Páginas


"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 22 de abril de 2017

066 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Estávamos num mês de Julho  de um ano qualquer da década de 60 do século passado. Várzea-Alegre acabava de receber os seus filhos que estudavam nas mais diversas  capitais e cidades como Recife, Fortaleza, João Pessoa, Campina Grande etc. 

Junto com os conterrâneos  vinham muitos  colegas de outras localidades. Apareceu  entre eles um gabola dizendo-se exímio jogador de sinuca, que além de cagar muita goma, contava muita vantagem.

No Bar do Zé de Zuza idealizaram um torneio. Justiça se faça, o Barzinho ficou lotado, eram doze os contendores e, na final, ficaram o forasteiro e o meu primo Mundim do Vale.

A disputa foi acirrada, mas, na ultima tacada  Mundim do Vale disse:  Menino, vai ali na padaria  de Pedro Morais ver se tem pão bengala. 

O portador voltou  com a encomenda, a plateia se assustou, Mundim encostou o taco, "se assubiu"  na beirada da sinuca e, com o Pão bengala encassapou a ultima bola para a gandaia geral  da plateia.

O forasteiro que também  se dizia um bom jogador de futebol  arribou quando na decisão final seu time perdeu para a equipe do Mobral.  Veja bem, o mobral foi campeão do torneio universitário.

2 comentários:

  1. Neste período o "Mobral" foi campeão do torneio universitário. Entre os adeptos da sinuca estavam : José Bezerra, Douglas Moreno, Rubens Diniz, Paulo de Dudu, Nego Rui, Zé Gatinha, o campeão Mundim do Vale e os forasteiros.

    ResponderExcluir