domingo, 30 de junho de 2024
sexta-feira, 28 de junho de 2024
PATRIMÔNIO MAL ADMINISTRADO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
O futebol, esporte mais popular do Planeta, é um indústria que movimenta cifras bilionárias.
No nosso País, mais do que um rico negócio, o futebol é expressivo patrimônio cultural.
Só que, em termos de gestão, nunca foi tratado à altura do que representa por quem o comanda: a CBF.
Entidade que, nos últimos tempos, teve seus mentores envolvidos em grossa corrupção e escândalos.
Com a cumplicidade dos clubes, não consegue, sequer, organizar um calendário decente.
O pior exemplo está na falta de zelo em torno da Seleção Brasileira, o seu banco.
Depois da "temporada Ancelotti”, de mentiras, já tem o segundo treinador à frente da seleção principal.
Tirante resultados de dois amistosos na Europa, o saldo é ruim.
A CBF imagina que as conquistas do nosso futebol foram possíveis graças à ela.
Os 22 anos sem ganhar uma Copa e o papel secundário no futebol mundial não parecem incomodar esse agente do atraso.
quinta-feira, 27 de junho de 2024
LI E OUVI QUE... - Por Wiltom Bezerra, comentarista generalista.
Os imbecis nascem sabendo de tudo e durante suas vidas não aprendem nada.
Se alguém duvida da existência de Deus, é só olhar para uma mulher.
A inflação é corrupta porque rouba o salário.
Não adianta querer aprender a tocar piano depois de velho.
A política é uma atividade de pecadores.
Quando você se queima, passa a ter medo até de água fria.
Vivemos o tempo de exaltação do que não tem qualidade.
A mentira está na essência da vida pública, como uma doença sem cura.
É preciso acreditar na amizade e exercê-la.
Tem quem sinta solidão cercado de gente.
Ícone e mito são palavras banalizadas.
A economia chega depois da educação.
Tapioca feita na hora - Por Antonio Morais.
Um vendedor de tapioca feita na hora, fez ponto com seu carrinho na calçada em frente a agência do Bicbanco, na Bárbara de Alencar, em Crato.
O negócio deu certo e as vendas decolaram.
A esta altura, vendo o sucesso do empresário, um primo seu que estava na pior, resolveu ir tomar "mil reais emprestado".
Depois de muita conversa e muitos louvores e aplausos ao empreendimento, ele falou do seu desejo, mas só não contava com a resposta:
Eu até tenho o dinheiro, mas não posso lhe emprestar, porque fiz um acordo com o banco : Nem eu empresto dinheiro nem eles vendem tapioca.
quarta-feira, 26 de junho de 2024
Dois tempos - Por Antônio Morais.
Pra tudo há tempo debaixo dos céus. Existem os sabidos porque existem os bestas. Abre o olho eleitor.
No tempo do Paulo Maluf, o Pajé Lula da Silva gritava, falava em pobre, criticava as elites e as vantagens que o sistema oferecia a quem tinha puder e dinheiro.
Um terço do senado era por nomeação, eleito de forma indireta por indicação de quem estava no puder. Paulo Maluf, governador de São Paulo premiou o senhor Amaral Furlan, foto com um mandato de senador por oito anos.
O Pajé Lula se estribuchava contra e ludibriava o povo com seu discurso piedoso, chorão e mentiroso.
Chegou o tempo do Lula, que escolheu para seu Ministro da Industria e Comercio Exterior Luiz Fernando Furlan, filho do Amaral Furlan, foto.
Você imagina o que pai e filho tem em comum. Dinheiro, são os donos da Sadia.
E, o que Paulo Maluf e Lula tem em comum : Pouco vergonha.
segunda-feira, 24 de junho de 2024
Original e criativo - Por Antônio Morais.
Na Escola José Correia Lima, foto, na sala de aula, quando fazia o primário, a professora pediu aos alunos que declamassem uma poesia. Os colegas, arrotando conhecimento, citaram estrofes de poetas famosos como Castro Alves, Olavo Bilac e Gonçalves Dias.
Antônio Ulisses, como sempre, original e criativo, preferiu declamar os seguintes versos populares da obra de cordel, intitulada “A chegada de Lampião no Inferno”, de José Pacheco da Rocha:
Um cabra de Lampião,
Por nome Pilão Deitado,
Que morreu numa trincheira,
Um certo tempo passado,
Agora pelo sertão,
Anda correndo visão,
Fazendo mal assombrado.
