sábado, 16 de julho de 2022

Tenha sempre Deus em sua vida - Antônio Alves de Morais.

Não se desespere ao olhar para o nosso mundo que caminha cada vez mais para o ateísmo, para descrença. 

Pois a terra quanto mais seca, mais precisa da água da chuva. Assim também é o coração humano: Quanto mais distante de Deus, mais sente falta dele.

Você pode reparar : Deus se tornou uma necessidade. E por isso as novas seitas que vão surgindo aos montes por aí têm sucesso. O povo procura um sentido, um refugio, um fio de esperança. E o primeiro “mascate” que aparece vende o seu produto facilmente.

O mundo de hoje está cansado de seus pecados, da situação de ódio e de violência que ele próprio criou. Mais cedo ou mais tarde as pessoas ainda vão compreender que , sem Deus, este mundo não terá condições de sobrevivência.

O homem, perdendo o senso de fé, perderá também os sentimentos de fraternidade e se autodestruirá. “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família”.

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Morreu Dom Luiz de Orleans e Bragança, um grande brasileiro -- por Armando Lopes Rafael (*)

Uma vida longa e plena de significado! Assim foi a existência deste príncipe...

   No último dia 08.07.2022, um Comunicado sobre o estado de saúde e a hospitalização do Príncipe Dom Luiz – distribuído pela Casa Imperial do Brasil – já preparava nosso espírito: “Infelizmente, na opinião dos médicos, seu quadro é considerado irreversível”. Com profundo pesar,  na tarde desta sexta-feira, dia 15 de julho, o Secretariado da Casa Imperial do Brasil anunciou o falecimento de Dom Luiz.

    As palavras são insuficientes para traduzir – na plenitude – a grandeza moral e cívica do Príncipe Dom Luiz. Muitos, só agora, se deram conta da influência que ele exerceu junto à sociedade brasileira. Dom Luiz inspirava não só os monarquistas. Ia além. Influenciava outras correntes de opinião conservadoras existentes no Brasil. Espalhava sólidos e perenes princípios de catolicidade, brasilidade, honestidade, retidão, patriotismo e honradez.  

    A mídia brasileira – “A mais sórdida do mundo” – (na feliz expressão do saudoso Cardeal Primaz Dom Lucas Neves), tão pródiga em divulgar futilidades e mediocridades, pouco noticiava as ações de Dom Luiz.  Talvez porque as atitudes de Dom Luiz sempre  foram dignas e sérias. Dele nunca se ouviu falar num único gesto – por pequeno que fosse – que viesse a tisnar sua irrepreensível conduta ética. O Chefe da Casa Imperial Brasileira foi como um farol – sempre aceso – a espargir coerência, credibilidade e civismo; a iluminar o lado obscuro deste confuso e desordenado Brasil republicano.


Quem é quem

   Tetraneto de Dom Pedro I, trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, o Príncipe Dom Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança e Wittelsbach (este o seu nome completo) tinha nas veias o sangue de reis e santos que fizeram história. Dentre seus ilustres ancestrais estão Carlos Magno, um dos mais importantes imperadores da Idade Média, senhor absoluto do Sacro Império Romano; o Rei São Luiz IX da França e Nuno Álvares Pereira, também conhecido por São Nuno de Santa Maria, fundador da Casa de Bragança, conhecido como o “Santo Condestável do Reino de Portugal”.

   Dom Luiz de Orleans e Bragança – devido ao longo e injusto exílio imposto à Família Imperial – nasceu na França, na cidade de Mandelieu, em 6 de junho de 1938. Foi o primogênito do casal Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança e Dona Maria Isabel da Baviera. Aquele, neto e sucessor dinástico da Princesa Isabel, de quem recebeu a Chefia da Casa Imperial do Brasil. Esta, uma princesa alemã, nascida na família Wittelsbach – titular da Casa Real Bávara – neta de Rei Ludwig III, último monarca da Baviera. Ao nascer, Dom Luiz foi registrado no Consulado Geral do Brasil em Paris. Ele amou, como poucos brasileiros o fizeram, a sua pátria.


