já escrevi em comentário anterior, o drible perdeu muito terreno para o passe.

Mas, ninguém tira desse comentarista a certeza de que o drible é a mais bela manifestação de arte do futebol.

sábado, 28 de maio de 2022

Há sempre um mal maior - Antônio Alves de Morais.

O certo é que  a grande maioria dos brasileiros que pensam condenam essa polarização criada por eles, criada com o voto deles.

Lula e Bolsonaro não há mal menor dizem. Por pior que sejam  não existem dois totalmente iguais. Há de existir um detalhe que os diferencia.

Lula é um corrupto contumaz, um vigarista vendido, um pilantra que com um discurso mentiroso, piedoso e chorão conseguiu ludibriar, enganar e fazer uma lavagem cerebral a ponto de fazer quem passa fome acreditar que está com a barriga cheia e o endividado imaginar-se rico.

Lula não me enganou, sempre foi um corrupto malandro e sagaz que de posse da caneta e do diário oficial manobrou e com a inteligência  e índole má conseguiu chegar onde está.


Juiz Sérgio Moro.

Bolsonaro para se eleger apropriou-se do trabalho do Juiz Sergio Moro na Lava Jato e depois de eleito deu as costas para o povo e traiu o eleitor que acreditou na sua conversa de freira moralista, que não passa de uma prostituta velha pregando a castidade. 


Dr. Ricardo Bebeano.

Bolsonaro, um covarde, traidor e ingrato, 15 dias depois da posse traiu o seu advogado e presidente do partido pelo qual se elegeu Ricardo Bebeano, dias mais tarde demitiu o general Santos Cruz, uma das glórias que ainda existe nas forças armadas brasileiras, traiu de forma vil o Juiz Sergio Moro para em seguida acabar com a Lava Jato e livrar os filhos e amigos milicianos do alcance da justiça, corruptos que mandam mais no governo do que ele próprio. 


General Santos Cruz.

Portanto eu não me enganei com Lula, não me permiti carregar essa culpa, quem me enganou e traiu o eleitorado que o elegeu foi Bolsonaro que  não merece ser reconduzido a um segundo mandato.

Péssimo com o Lula, muito pior com o Bolsonaro.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

Os dois grandes derrotados - Por Diogo Mainardi.

 

Ciro Gomes fez o melhor comentário sobre a pesquisa publicada nesta quinta-feira:

“Se o Datafolha estiver correto, você tem dois grandes derrotados flagrantes: Bolsonaro, o grande derrotado, viva, isso é o que todos nós democratas lutamos pra acontecer. Mas há um outro grande derrotado, que me preocupa muito, que é o Brasil.”

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Recordando a pouca vergonha - Antônio Alves de Morais.

Há cerca de um mês, o ministro José Mucio Monteiro levou a José Dirceu uma proposta de Roberto Jefferson: O homem-bomba do mensalão, o ex-deputado responsável pela saída de Dirceu da Casa Civil e por sua cassação queria um encontro com ele. 

Dirceu recusou. E não se falou mas no assunto.Seria o primeiro encontro dos dois desde que Jefferson pronunciou sobre Dirceu duas frases que fizeram historia durante a CPI do mensalão. 

"Vossa excelência provoca em mim os instintos mais primitivos" e "Sai Zé, rápido". O que será que Jefferson, agora com os instintos menos primitivos, queria de Dirceu? 

Coração de Dom Pedro I está guardado numa igreja de Portugal

 

          No último dia 6 de maio, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, teve a grata satisfação de visitar a Igreja de Nossa Senhora da Lapa, em Porto, na Região Norte de Portugal. Naquele hierático recinto – construído entre 1756 e 1863, pela Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa – encontra-se sepultado, na Capela-Mor, o coração do Imperador Dom Pedro I, indômito tetravô de Dom Bertrand.

     Dom Pedro I (Rei Dom Pedro IV de Portugal) deixou seu coração à Igreja em testamento, pelo apoio que recebeu de Porto, a Cidade Invicta, na Guerra Civil Portuguesa, que travou contra o irmão, o Rei Dom Miguel I de Portugal, para devolver o Trono à Soberana legítima, sua filha, a Rainha Dona Maria II de Portugal. Desde 1972, ano do Sesquicentenário da Independência do Brasil, o corpo do Imperador repousa na Cripta Imperial sob o Monumento à Independência do Brasil, em São Paulo. Permanece em Portugal apenas o coração do Imperador Dom Pedro I, na igreja objeto desta postagem.

Fonte: Facebook do Pró Monarquia

Dom Bertrand sendo recebido na igreja de Nossa Senhora da Lapa
Interior da igreja que guarda o coração do imperador Dom Pedro I