E foi quem trouxe a noticia,
Que viu Lampião chegar,
O inferno nesse dia,
Faltou pouco pra virar,
Incendiou-se o mercado,
Morreu tanto cão queimado,
Que faz pena até contar.
A professora, religiosa, decepcionada com os conhecimentos literários de seu aluno, não gostou nem um pouco da poesia escolhida. Por isso, Antônio Ulisses recebeu nota zero, foi retirado da sala, permanecendo um certo tempo de castigo na Diretoria da Escola.
Indiferença humana - Postagem do Antônio Morais.
Dra Zilda Arns.
Um gesto de carinho e de bondade não custa nada, mas pode fazer milionário quem o recebe. Você não é o dinheiro que tem, você não é o seu diploma, seu currículo, nem o carro da sua garagem. Você é o sorriso que entrega, a mão que estende, o abraço que dá. Você é o amor que espalha.
Mãe do Belo Amor - Por Armando Lopes Rafael.
A imagem da Mãe do Belo Amor, pequena escultura de madeira, medindo cerca de 40 centímetros, é venerada, desde os primórdios da Missão do Miranda – origem da cidade de Crato – que data do segundo quartel do século XVIII. Esta estátua sempre foi aureolada por muitos fatos pitorescos e lendários. Monsenhor Rubens Gondim Lóssio, escrevendo sobre esta representação da Virgem Maria, em trabalho publicado na revista Itaytera, afirmou: “Herdada dos ancestrais indígenas, existia uma pequena imagem da assim chamada Nossa Senhora do Belo Amor, de todos venerada”.
Não nos foi possível apurar as razões que levaram Monsenhor Rubens a concluir que a imagenzinha da Mãe do Belo Amor fora herdada dos indígenas, primeiros habitantes do Vale do Cariri. Entretanto, no artigo já citado, ele menciona um fato que merece transcrição. Na segunda metade do século XX, um conhecido e respeitado ancião cratense, o Sr. José da Silva Pereira, secretário do Apostolado da Oração de Crato, escreveu ao então vigário da Catedral, Monsenhor Francisco de Assis Feitosa, um documento, do qual extraímos o texto a seguir transcrito:
Há na nossa Catedral três imagens que representam nossa padroeira, Nossa Senhora da Penha. O que vou narrar nestas linhas se refere somente à primeira, que é a menor das 3, esculpida em madeira, como as duas últimas. Trata-se de uma bela imagem que honra a arte antiga e a habilidade de quem a preparou. Segundo dizem os antigos, ela tem para mais de duzentos anos, mas nada deixa a desejar às que se fazem atualmente. Pertencendo ao número das imagens aparecidas, ela tem também a sua lenda bastante retocada de suave poesia. Conta-se que fora encontrada em poder dos índios (sem dúvida os Cariris), passando às mãos de pessoa civilizada. Aqui toma vulto a lenda que gira em torno do seu nome, pois afirmava que, repetidas vezes, ela voltara ao cimo de pedra onde os indígenas a veneravam. Este fato miraculoso deu lugar à fundação da Capela, onde hoje é a nossa Catedral, naquele mesmo sítio, tão profundamente respeitado. Quanto à idade que lhe atribuem, provam-na os documentos referentes à fundação da povoação, hoje transformada nesta importante Cidade de Crato. Para mais corroborar o misticismo que a tradição empresta à nossa querida santa, ocorre que esta desapareceu de nossa igreja há mais de cinqüenta anos, voltando agora aos seus penates, onde está sendo venerada por grande numero de fiéis. Os antigos deram-lhe o nome de “Belo Amor”, o que prova a piedade filial dos nossos antepassados. Respeitemos o passado, sua história, suas tradições e suas lendas, que nos falam sempre daqueles que abriram caminho a nossa vida. (LÓSSIO, 1961: 47).