Seu pai, o Príncipe Dom Pedro Henrique

“A educação de um homem começa 100 anos antes do seu nascimento”
(Napoleão Bonaparte)

   Considerando a frase acima e antes de acrescentar novas informações sobre Dom Luiz, somos impelidos a discorrer sobre o pai dele, Dom Pedro Henrique. Este, ainda no exílio já era denominado, no Brasil, de “O Príncipe Esperado”. E aqui chegando, Dom Pedro Henrique passou a ser chamado   de “Condestável das Saudades e Esperanças”. Somente em 1945, após o fim da Segunda Guerra Mundial, ele, sua esposa Dona Maria da Baviera e os quatro primeiros filhos nascidos desse casal puderam deixar a Europa e fixar residência no Brasil. Aqui, a família enfrentou dificuldades financeiras.   Logo ao chegar – e tentar reaver seus bens, localizados na cidade de Petrópolis, ou seja, a parte que lhe cabia da herança da Princesa Isabel – Dom Pedro Henrique sofreu uma grande decepção.  Aqueles imóveis tinham sido repassados (antes do seu retorno ao Brasil) por um procurador que abusou da confiança do Príncipe. Tinham sido transferidos para outro membro da Família Imperial, aqui chegado antes de Dom Pedro Henrique.  

    Não conseguindo anular a transação e com os parcos recursos trazidos da Europa já minguando, Dom Pedro Henrique passou por contratempos até 1951. No entanto, naquele ano, um bondoso e rico português, ao falecer, deixou para Dom Pedro Henrique o legado de um valioso imóvel comercial, situado na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro. Com a venda desse prédio, Dom Pedro Henrique conseguiu comprar uma pequena fazenda – com área de 174 hectares – localizada no município de Jacarezinho, Norte do Paraná, à época uma pujante fronteira agrícola do Brasil. Para lá Dom Pedro Henrique se mudou, com a esposa e os seis filhos (mais dois tinham nascido no Rio de Janeiro). A esses se juntariam mais seis rebentos nascido no Paraná. Doze foi, portanto, o total dos filhos do casal. No Paraná todos viveram vários anos.

   Apesar de oriundo da nobreza, Dom Pedro Henrique revelou aptidão para os afazeres de um pequeno proprietário rural brasileiro. Plantava café e cereais. Tinha uma pequena criação de gado.  Em 1957, com o fruto dessas atividades, conseguiu permutar sua primeira propriedade rural por outra, um pouco maior – a Fazenda Santa Maria – situada no município de Jundiaí do Sul. Na década de 1960, com os filhos já encaminhados, Dom Pedro Henrique, vendeu essa última propriedade e adquiriu outra – igualmente pequena – no município de Vassouras, no Estado do Rio de Janeiro. Lá, instalou uma granja e lá viveu até sua morte, ocorrida em 1981.

A missão de Dom Luiz

     Dom Pedro Henrique exerceu forte influência na formação dos filhos. Herdeiro, pela primogenitura, da Chefia da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança cumpriu à risca as orientações recebidas do pai. Este sempre repetiu para os 12 filhos: “As circunstâncias não me permitem que lhes deixe uma fortuna material considerável. Mas três coisas faço questão de deixar: em primeiro lugar, a Fé Católica Apostólica Romana, herdada de nossos maiores; em segundo lugar, uma boa educação; e, em terceiro lugar, a consciência da missão histórica da nossa família”.

    Adolescente, Dom Luiz foi enviado para estudar num bom colégio do Rio de Janeiro. Posteriormente seguiu para a Europa, onde cursou Ciências Políticas e Sociais na Universidade de Paris (França). Em seguida, foi estudar Química e Física, na Universidade de Munique (Alemanha), terra da sua mãe, onde residiam alguns parentes maternos. Conquistado o diploma de Engenheiro Químico, retornou em 1967 ao Brasil, fixando-se em São Paulo, onde viveu sempre modestamente. Manteve, durante toda a vida, a coerência nas decisões e atitudes. Com a morte de Dom Pedro Henrique, em 1981, Dom Luiz assumiu a Chefia da Casa Imperial do Brasil. Nesta função exerceu um trabalho discreto e eficiente. Manteve acesa a chama do ideal monárquico no Brasil.

