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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


segunda-feira, 20 de março de 2017

037 - O Crato de antigamente - Antônio Morais.

O cronista esportivo Wilton Bezerra não me conhece. Mas, eu o conheço. 

A primeira vez que o vi foi em 1969 em Crato, no campo do Esporte, hoje uma área ocupada pela Urca. Naquele tempo não existiam cabines de rádio, Wilton estava junto ao Foguinho, Francisco Silva, na beira do campo desenrolando  uns fios e montando os equipamentos para a transmissão da partida de ida entre  Crato e Juazeiro pela decisão do intermunicipal daquele ano.

Logo no inicio do primeiro tempo Juazeiro fez dois a zero, gols do Gílson Magazine e do Joãozinho. 

No segundo tempo o Crato empatou com dois gols do Pangaré.

Na segunda partida em Juazeiro um novo empate, 1x1, então, houve a melhor de três em Fortaleza e o selecionado Juazeirense se sagrou o campeão. 

Neste tempo via-se craques como Antônio Pé de Pato, Netinho, Fruta Pão, Chico Curto e Pangaré pelo Crato,  e Nego Lino, Alexandre, Gílson e Joãozinho por Juazeiro do Norte. 

Eu sou um admirador do Wilton, ele só perde para o Sebastião Belmino, o sebastião é mais palhaço. 

2 comentários:

  1. No selecionado de Juazeiro, em decadas passadas o goleiro de nome Capotinho, no jogo contra a seleção de Barbalha, quando o cobrador bateu o pênalti ele se pendurou na trave e defendeu com o pé. Não é folclore, é verdade.

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  2. Assisti vários jogos entre os selecionados de Crato e Juazeiro. Eram formados com grande jogadores. Além dos citados por você, lembro-me de Dote e de Anduiar.

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