Não existem documentos sobre a origem da imagem da Mãe do Belo Amor. Também não se sabe, ao certo, se essa pequena escultura já se encontrava no Sul do Ceará, antes de 1740, ano da chegada de Frei Carlos Maria de Ferrara, para catequizar os índios Cariris, quando fundou a Missão do Miranda, embrião da cidade de Crato. Ressalte-se que, antes da chegada do frade, já tinha o Vale do Cariri certa densidade demográfica, embora não possuísse ainda nenhum aldeamento ou povoado considerável, o que só veio a se formar após 1740. Daí ser possível que a imagem da Mãe do Belo Amor já se encontrasse no Vale do Cariri, antes da vinda do fundador de Crato. Presume-se, pois, que até 1745 esta pequena imagem foi venerada na humilde capela de taipa, coberta de palha, construída por Frei Carlos, isto é, até a chegada da segunda imagem que seria venerada como Padroeira de Crato.
domingo, 23 de junho de 2024
Escalada de Lula contra autonomia de Banco Central e Petrobras é ‘tiro no pé’ - Por Eliane Cantanhêde.
O presidente Lula patrocinou uma cena de ocupação da Petrobras, ao ir à posse de Magda Chambriard com a primeira-dama, sete ministros e presidentes de bancos estatais, exatamente quando aprofunda a investida sobre o Banco Central, seu atual presidente e sua autonomia, conquistada por consenso e comemorada depois de muitos anos de debates e cobranças.
O que significa?
Que Lula se acha “dono” de estatais e bancos públicos e decidiu lhes impor suas crenças políticas?
É uma sinalização ruim para o mercado, onde a palavra chave é sempre liberalização, mas também para setores políticos e da sociedade, onde crescem dúvidas sobre os rumos do governo e temores sobre a volta de Lula ao passado.
Na posse, entre sorrisos e simpatia mútua, Lula fez loas à estatização e reduziu a Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção da história, a uma ação que visava puramente “desmonte da Petrobras”, enquanto a nova presidente da companhia – a oitava em oito anos – disse em seu discurso que Lula “não quer confusão”, está “totalmente alinhada” com ele e vai manter firme a exploração de combustíveis fósseis, justificando: “o petróleo vai financiar a transição energética”. É polêmico...
Ainda bem que a ministra Marina Silva não estava lá. Não só pelo tom dos discursos, mas porque o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, cada vez mais dentro do Planalto e próximo de Lula e agente decisivo da queda do petista Jean Paulo Prates, deixou claro: a exploração de petróleo na margem equatorial do Amazonas é “a visão majoritária no governo”. Ou seja: de Lula. E às vésperas da COP em Belém.
Enquanto Lula reafirmava no Rio, ao vivo e a cores, suas intenções intervencionistas na Petrobras, o Copom decidia em Brasília, por unanimidade, o fim, ou suspensão do ciclo de quedas dos juros. A decisão de manter a taxa em 10,5% já era esperada e foi de certa forma antecipada pelo Boletim Focus do BC nesta semana.
A dúvida passou a ser se a votação repetiria os 5 a 4 do último Copom, ou seria por unanimidade.
Deu 9 a zero.
sábado, 22 de junho de 2024
É fato - Por Ivens Gandra Martins.
Depoimento admirável e assertivo.
Votar em Lula não significa ser de esquerda, de direita, de baixo ou de cima.
Significa uma tolerância moralmente insustentável com o crime e o criminoso.
Ivens Gandra Martins.
sexta-feira, 21 de junho de 2024
GÊNIO DA RAÇA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Quem completou 80 anos, foi um gênio da raça: Chico Buarque de Holanda.
Não me interessa a sua ideologia política, se nos entrega obras primas como A Banda, Construção, Com açucar e Com Afeto, Gente Humilde, Olhos nos Olhos e por aí vai.
Escritor e poeta, o nosso Chico gosta de futebol e os seus ídolos (o maior é Pagão) continuam jogando um bolão em suas lembranças.
É dele a frase: "O drible de corpo é quando o corpo tem presença de espírito".
Musical e poeticamente, Chico Buarque é uma unanimidade.
E as unanimidades podem tudo.
quinta-feira, 20 de junho de 2024
Entenda se for capaz - Por Antonio Morais.
Com menos de 18 anos é menor de idade não pode trabalhar por força da legislação.
Aos 18 anos exigem cinco anos de experiência. Aos 50 é velho para trabalhar e aos 65 é novo para se aposentar.
Entenda se for capaz uma lambança dessas.
Sem controlar imbróglio político, Lula perde autoridade para ditar rumos do País - Por William Waack.
