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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 11 de junho de 2016

Notícias, comentários e curiosidades para este domingo, 12 de junho (por Armando Lopes Rafael) exclusivo para o Blog do Antônio Morais

Crato há 200 anos
Em 1817, nossa pátria fazia parte do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, designação oficial assumida em 16 de dezembro de 1815, com a elevação da então colônia  portuguesa do Brasil à condição de  Reino Unido, que tinha duas capitais: Lisboa e Rio de Janeiro. Nossa moeda era o Real. E nossa bandeira era a abaixo:
Nosso Rei era Dom João VI, o segundo Rei do Reino Unido, que substituiu a primeira Rainha, dona Maria I, sua mãe, esta falecida no Rio de Janeiro.
El Rey, Dom João VI (criador da Comarca de Crato, a segunda erigida no Ceará)

Um ilustre e esquecido cratense: Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro
 A participação de Crato na Revolução Pernambucana de 1817 tem sido o episódio histórico desta cidade mais exaltado, nos últimos 126 anos. Costuma-se dizer que a história é sempre escrita pelos vencedores. Os revolucionários republicanos de 1817 – derrotados pela contrarrevolução do monarquista cratense Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro – passaram a ser exaltados como heróis, após o golpe militar que impôs a forma de governo republicana no Brasil, em 15 de novembro de 1889. Os feitos desses republicanos de 1817, no Cariri cearense, são divulgados em proporções maiores que os reais, tanto nos meios de comunicação, como por parte de alguns historiadores. Do Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro pouco se fala. Quando se escreve sobre o efêmero movimento que foi a Revolução Pernambucana de 1817, em terras do Cariri cearense, omite-se a decisiva participação do Brigadeiro Leandro, ao debelar aquela revolta. Omite-se, também, a coragem pessoal e cívica de Leandro Bezerra Monteiro naquele episódio.

A verdade concisamente
Aliás, o historiador cratense J. de Figueiredo Filho, apesar de simpático às ideias republicanas foi veraz ao escrever: “Muito se tem discutido em torno da Revolução de 1817, na Vila Real do Crato. Foi movimento efêmero, que durou apenas oito dias. Ocorreu a 3 de maio de 1817, em consonância com a revolução que eclodiu em Pernambuco. Foi abafada, quase ingloriamente, a 11 do mesmo mês. É verdade que a vila bisonha de então não estava suficientemente preparada para a rebelião que, para rebentar, em Recife, necessitara da assimilação de muitas páginas de literatura revolucionária, da luta entre brasileiros e portugueses, em gestação desde a guerra holandesa e do preparo meticuloso, em dezenas de sociedades secretas, além de fatores econômicos múltiplos”.

Quem é quem
Falta mostrar as novas gerações quem se opôs à Revolução Pernambucana de 1817 no Cariri: Leandro Bezerra Monteiro. Este era um homem dotado de profundas e arraigadas convicções católicas e monarquistas.  Relembre-se, por oportuno, que a fidelidade à Monarquia, por parte de Leandro Bezerra Monteiro e seu clã, motivou a concessão – partida do Imperador Dom Pedro I – da honraria ao ilustre cratense do primeiro generalato honorário do Exército brasileiro. Àquela época, embora em desuso, o posto de brigadeiro correspondia – na escala hierárquica do Exército Imperial – à patente de general.
Sobre o Brigadeiro Leandro assim escreveu monsenhor Francisco Holanda Montenegro: “A relevar o nome do mais ilustre dos cratenses, o Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro, o nume tutelar dos Bezerra de Menezes do Cariri. Ele se tornou grande, primus inter pares, pela retidão de caráter, pela nobreza de sentimentos, pela vida exemplar de que era dotado. Homem de Deus, espírito límpido e transparente, franco, sincero, leal. A par de sua honestidade, corriam parelhas a prudência, o equilíbrio e o bom senso."

Reflexão 1
Permitem a franqueza? No meu entendimento, Dilma Rousseff foi a mais incompetente dos presidentes desta inoperante República brasileira. Tem mais: Dilma não tem condições de desenvolver um raciocino lógico ou com clareza; não tem capacidade de falar de improviso de forma sucinta. E continua a dizer bobagens e bobagens... E a imprensa continua a reproduzir essas declarações. Vade retro! Já está em tempo de a imprensa parar de difundir as declarações da “gerentona”. O Brasil não merece isso, os brasileiros precisam ouvir boas ideias...

Reflexão 2
Ontem tivemos manifestações pedindo o retorno do PT ao governo. Muitos, ao ver essas manifestações (felizmente diminutas) na televisão perguntaram se essas pessoas estavam a comemorar os 12 milhões e 400 mil desempregados. Ou comemorando a volta inflação de dois dígitos; ou 1 bilhão de reais em propinas que passaram pelas mãos do tesoureiro Vaccari; ou se eles estavam pedindo a libertação das autoridades presas pela Operação Lava Jato... Ou a repatriação dos milhões de dólares e euros que foram desviados para o exterior... ou até  queda do PIB, pelo terceiro ano consecutivo, ou mesmo  o “rebaixamento” da nota do Brasil  pelas Agências de classificação de risco. Afinal é isso que preocupa a maioria dos brasileiros...

Novo estelionato de Dilma: a promessa do “plebiscito da enganação”
A “gerentona” não tem cura! Agora Madre Dilma de Calcutá promete que se for reconduzida ao governo, no próximo dia 2 de agosto (bata na madeira 3 vezes!), sua primeira medida será convocar um plebiscito para o povo brasileiro ser consultado se quer novas eleições presidenciais. Trata-se de mais uma enganação no melhor estilo de fraude lulopetista. Mesmo que Dona Dilma voltasse ao poder (bata novamente na madeira 3 vezes!), ela sabe que não teria autoridade legal para propor um plebiscito.

Me engana que eu gosto
Se Dilma voltasse à presidência (outra vez, bata toc-toc-toc), a exemplo das promessas eleitorais feitas por ela em 2014 (ah! Ano de chumbo!), a ideia do plebiscito prometido seria posta de lado. Dizem que um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar; dizem que “errar é humano”. Vá lá! Agora persistir no erro não é somente burrice, é institucionalizar o conto do vigário...

Cruz credo!
A mídia anunciou que no apagar das luzes do (des)governo Dilma, o Ministro do Turismo (aquele casado com a Miss Bumbum)  libererou  1 milhão e duzentos mil reais para patrocinar, em Maracanaú (CE),  um show de Wesley Safadão durante uma quadrilha junina. Mera coincidência? Quadrilha e safadeza!

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