O Legado de Dom Luiz

   Para os monarquistas, Dom Luiz foi sempre o Imperador de jure do Brasil, cumprindo exemplarmente seu dever de herdeiro do Trono Brasileiro. E fê-lo enfrentando as muitas limitações existentes até 1988. A principal delas: a famigerada “cláusula pétrea” – um dispositivo constitucional, inserida na série das cinco e efêmeras constituições republicanas. Estas promulgadas em 1891, 1934, 1937, 1946 e 1967. Haja constituições! A tal cláusula proibia qualquer questionamento à forma de governo republicana, imposta, ao povo brasileiro, pelo golpe de 15 de novembro de 1889. Somente com a promulgação da 6ª (sexta) Constituição da República (a de 1988, atualmente vigente) mencionada cláusula foi retirada da “Carta Magna”. Também devemos este benefício a uma iniciativa de Dom Luiz.

     Explico. Em 1987, durante a última Constituinte, Dom Luiz redigiu e enviou uma “Carta aos Srs. Membros da Assembleia Nacional Constituinte”. Nela mostrava a incoerência de se manter a citada “cláusula pétrea” na mais recente “Carta Magna” republicana. Não fosse essa ação de Dom Luiz, a injusta e antidemocrática cláusula pétrea continuaria a punir ad eternum os monarquistas brasileiros. Em 1987 vivíamos a promessa de uma “Nova República” – aquela época pregada por Tancredo Neves – prometendo uma “anistia política”. Esse perdão – anunciado com estardalhaço como “amplo, geral e irrestrito” – constava no rascunho da futura constituição. Entretanto, a “anistia” deixava de fora os defensores da forma de governo monárquica. Por conta do pedido de Dom Luiz, os constituintes de 1987 revogaram, enfim, a “cláusula pétrea”. Livre desse entulho discricionário ressurgiram as campanhas e o proselitismo em favor da monarquia.  E, a partir daí, o movimento pró monarquia no Brasil só fez crescer. E o mais admirável: a maioria desse movimento é feito por jovens.

       (*) Armando Lopes Rafael é historiador.

Subsídios de Consulta para este artigo:

Livro: “Dom Pedro Henrique, O Condestável das Saudades e da Esperança”, escrito por Armando Alexandre dos Santos, publicado por Artpress Indústria Gráfica e Editora Ltda. São Paulo, em 2006.



Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista - Alntonio Alves de Morais.

 

Deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano "A Lei do Ventre Livre entrou em vigor", assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel.

O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.

José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.

D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos. 

O Parlamento sempre negava o projeto de lei, pois muitos tinham influências diretas ou indiretas com os grandes cafeicultores escravocratas. 

Se tratando de uma "MONARQUIA CONSTITUCIONAL PARLAMENTARISTA", o imperador não tinha o poder para decretar leis sem aprovação da maioria do parlamento.

Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.

Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.

Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.

Pedro II criou uma cota para negros alforriados ingressarem no Colégio Pedro II e nas Faculdades. 

Essa cota não foi aprovada pelo parlamento, porém Pedro II tirou de seus próprios proventos a garantia da cota. 

No período de 1872 e 1889 centenas de ex-cativos se tornaram médicos, advogados, engenheiros. Graças a chamada “bolsa do imperador”.

quinta-feira, 14 de julho de 2022

NÃO SABEMOS LIDAR COM AS TORCIDAS - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

A multidão não tem cor. Imagine na escuridão.

Não tem sequer condição humana.

O homem sozinho é melhor. Em hordas, se animaliza.

Os delinquentes infiltrados nas tais torcidas organizadas abusam da permissividade oportunizada pelo futebol.

Brigam entre si, matam, ameaçam dirigentes e jogadores e roubam, quando a oportunidade se apresenta.