Depois da decisão unânime do BC em manter inalterada a taxa Selic, Lula ficou sendo ‘os juros sou eu’.
No discurso na posse da nova presidente da Petrobras e na entrevista que deu para emparedar o Banco Central, o presidente Lula se apresentou como uma espécie de Luís XIV (aquele rei francês de “o Estado sou eu”) da economia brasileira. Depois da decisão unânime do BC em manter inalterada a taxa Selic, Lula ficou sendo “os juros sou eu”.
O monarca francês de fato mandava, mas Lula ainda não encontrou a rota para superar dois conhecidos problemas que o tornam impotente. Um deles é a alteração da relação de forças entre Legislativo e Executivo. O outro é o peso da questão das contas públicas.
Ambos estão intimamente ligados. O chefe do Executivo no Brasil perdeu parte relevante da capacidade de alocar recursos via Orçamento. Tornado ainda mais engessado por medidas que o atual governo adotou para lidar com a questão das contas públicas.
É bastante óbvio que o Congresso e o presidente têm visões distintas sobre como equilibrar as contas. Não importa se os motivos são republicanos, ou apenas visam a manutenção de interesses bem organizados, o Congresso está longe de assumir o combate às distorções tributárias que sucessivos governos (e os parlamentares) instituíram de mãos dadas.
Nem está disposto a apoiar o governo no esforço de promover uma política fiscal apoiada sobretudo no aumento da receita. A contrário, impôs ao Executivo uma acachapante derrota na questão de compensação de desonerações.
A percepção de milhares de agentes econômicos, que se reflete no preço de ativos (como o dólar) é a de que os problemas de fundo não estão sendo atacados pelo sistema político em geral, e pelo presidente da República em particular. Ele demonstra um voluntarismo no trato de temas cruciais (como as contas públicas) típicos de um Rei Sol, mas sem força para resolvê-los e, como demonstram Congresso e Banco Central, a necessária autoridade política.
É ISSO... - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Recordar pessoas alegres nos ajuda a superar tristezas momentâneas.
Os maus exemplos alcançam crianças e jovens em plena formação de caráter.
Racionalizar o que é complexo. Esse é o desafio no futebol.
A política profissional não dá conta das grandes tarefas.
A grandeza da vida gira em torno da educação.
É preciso conhecer os caminhos e, principalmente, os atalhos.
A gratidão é a primeira virtude de um homem. Base para todas as demais.
Futebol é coletivo, mas a melhor tática é reunir os melhores talentos individuais.
Há pessoas que organizam a bondade com gentileza e sem alardes.
Os anos não passam, se atualizam.
O bebê é o símbolo da vida.
segunda-feira, 17 de junho de 2024
De sócio no galinheiro - Por Antonio Morais
A BARREIRA DO ADEUS - Por Vicente Almeida
Escrito por: Vicente Almeida
domingo, 16 de junho de 2024
VIVENDO E APRENDENDO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.ç
Não tive formação teórica em nada. Bem ou mau, aprendi as coisas fazendo.
Deixaram que eu usasse o microfone e fui falando. Lendo ou improvisando.
Quando menino, operador da Amplificadora Cratense, deixei o áudio ligado, baixei o som da música e anunciei a hora certa.
Para meu azar, o gerente Donizetti Sobreira ouviu numa das bocas espalhadas pela cidade do Crato.
Retornando aos estúdios da Praca da Sé, Donizetti foi curto e grosso: "Da próxima vez que você usar o microfone, lhe boto pra fora".
Sem dúvidas, um grande "incentivo". Minha voz era de 'bebê de macumba", como diria um certo Nelson.
Escrever para o extinto jornal Tribuna do Ceará (era correspondente em Juazeiro do Norte) foi outra dura batalha.
Hoje, revendo alguns textos escritos, não sei como publicaram.
Só que, lá pelos anos 70, fundei com companheiros da imprensa esportiva juazeirense um jornal: o Leia Esporte.
Produzi longos comentários e procurei escrever como falava ao microfone.
Com o tempo, saquei certas coisas nessa difícil arte. Por exemplo: hoje, a muito custo, estão lendo textos curtos e isolando os textões.
Procuro sempre dar uma enxugada nos que cometo.
Se a felicidade chega, também, quando a gente vai aprendendo e fazendo aquilo que gosta, não posso reclamar.
