A Folha obteve um artigo de Ernesto Araújo que, segundo o jornal, selou seu ingresso na equipe ministerial de Jair Bolsonaro.
No texto, o futuro chanceler sugere, entre outras coisas, realinhamento do Brasil com a direita internacional.
“É o caso dos Estados Unidos com Donald Trump, da Itália com seu atual governo, de alguns países da Europa do Leste como Polônia e Hungria. É o caso talvez de alguns países não ocidentais que desejam defender suas próprias civilizações e suas nações frente ao globalismo dominante”, escreveu.
Para Ernesto, “há países que resistem à demonização do sentimento nacional, ao esmagamento da fé (principalmente da cristã), que rejeitam o esvaziamento da alma humana e sua substituição por dogmas anêmicos que servem apenas aos interesses de dominação mundial de certas elites”.
Isola tudo que é ditadura de meia pataca. O Brasil nada tem a ganhar com elas.
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