Foi o que aconteceu no Castelão, quando do apagão do domingo passado.

Todo tipo de medida foi tomada para enfrentar o problema. Sem sucesso.

Fica a impressão de que o futebol está entregue.

As autoridades responsáveis (e são várias) devem ter um "remédio" para esse mal.

Mas, não ousam aplicá-lo de forma radical.

Só pode.


Pedro I deixa o filho pequeno como herdeiro da independência e dos muitos problemas do país - Antônio Alves de Morais.

O menino cresceu sendo educado para ser um governante eficiente e de caráter. 

Trecho de carta de D. Pedro I ao filho e herdeiro ainda na tenra infância: 

"É mui necessário, para que possas fazer a felicidade do Brasil, tua pátria de nascimento e minha de adoção, que tu te faças digno da nação sobre que imperas, pelos teus muitos conhecimentos, boas e nobres maneiras, sejas muito diferente de mim, pois, meu adorado filho, o tempo em que se respeitavam os príncipes por serem príncipes unicamente acabou-se; no século em que estamos, em que os povos se acham assaz instruídos de seus direitos, é mister que os príncipes igualmente o estejam e conheçam que são simples homens, e não divindades." 

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Lançamento do livro - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Lançamento do Livro Wilton Bezerra - Cronicas e Causos no ICC em Crato. 

Da esquerda para direita Erasmo Braga, Wilton Bezerra, Dr. Marcus Cunha, Dr. José Flávio Vieira e Evandro Bezerra.

Meus agradecimentos pelo apoio.

As Impressões que o Imperador e Imperatriz do Brasil causaram a Rainha Vitória - Antônio Alves de Morais.

Em 1871 durante a primeira viagem que fizeram juntos a Europa, Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina visitaram a Rainha Vitória da Inglaterra, então a monarca mais poderosa do Mundo em um de seus Palácios, a Osborne House na Isle of Wight.

A Rainha anotou em seu diário sua opinião sobre o casal : 

“Ele é muito alto, largo e robusto, um homem muito bonito, mas muito grisalho, embora tenha apenas 45 anos. A imperatriz, nativa de Nápoles, é muito gentil e agradável, tão simples e despretensiosa, ela tem a estatura baixa e robusta. 

A imperatriz além de amável é extremamente culta e toca piano melhor do que eu. O imperador anda por toda parte, vê tudo, quer saber sobre tudo um verdadeiro intelectual. 

Porém não gosta de formalidades, ele levanta as 05 da manhã e já sai às 06, ele falou comigo muito gentil e sabiamente, com o maior apreço por nossas instituições. 

O Brasil não poderia ter um melhor monarca, fiquei surpreendida com o nível cultural e conhecimentos gerais do imperador, infinitamente superiores aos meus. 

Eles irão brevemente a Coburgo visitar o túmulo de sua pobre filha Princesa Leopoldina".

Wilton Bezerra, cidadão cratense - Comentarista, generalista.

Foto solenidade de entrega do Titulo de Cidadão Cratense no Crato Tenis Clube, para Wilton Bezerra. 

Projeto do nobre vereador Pedro Lobo.

Meus agradecimentos pelo apoio.

Ao meu ex-colega do Estadual José Rodrigues Neto - Antonio Alves de Morais.


Prezado amigo Alberto Jamacaru - Seresta no Crato Tenis Clube. Veja se o amigo conhece alguém.

terça-feira, 12 de julho de 2022

Moro anuncia pré-candidatura ao Senado pelo Paraná - Por O Antagonista.

Sergio Moro (União Brasil) anunciou nesta terça-feira (12) sua pré-candidatura ao Senado pelo estado do Paraná.

O ex-juiz ainda precisa definir em qual chapa irá concorrer à vaga.

Inicialmente, havia a expectativa de Moro integrar a chapa do governador Ratinho Junior (PSD), mas o pré-candidato da União Brasil também iniciou conversas com o PSDB do Paraná, que lançará Cesar Silvestri Filho como candidato ao governo do estado.