Na minha improvisada jornada de cronista, tem sido assim.
"Se me fecham as saídas, saio pelas entradas". Carlito Maia, publicitário.
sexta-feira, 14 de junho de 2024
CAMINHANDO, SEGUINDO A LIÇÃO E COMUNICANDO QUE.. - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
O Brasil é a peneira do narcotráfico na América do Sul.
A burrice anda mais rápido que a inteligência.
Absolve-se pelas filigranas jurídicas a corrupção praticada.
Antes, discutia-se o erro do árbitro. Agora, se discute o equívoco do VAR.
Deixamos escapar a bondade que nos foi dada.
É preciso amar o futebol acima dos resultados. O placar só não basta.
Se o artista não é complexo, não é artista.
São humanos os tesouros da vida real.
Os clássicos nunca saem de moda.
A guerra não enobrece o homem.
quinta-feira, 13 de junho de 2024
A GRANA MASTER DO FUTEBOL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Pintou laranjal no patrocínio master do Corinthians.
O negócio "gorou".
O rolo é feio. Time de primeira com dirigentes de terceira.
Dinheiro muito é chamariz para os espertos.
No caso brasileiro, para os mais espertos.
E o pior: é como se o dinheiro fosse retalhado por magarefes.
Antes das receitas fartas, ser dirigente de clube era coisa de abnegados.
"Nem tanto", rebatem.
A cor do dinheiro é uma festa para os olhos. "Tá assim de gavião".
Incompetência somada a coisas nada republicanas.
O torcedor "vai de besta", neste vendaval.
Por cima e por baixo do pano, não é a bola do jogo que rola.
O Corinthians deve mais de R$ 2 bilhões e caminha célere para a segunda divisão.
Deus salve o futebol!
Para alegria de todos nós.
terça-feira, 11 de junho de 2024
O tempo - Por Antonio Morais.
Não se engane o tempo é implacável. Se esvai, não volta nunca mais e passa para todos nós.
Outro dia, fiz uma consulta com uma dentista, em Fortaleza. Não lembrava pelo nome que havíamos sido minha colega no Colégio Estadual Wilson Gonçalves, em Crato.
Mas quando entrei no consultório a reconheci na foto de formatura na parede.
45 anos depois, ao entrar no gabinete de trabalho, vi uma ex-colega irreconhecível, na minha avaliação acabada, decadente, derrubada como se costuma falar na Rajalegue.
O fato é que ela não me reconheceu também. Quando sentei na cadeira para fazer o procedimento, perguntei : Doutora, você foi do meu tempo de escola no Estadual Wilson Gonçalves?
Ela respondeu com outra pergunta: O senhor era professor de que mesmo?
Então, percebi que era chegado o tempo de avaliar-me melhor.
Generosidade - Por Antonio Morais.
Eu escutei minha mãe pedindo aos vizinhos um pouco de sal. Nós tinhamos sal em casa, então perguntei a ela o porque que estava pedindo.
Ela me contou que eles não tem muitos recursos e, às vezes, eles nos pedem algumas coisas, então eu peço algo pequeno que não irá sobrecarregá-los.
Eu quero que eles se sintam como se a gente precisasse deles também.
Dessa forma vai ser muito mais fácil para eles pedirem para nós por algo que precisam.
segunda-feira, 10 de junho de 2024
O NORDESTE É DO FORTALEZA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
domingo, 9 de junho de 2024
CONTEMPLAÇÃO - Por Wilton Bezerra, comentarists generalista.
Anoto frases ou palavras e, daqui a pouco, elas se encaixam em assunto que está na minha cabeça.
Chego a duvidar que certos escritos são meus.
Contemplação. Isso aí. Percebo que as pessoas não têm tempo para contemplar a vida, a natureza.
Fico a pensar se, realmente, isso se dá por falta de tempo.
De fato, no vai e vem diário, as pessoas não se dão conta do que acontece em seu redor.
Parecem marchar, compulsivamente, para lugar nenhum.
Quando param, veem o Mundo através de uma tela de celular. Se comunicam, muitas vezes, com quem nunca vão conhecer.
O vexame do caminhante o impede de escutar o som da música produzida pelas folhas ao vento.
Não falo nem de uma impossibilidade: ouvir o farfalhar das árvores e o berro do bezerro.
