sábado, 10 de fevereiro de 2024

Historias de Coroneis - Antonio Alves de Morais


Com ele a volta era curta, não tinha munganga, sua palavra era a ultima. Disciplinado e disciplinador o Coronel da Guarda Nacional Raimundo Augusto de Lavras, no mandato de prefeito  da cidade, seguia no seu alazão para o Sitio Tatu acompanhado de um capataz.

No meio do caminho encontrou dois meninos amontados num cavalo. Olhou bem a cena e perguntou-lhes: pra onde vão vocês três? Um dos meninos respondeu-lhe em cima da bucha! Vamos cortar capim pra nós quatro!

Silencio.
O Capataz observou: Como é que o senhor, "um coronel" permite um desaforo de um pivete desses? E o Coronel: Homi, esse menino tá muito é certo.

2 comentários:

  1. O MENINO FOI SABIDO E O CORONEL INTELIGENTE

    ResponderExcluir
  2. Claudio.

    O meu pai viajava para o Crato no misto de José Odmar Correia. Levava junto o filho mais velho. De passagem por Mangabeira viu o filho chorando. Perguntou para o menino: O que foi, porque choras? Foi um homem que disse que eu sou feio e tenho as orelhas grandes.

    Quem foi esse cabra safado? Um senhor respondeu foi eu. E quem é você? Sou Cabra de Raimundo Augusto. Pois fique sabendo de uma coisa: é feio o menino, o pai e a mãe do menino e, a família toda.

    ResponderExcluir