Moro deve disputar a vaga ao Senado com o senador Álvaro Dias (Podemos), que busca a reeleição.

Antes de confirmar a decisão, Sergio Moro tentou viabilizar sua pré-candidatura ao Senado pelo estado de São Paulo, mas o TRE-SP barrou a transferência de domicílio eleitoral do ex-juiz.

segunda-feira, 11 de julho de 2022

Todo cuidado com sobreviventes é pouco - Antônio Alves de Morais.

 


Viver é muito perigoso. Mas viver no limite da irresponsabilidade é muito mais. Há quem goste. Soa como um desafio.

Lula é um sobrevivente, cuidado com sobreviventes. Acham-se capazes de tudo.

Sobreviveu à seca no Nordeste, à miséria em São Paulo, aos riscos da vida sindical na ditadura de 64, e a três derrotas seguidas para presidente.

O candidato antes favorável à limitação do direito de propriedade privada, ao aborto e à estatização dos bancos, virou o "Lulinha Paz e Amor" e, afinal, elegeu-se.

Um dos segredos do seu sucesso: a falta de princípios. Lula por ele: “Sou uma metamorfose ambulante”. Lula por Hélio Bicudo, fundador do PT: “Ele só está em busca de vantagem para ele e para sua família”.

Lula escapou depois de se dizer traído pelos mensaleiros e entregar a cabeça de José Dirceu.

Lula não vê nada de mais em ter informado ao Exército, ao completar 18 anos, que media dois centímetros a mais do que media. Não se conforma em ter menos de um metro e setenta.

Nem vê nada demais no fato do seu filho mais velho ter enriquecido enquanto ele presidia o país. Lula entrou pobre num pais rico e saiu  rico de um pais pobre.

Lula considera natural ter enriquecido prestando serviços a empresários, e de nessa condição aspirar a um novo mandato de presidente.

Ilegal não seria. Seria simplesmente imoral.

domingo, 10 de julho de 2022

Direita ou esquerda, a mesma imundice - Antônio Alves de Morais.

Bolsonarismo é a falsa direita com os mesmos vícios da autentica esquerda, marcado pelo populismo, pela alienação e idolatria política, tolerante com os corruptos, com milicianos criminosos e os inimigos da Lava Jato.

Quem poderia imaginar  ver o Bolsonaro assinando o que o Centrão determina ou convertido num  Lula e no PT piorado?

Lembre-se, na hora de votar : Lugar de pastor é na igreja, de militar é no quartel e de louco no hospício!

De Volta - Antônio Alves de Morais


Não foi o discurso piedoso, chorão e mentiroso do Lula que me seduziu e fez votar com o PT no seu primeiro mandato. Eu não votei no Lula, eu votei contra Fernando Henrique Cardoso.

Lula assumiu e converteu a si e ao PT em tudo aquilo que combateu durante suas existências.

Aliou-se ao que de pior existia na politica brasileira : Sarney, Maluf, Collor, Renan, Jader, Romero, Eunício e a cambada foi autorizada a cometer todo tipo de crime, rebatizados por "mal feitos".

Eu escrevia para vários Blog da região, fui expulso do quadro de colaboradores de alguns pelo simples fato de afirmar em meus escritos : "Isso não vai dar certo".

Hoje, mudando o tempo do verbo, posso afirmar que não deu certo. O todo poderoso ex-futuro presidente da república José Dirceu está no xadrez, lhe fazem companhia vários ex-dirigentes do partido, políticos, ministros e empresários denunciados, condenados e presos.

Vislumbra-se, no presente, um país quebrado, povo endividado, desempregado, juros e inflação altas e, o pior, um governo sem rumo, sem leme, sem direção com uma divida publica de aproximadamente três trilhões de reais e um sistema de distribuição de renda imoral. 

O governo, o PT e o Lula propalam muito a pobreza. Muito bem, da mesa de cima resulta a mesa de baixo, enquanto a mesa de baixo sustenta a mesa de cima. 

Se delicie do café da manhã se for capaz.