Nós precisamos ver além da nuvens cinzentas. É necessário contemplar a paisagem.
Desligar o celular e ligar a vida.
Reconheço que esta croniqueta está mais para "pílulas de vida".
sábado, 8 de junho de 2024
Agostino Balmes Odísio o italiano que embelezou as cidades do Cariri - Postagem do Antonio Morais.
Monumento a Cristo Rei, no centro de Crato.
Italiano de nascimento, Agostinho Balmes Odísio foi um escultor e arquiteto que viveu seis anos no Cariri, entre 1934 e 1940. Neste curto espaço de tempo, ele foi autor de bom número de obras de arte implantadas no Cariri, sendo a mais conhecida a Coluna da Hora, com 29 metros de altura, encimada pela estátua do Cristo Redentor, com seis metros — totalizando 35 metros — ainda hoje considerada o ícone da cidade de Crato.
Coluna da Hora, na Praça Padre Cícero em Juazeiro do Norte.
Agostinho Balmes nasceu em 1881, em Turim, norte da Itália, e formou-se pela Escola de Belas Artes daquela cidade. Na infância, foi aluno da Escola Profissional Domingos Sávio, mantida por São João Bosco. Em 1912, ele esculpiu um busto do Rei da Itália, Vito Emanuel II, conquistando o 1º lugar numa disputa por uma bolsa de estudo em Paris. Na Capital francesa, foi discípulo de August Rodin, considerado, ainda hoje, o maior escultor contemporâneo. Em 1913, com 32 anos de idade, Agostinho Odísio resolveu emigrar para a Argentina, onde residia um irmão dele. Entretanto, por motivos ignorados, desembarcou no Porto de Santos, em São Paulo e permaneceu no Brasil até sua morte.
Durante 20 anos, produziu dezenas de obras de arte nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em 1934, devido a problemas de saúde, foi aconselhado a residir no Nordeste, por causa do clima quente da região. Por acaso, leu na imprensa sobre a morte do Padre Cícero e, vislumbrando oportunidade de negócios – por conta da religiosidade da cidade – veio para Juazeiro do Norte, onde residiu até 1940.
Agostinho Balmes foi também responsável pelo projeto do Palácio Episcopal de Crato, e da Coluna da Hora, na Praça Padre Cícero, bem como da ampla reforma da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores, ambas localizadas em Juazeiro do Norte.
São dele os diversos projetos de reforma de Igrejas e altares do Cariri, com destaque para as fachadas da igrejas-matriz de Milagres e Missão Velha.
Texto do Armando Lopes Rafael.
AÍ É NEYMAR! - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Neymar é incorrigível.
Um "pobre menino" rico.
Burla lei, quer privatizar praias, se abespinha com torcedor e, se pudesse, enfiaria sapato na boca de uma mulher.
Já aprontou poucas e boas na sua trajetória. Tem algumas peripécias que não se coadunam com sua imagem profissional.
Que imagem coisa nenhuma. O importante é "causar".
O que não falta é apoio, consentimento. Afinal, não é pequena a rede de parças e bajuladores espalhada pelo Mundo.
A croniqueta para por aqui. Teríamos um texto mais longo e prazeroso se o assunto fosse "Neymar, o craque".
Mas, como sabem, o jogador está, como se dizia antigamente, no "estaleiro".
Não joga, há bastante tempo.
sexta-feira, 7 de junho de 2024
Jamais - Por Antonio Morais.
Nunca responda quando você estiver com raiva!
Nunca faça uma promessa quando você estiver feliz!
Nunca tome uma decisão quando você estiver triste!
Nunca faça aquilo que você não possa dizer como fez!
O TEMPO - Por Antônio Morais
Então percebi que era chegado o tempo de avaliar-me melhor.
Croniqueta - Por Antônio Morais.
Igreja - Por Dom Henrique Soares.
Nunca ame a igreja por causa da igreja. Eu não amo a igreja pela igreja. Se eu a amasse assim, já a teria deixado.
Eu amo a igreja por causa de Cristo, porque ela é de Cristo, Ele a fundou e está presente nela.
Dom Henrique Soares.
Sacerdotes Católicos que ficaram no imaginário popular do Cariri - Por Armando Lopes Rafael.
Texto e postagem de Armando Lopes Rafael
Mário Sabino - "Metropoles.com".
A equipe econômica de Lula é a dos Cavaleiros do Apocalipse.
Reze.
Reze muito. Com os anúncios feitos pelo presidente eleito, quem esperava a mediocridade agora teme o desastre
A capela de São Sebastião do Sitio Currais - Por Antonio Morais
Trata-se da Capela de São Sebastião, do sítio Currais, erguida para atestar, às gerações futuras, uma grande graça concedida por Deus, à população daquela localidade, na segunda metade do século 19.
Damos a palavra ao historiador Irineu Pinheiro que fez menção deste fato no seu livro “O Cariri”, página 245: “Em 1862 prometeu o major Felipe Teles Mendonça erigir uma capela em seu sítio Currais, a uma légua do Crato, dedicada a São Sebastião, se não morresse de cólera-morbo nenhum dos membros de sua família ou de seus moradores.
Naquela época a epidemia do mal asiático abateu milhares de pessoas em todo o Ceará. Nada sofreram o major Felipe e os de sua casa e sítio.
Em 12 de outubro de 1863, para cumprir o seu voto, pediu ao Bispo Dom Luiz Antônio dos Santos licença para edificar a igrejinha, licença que lhe foi dada no dia 13 do mesmo mês e ano, depois de informação favorável do vigário de Crato, Pe. Joaquim Aires do Nascimento.
Mas só em 1888, após ter o segundo Bispo do Ceará, Dom Joaquim José Vieira, confirmado a graça concedida por D. Luiz, foi erguida a capelinha e benzida pelo vigário do Crato, Antônio Fernandes da Silva”.
Texto do Armando Lopes Rafael.
quinta-feira, 6 de junho de 2024
EMBAÇADO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Brigas acirradas por motivos tolos, sem nenhum sinal de armistício
Coisas que já ficaram para trás, remexidas.
O que fatos superados têm de interessantes?
Leva pelo lado moral quem não tem moral.
A idiotice como instituição.
Será que o nosso Mundo é menos doloroso que o Mundo real?
Estou perguntando, porque não faço a menor ideia.
Como imaginar um lugar sem celulares e pessoas? Tá doido?
A vida desafina e o tempo é implacável.
Só falta pedir ao Papai Noel a antecipação do Natal.
Tá embaçado.
O Tempo - Por Antônio Morais.
Ah o tempo. Às vezes corre depressa quando não queremos. Às vezes é lento quando queremos que passe logo. Às vezes não reparamos que ele está passando. Às vezes só reparamos quando queremos revivê-lo.
Tome cuidado com a sua vida, talvez seja o único evangelho que as pessoas leiam.
Faça do seu silêncio o ponto final daquilo que não deve seguir adiante.
Impressionam pela falta de caráter- Por Antônio Morais.
Fernando Henrique Cardoso para Lula.
Se quisermos implantar o socialismo no Brasil, precisamos fingir que nos opomos, que somos contrário um ao outro.
Quem não quiser votar em você, votará em mim, e vice-versa.
No final das contas, pensando que estão votando numa oposição, eles estarão escolhendo sempre o mesmo projeto.
Perca de tempo total - Por Antônio Morais.
Toda crise possui três elementos :
Uma solução, um prazo de validade e uma lição para vida.
Nunca discuta com quem tem uma televisão maior do que sua biblioteca.
É perca total de tempo.
Lição de vida - Por Antônio Morais.
Não traga para sua vida problemas que não são seus, o que o outro escolheu viver, é problema dele, é a vida dele, são as escolhas dele.
E a única pessoa que nós podemos mudar, somos nós mesmos, ninguém tem o puder de mudar o outro.
Presidente Itamar Franco - Por Antônio Morais.
Na pasta amarela tinha a denúncia que o Banco Nacional estava na mesma situação do Econômico e não tinha sido liquidado porque pertencia a família Magalhães Pinto que tinha uma filha casada com um filho de FHC ministro da fazenda do governo. O presidente Itamar determinou a liquidação do Banco Nacional no mesmo dia.
Minha opinião - Por Pedrinho Sanharol.
Meu caro amigo, quando posto a minha opinião não é para convencer ou mudar a sua. É para quem pensa igual a mim saber que não está sozinho no mundo.
Não perca o seu tempo dando muitas explicações. Aos amigos não é necessário, os demais só ouvem o que querem ouvir.
Todo bajulador é falso e perigoso. O "puxa saco" é igual a carvão : Apagado te suja, aceso te queima.
REFLEXÃO - POR ANTONIO MORAIS
quarta-feira, 5 de junho de 2024
Igreja-Matriz de Senhora Santana, na cidade de Santana do Cariri - Por Antonio Morais.
O médico-historiador Irineu Pinheiro sintetizou, com rara felicidade, a principal característica do povo caririense: a religiosidade. No livro “O Cariri”, publicado em 1950, escreveu ele que essa característica foi preponderante na formação do caririense.
A conferir:
“Foi sempre muito religioso, inda hoje o é, o povo do Cariri. Vive, como todo cearense, a apelar para a misericórdia divina, no decurso de sua existência entremeada de épocas de fartura e felicidades e misérias e morte.
Cite-se, aqui, um exemplo da fé inabalável da mulher sertaneja. Em quaisquer perigos, em momentos, por exemplo, de grandes chuvas acompanhadas de relâmpagos e trovões de estalo, costuma ela ajoelhar-se diante de seus humilíssimos registros de santos e rezar o rosário apressado da Virgem da Conceição”.
“Em toda a zona do Cariri, também nos sertões circunvizinhos, extremou-se a religiosidade popular”
Jornalismo, o grande derrotado - Por Antônio Morais.
O primeiro vigário de Juazeiro do Norte - Postagem do Antonio Morais.
Quando o primeiro Bispo de Crato, Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, criou a Paróquia de Juazeiro do Norte – em janeiro de 1917 – designou para administrá-la um dos mais cultos e virtuosos sacerdotes da nova Diocese: o Padre Pedro Esmeraldo da Silva, foto. Este era considerado o maior orador sacro da Diocese de Crato.
Nascido em Crato, em 29 de janeiro de 1876, Pedro Esmeraldo de Crato ingressou, ainda criança, no Seminário São José de Crato. Lá, fez o curso primário. Adolescente, seguiu para o Seminário de Olinda, onde fez os estudos preparatórios para o sacerdócio.
Transferiu-se para o Seminário de Fortaleza, onde fez o curso de Teologia. Não tendo idade canônica para ser ordenado padre, continuou no Seminário de Fortaleza como professor.
Voltando a sua cidade natal foi um dos sacerdotes que reabriram o Colégio São José, o qual depois teria o nome mudado para Ginásio do Crato e, posteriormente, Colégio Diocesano do Crato.
Em 1917, Mons. Esmeraldo foi nomeado o primeiro Vigário da Paróquia de Nossa Senhora das Dores de Juazeiro do Norte. Saiu dali para exercer o cargo de Cura da Catedral de Pelotas, no Rio Grande do Sul.
Anos depois retornou ao Ceará e pediu ao Bispo de Crato que o nomeasse, novamente, como Vigário de Juazeiro do Norte.
Morreu nessa função, no dia 1º de outubro de 1934, de um enfarto fulminante. O povo de Juazeiro levou, a pé, o corpo do seu vigário para ser sepultado no cemitério de Crato.
Da postagem caririensidade do Armando Lopes Rafael.
OS MEIAS DE LIGAÇÃO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Volta e meia, volto a falar sobre os meias de ligação no futebol brasileiro. Não deixa de ser uma obsessão.
Dizia-se: "Um grande meia-armador é meio time". Nostalgia dos estilos de Didi e Gerson.
O grande Tostão não cansa de repetir, em suas crônicas, que um dos males maiores do nosso futebol foi a extinção dos meias.
Entanto, acho que quem fez desaparecer os meias foi a velocidade que o futebol ganhou.
Observamos que, hoje, os meias tem que antecipar a própria jogada que realizam. Saber como dar destino à bola antes que ela chegue.
Os espaços entrelinhas de defesa adversária são tão pequenos e raros, que os meias têm que possuir habilidade, à moda antiga, e velocidade para o executar o último passe.
Acho que a maior explicação é essa. Os esquemas de jogo mudaram, amparados numa velocidade que não existia.
O maior frasista brasileiro, Nelson Rodrigues, sustentava: "A velocidade é um prazer de cretinos".











































